sábado, 14 de julho de 2018

Oficina de bonecos e meditação > Dreams and a Heart > 17 JUL > 17H00 — 20H30


Concerto > Gonçalo Pires & André Matos > 21 JUL > 19H00



O duo de guitarras interpreta compositores brasileiros como Pixinguinha, Garoto, Hermeto Pascoal, Toninho Horta e Guinga.

Gonçalo Pires
Nascido em Portugal, onde desde cedo se interessou por música, viola e guitarra, entrou numa escola de jazz em Sintra aos 15 anos de idade.

Migrou para o Brasil, onde morou por 11 anos, logo começou a se interessar pelo universo da música brasileira, particularmente do choro, samba e bossa nova.

Actualmente trabalha como professor de música e músico freelance para concertos, gravações e outros trabalhos.


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Concerto > Flavio Tris > Sol Velho Lua Nova > 31 JUL > 20H00




Flavio Tris é cantor e compositor.

Lançou em 2013 seu disco homônimo de estreia, com produção de Alê Siqueira e participações especiais de Tulipa Ruiz, Filipe Catto, Celso Sim, entre outros. O álbum recebeu críticas elogiosas da imprensa especializada e figurou em diversas listas de melhores discos do ano. Nos anos seguintes, Tris realizou shows em praticamente todas as casas de show do circuito autoral paulistano (Casa de Francisca, Serralheria, Casa do Mancha etc), além de unidades do SESC na capital e no interior. Fez uma turnê por dez cidades do interior do estado (2016) e participou da Virada Cultural de Belo Horizonte. O disco foi trilha sonora da série “Santo Forte”, da AXN Brasil.

Em 2014, Tris foi o convidado da big band Projeto Coisa Fina para a abertura do renomado festival Wassermusik, em Berlim (Alemanha), subindo ao mesmo palco que artistas como Lenine e Mayra Andrade.

Lançou em 2017 seu segundo álbum, “Sol Velho Lua Nova”, pelo selo Circus. O disco traz 9 faixas autorais e representa a guinada do autor a um universo sonoro mais uniforme, de aspecto minimalista e contemplativo, ao contrário da atmosfera multifacetada de seu disco de estreia.

“Sol Velho Lua Nova” foi gravado em uma imersão de 4 dias na Casa Lumieiro, em São Paulo, na companhia dos compositores mineiros Luiz Gabriel Lopes e César Lacerda - que também assinam a direção musical do álbum - do produtor carioca Elisio Freitas - responsável pela captação e mixagem - e do paulista Guiaugusto Pacheco. Todos assinam os arranjos coletivamente criados e executados ao longo do processo de gravação. O destaque à voz e ao violão de Tris, aliado à delicadeza dos elementos que os circundam, dão protagonismo à dimensão lírica das canções e moldam o espírito do disco, que conta com participação especial da cantora Ceumar. O disco recebeu elogios da crítica (Mauro Ferreira, Silvio Essinger) e foi eleito o 40º melhor álbum nacional de 2017 pela conceituada lista do Embrulhador.

Mauro Ferreira, O Globo: http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/album-sol-velho-lua-nova-sereniza-poetica-e-cancoes-brasileiras-de-tris.html


quarta-feira, 4 de julho de 2018

Parfums de Lisbonne > 19 JUL > 19H00



Performances em dois tempos
1 A contre temps / Em contratempo 
« escapar à contenção da aparente evidência »  com  artistas e autores “dissonantes”, que se demarcam do consenso. Performances em movimento, com vozes faladas e cantadas a partir de  “O poema pouco original do medo” de Alexandre O’Neill e de trechos de A Instalação do medo de Rui Zink
2 Todavia a cidade cresce 
Apresentação performativa com poesia falada e cantada
Conversa e leituras à volta da obra de António Carlos Cortez.
O autor e José Manuel Esteves conversam e dialogam com o público.
Com: Vera Fortunato, Mariana Marques, Gonçalo Cordeiro, Daniel Morais, Dinis Gonçalves, Maria Simões, Augusto Vellozo-Pampolha
Acompanhamento ao piano : Luísa Gonçalves
Dança: Adrien Martins
Encenação : Graça Dos Santos

Guarda roupa : Isabel Vieira

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Poetas sem Rede > 5 JUL > 21H00



Julho é também o mês em que se recorda a morte de Sophia de Melo Breyner Andresen (2 de Julho), e por isso é a nossa poeta de homenagem:

           "Apesar das ruínas e da morte,
           Onde sempre acabou cada ilusão,
           A força dos meus sonhos é tão forte,
           Que de tudo renasce a exaltação
           E nunca as minhas mãos ficam vazias" 

  Sophia de Melo  Breyner Andresen 

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Espectáculo Teatral > O Segredo do Chá > 07 e 14 JUL, 11 e 18 AGO >16H00


Espectáculo para todas as idades de Marionetas, que mistura Fios e Sombras e está obra é baseada no livro do 
português Wenceslau de Moraes " O Segredo do Chá" e no livro " Contos populares da Ásia".

domingo, 24 de junho de 2018

Recital de piano > Rodrigo Ayala > 13 JUL > 22H



Rodrigo Ayala nasceu em Lisboa em 1993. Começou a tocar piano aos seis anos de idade, tendo aulas particulares durante dois anos. Aos oito, tornou-se autodidata e começou a aprender peças apenas de ouvido, regressando às aulas só passados onze anos. Findo o ensino secundário, ingressou na Licenciatura em Matemática Aplicada à Economia e à Gestão, no Instituto Superior de Economia
e Gestão (ISEG), em Lisboa. No segundo ano do curso, deixou a universidade e começou a ter aulas particulares com Jacinto Mateus. Meses mais tarde, foi admitido na Licenciatura em Piano Clássico da Escola Superior de Música de Lisboa, começando por estudar piano com Miguel Henriques e música de câmara com Irene Lima. No segundo e terceiro anos do curso, foi Jorge Moyano o seu professor. 
Em simultâneo com a licenciatura, iniciou em setembro de 2014 os seus estudos na Academia Internacional de Música Aquiles Delle Vigne, em Coimbra, com o pianista Manuel Araújo, com quem estuda atualmente. Na mesma academia, teve a oportunidade de conhecer Aquiles Delle Vigne e desde então participa frequentemente em masterclasses com o mestre.
Para além de Aquiles Delle Vigne, nos últimos três anos tem contactado com outros artistas
de renome internacional, tais como Miguel Borges Coelho, Judy Chin, Michel Dalberto, Gabor
Eckhardt, Marylin Engle, Hsing-Chwen Hsin, Pasquale Iannone, Ayami Ikeba, Adriano Jordão, Guigla Katsarava, Andrzej Pikul, Artur Pizarro e Ramzi Yassa. Também tem atuado ao vivo diversas vezes, incluindo a participação em dois recitais em Budapeste e na Bösendorfer Saal em Salzburgo. Em Portugal, interpretou Rhapsody in Blue de Gershwin com a Orquestra Op. 21, dirigida pelo Maestro Relva Pereira, no CAE (Figueira da Foz), e apresentou-se no Palácio de Monserrate, no Seminário Maior de Coimbra, no Teatro Gil Vicente e no Cinema Nun’Álvares, no Porto. Em conjunto com Ricardo Salavessa, interpretou a Sonata Kreutzer para violino e piano, de Beethoven, na Academia Nacional Superior de Orquestra (Metropolitana), em Lisboa, em julho de 2017.

Em 2016, marcou presença na Academia de Verão do Mozarteum de Salzburgo e concorreu no Prémio Jovens Músicos, onde foi semi-finalista, e no Concurso Internacional de Piano do Sardoal, onde foi finalista e obteve um diploma de mérito.
Concluiu a licenciatura na ESML em março de 2017 e neste momento prossegue os seus estudos com Manuel Araújo e Aquiles Delle Vigne na Academia Internacional de Música Aquiles Delle Vigne, em Coimbra. 

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Apresentação do romance > O Centro do Mundo > Ana Cristina Leonardo > Apresentado por Gonçalo M. Tavares > 19 JUN > 18H30


Sinopse

Quando chega a Olhão, numa tarde de sábado de 1936, Boris Skossyreff está sensivelmente a meio do seu turbulento e invulgar percurso: apátrida e falso aristocrata, já deixou para trás países, a espionagem, uma mulher legítima, uma amante e o trono de Andorra. Vem à procura de barco que o transporte até Marrocos. Vicissitudes várias levá-lo-ão, em vez disso, a Marselha, de volta a Portugal, à Guerra Civil de Espanha, a França, às hostes nazis, à prisão de Koblenz- -Metternich na Alemanha e a um gulag na Sibéria.

Um romance picaresco e pós-moderno, em que a História da Europa do século xx se entretece com a saborosa petite histoire, conferindo às personagens ignoradas pela grande História o estatuto de protagonistas. Embora centrado na figura do russo Boris Skossyreff, O Centro do Mundo é também uma declaração de amor à cidade branca e cubista que seduziu Raul Brandão, por «pescadores comunistas e alegres» habitada, «onde o sentimento da igualdade é como em nenhum outro lugar».

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sábado, 9 de junho de 2018

Recital de Piano > Músicas Mágicas


London-based pianist Kamilla Arku is a graduate of Yale University and the Royal Northern College of Music. Born in Switzerland to Liberian and Norwegian parents, Kamilla began to study the piano after moving to the U.S. at the age of 5. After graduating from the Thomas Jefferson High School for Science & Technology in Virginia, she earned her undergraduate degrees in both Music and French from Yale University, where she also studied with Elisabeth Parisot at the Yale School of Music and Elisabeth Sun-Perge in Paris, France. Kamilla completed her postgradute study at the RNCM, earning her Master's Degree in Piano Performance and Postgraduate Diploma in Accompaniment under the tutelage of Carole Presland and Paul Janes. She has also studied privately with Paul Roberts and Charles Owen.

www.kamillaarku.com

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Concerto > Intrusos > 16 JUN > 21H


Performance criada e interpretada por dois brasileiros que resolveram intrometer-se um na arte do outro. Jorge Baptista Carrano, um indignado que faz dos seus versos uma crônica do cotidiano de anos nas ruas da cidade do Salvador/Bahia, um lugar de fala para questionamentos humanos e Joana Radicchi uma artista performática que explora suas habilidades criativas por meio da flauta, da voz e do próprio corpo.


Durante uma hora de espetáculo, os artistas por meio de um diálogo irreverente convidam o público a refletir sobre os questionamentos da vida, os caminhos, os amores.  Em INTRUSOS!, as referências são resignificadas com textos e sonoridades autorais e canções de renomados compositores brasileiros (Roberto Mendes, Chico Buarque, Edu Lobo, Leda Chaves, Novos Baianos, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Jards Macalé Torquato Neto, Wally Salomão, Capinan, Zé Ramalho e Mutantes).

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Lançamento > Eles não Moram Mais Aqui > António Carlos Cortez > 29 JUN > 17H00

Editora Gato-Bravo e António Carlos Cortez apresentam o premiado
Eles não moram mais aqui, de Ronaldo Cagiano, na Livraria Ler
Devagar, em Lisboa.

A metrópole apressada desconhece pai e filho, cujo diálogo cresce na
medida em que sobem. A escalada será uma aventura tão solene
como enigmática. Em seus corações, tange um sino a lembrar que a
vida é uma jornada sem igual. Às vezes, paz. Em outras tantas, sinfonia
de lamentos, em concerto inesperado. O pai, um homem partido ao
meio, metade gente, metade saudade.
‘Eles não moram mais aqui’, o 17o livro do autor Ronaldo Cagiano,
reúne dezasseis contos escritos ao longo de nove anos. Publicado
em 2015 no seu país natal, o livro ganhou o Prémio Jabuti de 2016, um
dos mais importantes prémios literários nacionais do Brasil.
Nesta obra é possível encontrar belas referências aos grandes
nomes da literatura mundial, como James Joyce, Rainer Maria Rilke,
e especialmente da literatura brasileira, como Clarice Lispector,
Nuno Ramos, Mário Faustino e Marçal Aquino.
O texto de Cagiano não é descanso, não é placidez, não é um
passeio de domingo em jardins floridos. A sua beleza está,
justamente, no seu estilo bruto, na dissecação de dores e tormentas.
Cagiano desabrocha a humanidade extrema das personagens e
exibe o que há na vida de mais frágil e escuro: a dor da separação, a
distância dos filhos, a morte, a rotina diária e, ao fim de cada ciclo, a
espera pelo Natal. Apesar da tristeza que ronda alguns dos contos
há também o deslumbramento com o mistério da vida, que o faz
continuar e respirar novamente.
Como o crítico, poeta e escritor André di Bernardi sugere, ao ler
Cagiano damo-nos conta da fúria do tempo e de que ‘somos
literalmente tragados diante do fluxo furioso da vida’.

Tertúlia > Poetas em Rede > com Elsa de Noronha > 07 JUN > 21H00


O mês de Junho é mês de santos populares, cheira a sardinha, espreita o Verão…

Mas…

“Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva 
Não faz ruído senão com sossego. 
Chove. O céu dorme. 
Tão calma é a chuva que se solta no ar 
(Nem parece de nuvens) que parece 
Que não é chuva, mas um sussurrar 

Chove. Nada apetece...”  
                                                        Fernando Pessoa



Discorde! Porque chove. apetece Tertúlia, apetece poesia…



Estaremos já na próxima quinta-feira, dia 7, pelas 21h, como sempre,  na Livraria LER DEVAGAR, na LX Factory, no Calvário.  Elsa de Noronha a anfitriã.



Fernando Pessoa, é o nosso poeta do mês. Junho  o seu mês de nascimento (a 13 de Junho)



“Não digas nada!

Há tanta suavidade em nada se dizer 
E tudo se entender

… 
Não digas nada 
Deixa esquecer”          Fernando Pessoa


Impossível esquecer! Basta querer e ...entender ... 

Diz a toda a gente e aparece que esperamos por ti.