sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Concerto > Agar > 12 AGO > 22H


Concerto > Free Pantone Trio > 2 SET > 22H


FREE PANTONE trio  Texto PT

FREE PANTONE TRIO é um grupo musical português que alicerça a sua música em 3 pilares fundamentais, a música clássico-contemporânea, o Jazz europeu, e a música improvisada. De cariz trans-idiomático explora a música por diversos ângulos e perspectivas onde as dicotomias moldam as formas e os padrões musicais deste conjunto. Conceitos de vernáculo, tonalidade, estocástico e aleatório são postos em causa a cada momento. Assim e neste caso a improvisação é o canal por onde os músicos enchem, esvaziam e usam o seu background de escuta activa, seguindo marcas e referências com sentido claro único e agregador para que a composição espontânea em tempo real aconteça.

Manuel Guimarães - piano / Rui Sousa - baixo / João Valinho - bateria

FREE PANTONE trio  Text ENG

Free Pantone trio is a Portuguese musical group that bases its music on 3 fundamental pillars, classical-contemporary music, european jazz, and improvised music. Of a trans-idiomatic nature it explores the music by diverse angles and perspectives where the dichotomies shape the musical forms and the musical patterns of this trio. Concepts as vernacular, tonality, stochastic and random are called into question at every moment. Thus and in this case, improvisation is the channel through which musicians fill, empty and use their active listening background, following marks and references with a single and aggregate clear meaning for spontaneous real-time composition to take place.

LINKS MEDIA:

Youtube
https://www.youtube.com/watch?v=Z5cPH3nSmuM

Soundcloud
https://soundcloud.com/user-957503789

Concerto > Mind Reset > 16SET > 21H30



domingo, 16 de julho de 2017

Apresentação de Livro > Maçã com Bicho > Josefa de Maltezinho > 28 JUL 18H30


Sinopse
Numa época em que no país se atravessa uma tremenda crise económica, António, um homem de cinquenta anos, habituado à abastança da sua classe média, vê-se de repente a braços com uma situação de desemprego permanente, que o arrasta para um buraco do qual não consegue sair. Sozinho e desiludido, com a vida a andar-lhe constantemente de flanco, ele sonha com um novo começo longe daquele sítio, que o viu nascer. Parte, então, entregue apenas aos resmungos da sorte e imbuído de uma única certeza, levar o mar por companhia. Porém, uma vez mais, o destino não o irá poupar e encarregar-se-á de lhe pregar muitas partidas, de o vergastar com imensos dissabores, que António se verá obrigado a enfrentar sem lhes vislumbrar um fim no horizonte. É que uma história como a de António, ou as de outros tantos Antónios por esse mundo fora, jamais se fez num ápice.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Lançamento > Caixa Negra > de Diogo Cavaleiro > apresentado por Paulo Ferreira > 12 JUL > 21H30



Sinopse
Os negócios polémicos. As várias crises. As ligações políticas. Como a Caixa Geral de Depósitos deixou de ser um império.

A empresária Isabel dos Santos desce, sorridente, as escadas. Vem com um bloco nas mãos. Está lá inscrita a insígnia Zon Optimus. Uma realidade só possível porque a Caixa Geral de Depósitos deu um contributo decisivo para a operação que lhe deu origem.  
A Zon Optimus, antiga PT Multimédia e actualmente denominada Nos, é apenas um dos exemplos do peso do banco público na vida empresarial nacional. A Caixa teve uma palavra a dizer, muitas vezes determinante, nas vidas da PT, da Galp e da Cimpor e também de outras empresas mais pequenas, como a Compal e a Inapa. 
A Caixa também teve um papel preponderante na banca: foi chamada a gerir o Banco Português de Negócios, mas também teve de auxiliar outras instituições financeiras. Esteve, quase, para ajudar o Banif e recusou auxiliar o Grupo Espírito Santo. Pelo contrário, no passado, foi um elemento estabilizador quando o Grupo Champalimaud e o BCP venderam as suas participações no sector segurador. 
Este livro tenta fazer um percurso dos últimos anos de vida da Caixa e da influência que teve no país. Como foi sendo feito esse caminho, como vive um banco muitas vezes transformado em arma de arremesso política e como sobrevive com a espada da privatização sempre pronta a cair são aspectos que palmilham estas páginas.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Lançamento > A Minha Pátria é Moçambique > Tânia Reis Alves > 19H


Sinopse
25 de Junho de 1975. Moçambique deixa de ser uma colónia e transforma-se num jovem país. Para trás ficam 11 anos de guerra e cinco séculos de domi­nação colonial, que o século xx tornara mais opressiva. A data é de euforia para quase todos os moçambica­nos. Mas será a independência capaz de concretizar todos os sonhos?


Pouco mais de um ano volvido, Moçambique vê­-se mergulhado num novo conflito, que anos mais tar­de se transforma numa autêntica guerra civil. O regime de cariz socialista instaurado pelo Governo de Samora Machel diminui o analfabetismo e expande o acesso à saúde, mas aniquila direitos e liberdades individuais. Em 1986, o país chora o seu líder, que perde a vida em cir­cunstâncias misteriosas. Como se constrói um país nestas circunstâncias? Que Pátria é hoje Moçambique?

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Festival Música na Fábrica > 30 JUN — 2 JUL



A Opera Lab Europe (OLÉ!) junta-se à Lx Factory para criar um festival de música inovador  – Música na Fábrica.

Num programa que mistura o acordeão de José Valente, o violino barroco e a música eletrónica de Maria da Rocha e a panóplia de peças clássicas aos improvisos do jazz do percussionista Pedro Segundo, a OLÉ! irá apresentar nos três dias do festival a sua primeira produção – Café Carnage. Este conjunto de três óperas a capella, onde o ensemble de cantores solistas é a única força motora da ação, traz a Lisboa a estreia nacional destas peças inusitadas. Um evento único a nível nacional a não perder!

www.musicanafabrica.com

A Fabulosa Máquina de fazer parar o Tempo > Fotografia à lá Minute > JUL — SET


Concerto > António Novaes & Além Mar Band > 21H00