sábado, 20 de agosto de 2016

Workshop de Iniciação ao Jazz Vocal e Improvisação > com Luis Bragança Gil > 25 Setembro > 15h30 - 18h




DIRECÇÃO E COORDENAÇÃO
Luis Bragança Gil 

CALENDÁRIO E HORÁRIOS 
Domingo, 25 de Setembro das 15h30 às 18h00 

LOCAL 
Livraria Ler Devagar, LX Factory

DESTINATÁRIOS
Este workshop destina-se a todos aqueles que gostam de cantar Jazz, dentro do swing rítmico e harmónico que lhe é característico, e que gostariam de participar numa fusão de várias vozes que canta em vários naipes, construindo um todo sonoro/musical. Haverá também espaço para a imaginação vocal, com espaço para a Improvisação.

CANDIDATOS
Se tens ouvido musical e gostas de cantar (de memória, canções e/ou criar novas vozes e/ou Improvisar por cima do que ouves), e queres ir mais longe, soltar a franga, explorar melhor as tuas qualidades, candidata-te.

CONTEÚDOS
O workshop viverá da dinâmica do grupo, que se espera ousada, criativa, sem receios, desmistificando bloqueios. Temáticas que se irá querer abordar: Experimentação de técnicas específicas da voz para se cantar Jazz, entre as quais o scat-singing; exploração de múltiplos timbres na voz; swingar, criar harmonias, grooves de improvisação; cantar excertos de standards de jazz e recriá-los a várias vozes diferentes.

MATERIAL NECESSÁRIO
Boa disposição, voz sem complexos, energia criativa, roupa e sapatos confortáveis.

BIOGRAFIA DE LUIS BRAGANÇA GIL
Luis Bragança Gil é um músico com várias facetas: Compositor, diretor coral, professor, criador de instalações e de performances, autor de espectáculos de teatro musical, entre outras. Apresentou os seus trabalhos em várias salas de espectáculos como a Gulbenkian, CCB, Casa da Música, Teatro Nacional D. Maria II entre outras. Tem realizado regularmente workshops no âmbito da voz, quer de técnica vocal ou outros temáticos tais como a área da criação/experimentação vocal, improvisação em tempo real com Direcção Criativa, e Jazz Vocal.

INSCRIÇÃO
Para se inscrever envie um mail para workshoplbg@gmail.com. Receberá uma ficha de Inscrição e instruções para o pagamento. A inscrição só será considerada válida após ter fechado a sua contribuição voluntária.

PREÇO
ATÉ 11 DE SETEMBRO: 15 moedas
12 -18 DE SETEMBRO: 20 moedas
18 - 22 DE SETEMBRO: 25 moedas


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Sessão de Apresentação "Viver e Amar Lisboa" > Rijarda Giandini > 18 Agosto > 18h30



Rijarda Giandini é brasileira de Fortaleza, casada com Giovanni e mãe de Artur. Historiadora e Internacionalista, finalizando um doutorado em História Contemporânea. Mora no Restelo, em Lisboa, desde 2014.

A autora é apaixonada por “cidades”. Tendencialmente as pequenas cidades europeias. Os primeiros amores foram as pequenas cidades italianas, as quais percorre, ao menos, uma vez por ano, “catando impressões de almas ancestrais”.


Sobre o Livro:

Cidade de clima agradável, bons programas culturais, muito verde e de custos acessíveis, Lisboa é um dos destinos turísticos mais desejados, atualmente. Este livro é para quem quer visitar Lisboa, fora do turismo tradicional. Fazer um reconhecimento da cidade único, pessoal, adentrando por espaços vividos pelos alfacinhas ou lisboetas. Comer em restaurantes e tascas onde vão os nativos. Conhecer programas culturais, espaços, exposições permanentes, monumentos gratuitos. Esta é a Lisboa para visitar, conhecer e Amar.

A outra face do Livro, é para quem pretende viver em Lisboa. Estudar é o caminho da autora, que veio para um doutorado. Onde morar? Quais os custos imprescindíveis? Onde se pode viver bem? A saúde, a educação escolar dos filhos, os supermercados, quando comprar roupas, os parques, os jardins, as igrejas, enfim, em formato literário, a autora desvenda os mistérios de se viver  bem, em uma Lisboa margeada pelo Rio Tejo.

Contém as receitas dos pratos mais tradicionais de Lisboa.

BOJAGUI > Workshop de Patchwork Coreano > com Kyeong Hwa Choi > 8, 15, 22 e 29 de Setembro > 19h


Bojagui: Patchwork Coreano
Kyeong Hwa Choi

8, 15, 22 e 29 de Setembro 2016 (4 semanas)
Quinta-feira > 19.00-21.00
100 euros (materiais incluídos)

Inscrições
ines0629@hotmail.com
924159907
Facebook: Bojagui: Patchwork coreano


Bojagui é o patchwork tradicional da Coreia. Empregando diferentes tecidos e técnicas e com múltiplas utilizações no quotidiano dos coreanos, servia para guardar, transportar, cobrir e decorar.

Neste curso vamos fazer 4 peças de vários materiais : 1 almofada para agulhas, 1 Bojagui em forma de folha de lótus, 1 Bojagui para embrulhar presente e 1 bolsa redonda de cinco cores principais.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

MADAME MONSANTA > Em Defesa da Santa Corporação da Fé Correctora dos Erros Divinos > Terças às 18h30



COMO UM NEONATURALISMO DA SURREALIDADE EM CENA

O texto em cena trata de coisas dos grandes trusts da indústria alimentar, e de outros com estes irmanados: na farmacêutica, na guerra, na construção civil ou nos mercados financeiros. O que é dito parece um delírio. Mas não é. Não trata de teorias da conspiração, mas de factos comprovados e, por vezes, mesmo judicialmente julgados. De certa forma é mesmo uma espécie de neonaturalismo, que está contido na margem da surrealidade, em que todos mergulhamos adormecidos.

Todos nós, sem disso nos apercebermos, com mais ou com menos frequência e intensidade, reproduzimos comportamentos macro-sociais nosso micro-cosmos profissional, social, afectivo. Estamos todos, de facto, envenenados com glifosato dos produtos. Mas também com dioxetrinas da ética, benzodiazepinas no comportamento, poliueretanos ideológicos. Porém, constatando-o, não se trata de apontar caminhos. O teatro, a arte, melhor dito, não se fez para dar respostas. Nem ser instrumento de, seja o que for.

De resto, só uma autoconsciência emancipada poderá fazer emergir um real diferente. Senão, por mais bem-intencionadas que comecem quaisquer transformações (sociais ou mesmo de índole pessoal), cedo se reagrupam vícios do momento anterior e tudo volta a formas de enganos, exploração e miséria. Mudam protagonistas e fórmulas, mas o Mal tudo reabsorve.

Tal como no divã terapêutico da psicanálise é preciso descer aos quintos do inferno para deles nos libertarmos. Ou, ao menos, melhor conviver e controlar os demónios que nos perseguem e com que perseguimos os outros. Aqui, em cena, o mesmo se propõe a cada espectador: que se coloque frente a frente com o seu espelho próprio. Talvez, também, em termos de Humanidade tenhamos ainda que cair abismo abaixo para procurar outro Vale. Mas isso e disso não sabemos nós, e ninguém, como é ou vai ser.

À arte compete a inquietação, mais ou para além da crítica.

Castro Guedes
Junho de 2016


domingo, 31 de julho de 2016

"Treze Cordas" > Walter Areia & Rafael Marques > 7 Agosto > 17h


Treze Cordas
Walter Areia & Rafael Marques

APRESENTAÇÃO

A diversidade musical de Pernambuco ultrapassou as fronteiras do Nordeste do Brasil. Seja com a rica percussão, representada por nomes como Naná Vasconcelos, ou pela forte tradição dos instrumentos de cordas dedilhadas, referências nacionais que com as quais se toca do Frevo de Bloco ao Chorinho. Essa qualidade musical é reverenciada por vários instrumentistas como Hermeto Paschoal, Egberto Gismonti e também Hamilton de Holanda, criador e referência mundial no bandolim de 10 cordas, que tem eco em Rafael Marques, único a tocar o instrumento na região Nordeste.
Em contrapartida à escola de cordas dedilhadas, ainda não foi estabelecida uma tradição pernambucana para o contrabaixo na música popular. Tal fato dá grande liberdade a Walter Areia, autodidata reconhecido pelo modo original de tocar um contrabaixo de 3 cordas, criando uma mistura inédita do estilo “gipsy” com o brasileiro.

O SHOW

Contrabaixo e bandolim soando como um só instrumento. Eis o mote do novo projeto dos pernambucanos Walter Areia e Rafael Marques. O dueto, que reúne dois instrumentos aparentemente distantes, estão juntos, criando um repertório de composições próprias, e de grandes mestres da música popular brasileira.
Os arranjos são assinados tanto por Areia, que é ex-integrante da banda Mundo Livre S/A e criador do Areia e Grupo de Música Aberta, quanto pelo bandolinista Rafael Marques, da banda Saracotia. Os dois instrumentistas são versáteis e somam participações em trabalhos que vão da música pop pernambucana (Juliano Holanda, Isadora Melo, Geraldo Maia) até a improvisação, tendo os dois tocado recentemente, com o saxofonista colombiano Antonio Arnedo.

O ÁLBUM

Com o recém-lançado álbum Treze Cordas, ​a dupla pretende dar início a uma turnê desde Lisboa, cidade escolhida pelo contrabaixista de ascendência portuguesa como morada neste segundo semestre do ano.

SOBRE OS MÚSICOS

Walter Areia é contrabaixista, compositor e produtor e, por mais de 13 anos, foi integrante da banda Mundo Livre S/A, precursora do movimento Mangue Beat, com a qual recebeu a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura em 2005 (MinC) e o Prêmio da Música Brasileira de melhor banda de 2012. Areia investe ainda em uma carreira solo, que segue pelo âmbito da música instrumental. Em 25 anos, o artista tocou com nomes internacionais, como o guitarrista norueguês Steinar Aadnekvam; o trompetista grego radicado na França Dominic Ntumous; Arto Lindsay; Naná Vasconcelos e o coinventor do Afrobeat, Tony Allen, os brasileiros Alceu Valença, DJ Dolores; Jacinto Silva; Maciel Salú; Patrícia Polayne; Otto; Paulo Rafael, para citar alguns.

Rafael Marques​, é bandolinista e compositor. Iniciou sua carreira junto ao conjunto de choro Arabiando, que deixou um CD gravado com algumas de suas composições e arranjos. Ao longo de sua carreira contribuiu com seu bandolim e arranjos junto ao trabalho de grandes nomes do estado, tais como Geraldo Maia, Karina Espineli, Xico Bezerra e atualmente compõe o trio de música instrumental brasileira Saracotia.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Exposição "A Subversão Mundial" > Nelson Ricardo > 4 a 22 Janeiro


A Subversão Mundial

A Humanidade, numa reflexão poética, pela expressão artística do Poeta Nelson Ricardo, navega pelas cores e simbologia da pintura, num romance subversivo e vanguardista, após a publicação de Versus e Sangralma, dois livros de poesia.

A simbiose dos elementos semióticos de belas artes, na libertação personificada da visionária perspectiva do Mundo. Uma viagem enraizada no Fado, um convite ao sentimento da voz que embala e fortalece a grandeza do Humanismo na Humanidade.

Nelson Ricardo

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Encontro "Pensar o Século XXI: Eutanásia Eticamente (I)Legítimo?" > 16 Julho > 17h30


Apresentação do Livro "Cancro da Mama: Dores do Sofrimento Feminino na Experiência com a Doença" > 23 Julho > 18h


Só a palavra, assusta. Mesmo que o cancro esteja no vizinho do lado. Mas esse vizinho é sempre um amigo ou um familiar, pois não deve haver no mundo quem não tenha alguém afetado por esta doença.

Ler este livro é, então, como uma peregrinação. Ao encontro desses outros e de nós mesmos, de algumas respostas e conhecimentos que as diversas ciências, e em particular a psicológica, nos dão sobre esta enfermidade que tem uma alta incidência nos tempos que vivemos. O que é o cancro? Como se manifesta? Que dores nos fazem sofrer?

O que contribui para o seu aparecimento? O que facilita a cura?

A Doutora Sónia Remondes Costa escolheu investigar o cancro da mama, e por via disso dá-nos a oportunidade de entrar no Reino do Feminino, e mostra-nos como o órgão que a doença “escolhe” já pode indiciar inúmeros significados, e como são diferentes os sofrimentos consoante a parte do corpo que adoece. Mas como nos seres humanos não há corpo sem mente (ou alma, ou psique, ou como quiserem), a autora defende, e bem, como a psicologia tem, nesta área, inúmeros e promissores caminhos a desbravar: porque o corpo adoece a alma, ou vice-versa; ou, talvez melhor, o corpo e a alma adoecem sempre ao mesmo tempo, porque afinal são uma e só unidade. Sei do enorme empenho, e saber, e motivação da autora por esta temática, porque tenho acompanhado de perto o seu percurso.

Em Portugal estamos a dar os primeiros passos na Psico-Oncologia, e a Sónia Remondes Costa é um dos membros pioneiros, e leciona na sua universidade (a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro), e com muito êxito, uma disciplina com este nome, que é talvez a primeira e a única no sistema de ensino superior público português.

Sobram, enfim, razões para recomendar a leitura desta obra, porque ela contém a sabedoria da autora sobre esta temática, que lhe veio muito da vasta experiência clínica, isto é, do que deu e recebeu das centenas de mulheres com cancro da mama que soube escutar e acolher, em terapia individual ou de grupo. E, ainda, este belo e tocante livro merece o nosso colo porque nos alimenta a esperança de que esta peregrinação nos conduza a um lugar onde o cancro possa ser compreendido e/ou curado.



domingo, 10 de julho de 2016

Concerto "Haikus" > Clara Lai > Piano Solo > 20 Agosto > 21h30


Clara Lai apresenta neste concerto o seu disco "Haikus", editado pela Discordian Records, de Barcelona. É um disco de composições originais para piano solo inspiradas em diferentes haikus, no qual mistura música escrita e improvisada. Será um concerto em pequeno formato, baseado em poesia de pequeno formato.

Concerto para miúdos: A Mala Supresa > 31 Julho > 17h


Show musical infantil "A MALA SURPRESA" - com brinquedos tirados de uma “mala surpresa” os artistas tocam e cantam músicas do universo infantil, contam histórias divertidas e interagem com as crianças ludicamente. A cantora e atriz SANDRA OAKH e o músico RAMIRO MARQUES interpretam e brincam com as crianças utilizando canções consagradas, folclóricas e também de autoria própria.
            
Assista ao Teaser no Youtube: www.youtube.com/watch?v=75ohBy00xOc&feature=youtu.be 

Performance Vocaloide > 16 Julho > 22h30


segunda-feira, 4 de julho de 2016

Conversas com Vasco Jardim > 22 Outubro > 18h30



Vasco Jardim nasceu em Santarém, em 1978, onde reside. Escritor e também músico, iniciou a sua carreira literária em 2012, com a publicação do romance “A Montanha-Russa”. Escreve no blog “Admirável Mundo Escrito”, desde 2014.

Mais informação: vascojardimonline.blogspot.pt/

domingo, 3 de julho de 2016

Apresentação do Livro "Why not Asia?" > Inês Atienza e Joana Lucas > 5 Julho > 15h30


Porquê a Ásia? É a pergunta que todos nos fazem…

Também não sabíamos ao certo, mas através deste livro queremos mostrar-vos como descobrimos a resposta numa aventura de cinco semanas de voluntariado na Malásia, seguidas de quatro semanas de mochila às costas à descoberta do Sudeste Asiático.


JOANA FERREIRA DINIS LUCAS nasceu em 1992 em Lisboa. Toda a vida viveu em Torres Vedras, regressando a Lisboa para se licenciar em Publicidade e Marketing na Escola Superior de Comunicação Social. Voluntária e viajante do mundo vê agora publicada a sua primeira obra.

INÊS ISABEL DO PAÇO ATIENZA nasceu em 1993 em Lisboa. Licenciou-se em Publicidade e Marketing na Escola Superior de Comunicação Social. Teve a sua primeira experiência de voluntariado na Ásia, que fica marcada por este livro.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Concerto "Suryam Project" > 9 Julho > 22h



Suryam project

A diversidade sonora deste projecto que percorre o oriente e o ocidente em linhas e paisagens sonoras, onde África traz a cor e o ritmo que convida tanto à contemplação como à dança. Uma abordagem à world music combinada com a electrónica e o acústico reflectindo a heterogeneidade dos músicos que compõem este projecto.

Sonoridade: World music

Elementos:
Diogo Santos: Guitarras e percussões
João Charepe: Teclados; sintetizadores; percussões; vozes
Nuno Pereira: Percussões; Kora; N´goni; vozes
Sunil Pariyar: Bansuri e vozes


Duração do Concerto: 90 minutos

Improvisto + CAIO > 30 Junho > 20h30


Um evento surpresa para dia 30/06 com início marcado para as 20:30h na Livraria Ler Devagar. Prevêem-se atrasos porque joga Portugal e um espectáculo de teatro nunca começa a horas!
As portas estarão abertas e está prometido um serão agradável na companhia dos Improvisto que serão seguidos de um concerto do CAIO que fecha a noitinha acompanhado de outros músicos e uma celebração à maneira!
Tudo isto com direito a boa disposição e junção de vertentes artísticas - teatro de improviso + música açucarada.
Produções Incêndio

Exposição "Stone Bastards" > Margarida Fleming > 6 a 30 Julho


domingo, 26 de junho de 2016

Lançamento do Livro "Quimera" > Nuno Miguel Morais > 2 Julho > 16h


Imagino
Perfeitas colinas desertas
O feminino exposto
Iluminado
Por fogaréus de desalento
Irreflectido

A leniência da bruma
É um coração imperfeito
De adornos transparentes

Esqueléticos casulos
De outonos sibilantes
Ou apenas medos
Um carinho mineral
Ou quase nada.


"Bruma", pág. 28

-- 
Nuno Miguel Morais Nasceu em Lisboa, em Outubro de 1973. Desde cedo manifestou o gosto pela escrita, em especial pela poesia, microcosmos onde reflecte as suas ansiedades, emoções e desencontros. Amante de música, cinema e fotografia, trabalhou como designer, consultor gráfico, copywriter, músico e fotógrafo. Fundou a revista literária Contra-Corrente (2009-2011) e é autor do blogue "O Mundo Inteiro" (http://blogomundointeiro.blogspot.pt/).
Editou em formato digital as obras "Pecados da Lua" (2010), "Delírios do Tempo (2012), "Império Enigmático" (2012), "Pele" (2013), "Finisterra" (2014) "Breviários" (2015), disponíveis no site pessoal do autor em http://numiweb.net/livros/
Quimera é o seu primeiro livro pela editora Poética Edições.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Exposição "Despensas" > 6 a 31 Julho


''Despensas'' é o tema da exposição de desenho e pintura de quatro artistas com diferentes formações (arquitectura, desenho, design e pintura).
O título é o mote e o elo de ligação entre os trabalhos que, do ponto de vista conceptual e técnico, mostram um olhar muito particular sobre este tema.