quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Lançamento cinescópico umBU > 12 Nov. > 09 Dez — Acções cinescopicas: 15, 23 e 30 Nov. 18h-22h


Os livros (da) umBU são experiências vivas. Experiências únicas, humanas e respiráveis.
Rasgando brechas por onde o estranho e o incomum penetram, os olhos-objectos umBU revelam-se, descobrem-se em sensações, multiplicam-se em sons, imagens, toques e espantos.
Projectos plurais numa sala escura, reinventando-se em contínuo movimento. Uma projeção de camadas, o pó, os papeis, as ideias que se vão sobrepondo e misturando fora de formato.
Livros-vivos, objectos múltiplos, inquietos, saídos das nossas mãos.

umBU
Editora de não livros.
Editora de experiências.
Experiências de uma não-editora.
O colectivoBU encontrou na umBU um ponto de fuga, uma tentativa de materialização de projectos existentes e por existir. Assim, a umBU apresenta-se como um projecto plural onde coexistem papéis armazenados com reivindicações frescas; ideias recicladas, interpretadas, continuadas através dos objectos, objectos-livros, objectos possibilidades explodindo em experiências já vividas, que ainda vivem, encerrando uma infinitude de sentidos.
Cada objecto é uma experiência formada por camadas. Um objecto vivo, constituído por ritmos e significações que não existem só como tais, mas num movimento sujeito a múltiplas e divergentes hipóteses de deslocação. Objectos-coisa, coisas humanas, complexas, respiráveis, caprichosas. Livros fora de formato, manuais, conjunto de restos, escombros entulhados, pedaços de puzzle. Através deles sentir-se-á o sabor da sinestesia, o texto-experiência, a vivência do projecto, numa espécie de leitor-salteador, ávido de mais, em formas sem medida.
Objectos-livros.
Objectos-possibilidades.
umBU – editora de livros vivos.

sábado, 29 de setembro de 2018

Poetas sem Rede > 04 OUT > 21H

Voltámos, por amor à poesia,

“Que culpa terei eu de amar-te assim?
Que culpa terás tu de o não saberes?
Quem adivinha o que se passa em mim?
Como hei de adivinhar o que tu queres?...” Rui de Noronha

Voltámos, porque...

“O poema não é o canto
que do grilo para a rosa cresce.
O poema é o grilo
é a rosa
e é aquilo que cresce…” Natália Correia

Voltámos, para com todos vós, fazer crescer a poesia

Poetas do mês, Rui de Noronha e Natália Correia

Voltámos e teremos novidades.

Esperamos por ti

sábado, 8 de setembro de 2018

Life Drawing Lisboa


Apresentação do Livro "As pequenas Histórias" > 12 SET > 19H00


Reúnem-se nestas páginas as «pequenas histórias» saídas da pena de alguns dos mais influentes escritores de língua espanhola– muitos deles ainda inéditos em Portugal –, cuja importante obra traça, de modo panorâmico, as linhas mestras de uma das mais
singulares visões literárias do mundo. Nesta, tanto a indagação dos limites da realidade de um Lugones se pode aliar ao jogo de realidade e aparência de um Bioy Casares, como o visionarismo urbano de um Arlt pode contrastar com os ambientes naturalistas da selva de um Horacio Quiroga, ou a crítica mordaz à corrupção da classe política de Juan Jamón Ribeyro e José Donoso pode dar lugar à poética contemporânea de Ana María Moix. O resultado é um volume de descoberta literária, onde novos autores se encontram com novos leitores. Projeto apoiado pelo Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa no âmbito de Lisboa Capital Ibero-Americana


quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Apresentação de Livro > Enquanto a Chuva não vem > 07 SET > 18H30


SINOPSE
Neste livro, a autora revela a sua relação consigo própria, com o amor, e com os outros, numa fusão de emoções e sensações.Onde os sentimentos se entrelaçam sem deixar pontas soltas. A autora não fica indiferente ao confronto natural das emoções. Escreve a saudade e a ausência, o amor e o desencontro que é, tantas vezes, a vida de cada um. Está traçado neste livro um consentido convite a uma viagem pelos sentidos. "Uma torrente de afetos com um estilo criativo, divertido, inteligente e fortemente caracterizado pela intertextualidade e metalinguagem."

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Exposição > Charepe > 05 SET — 01 OUT

A ideia surgiu para o projeto final da disciplina Oficina das Artes com o propósito de não ter fotografias de edifícios iguais às 1000 que já existem.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Exposição "Ruínas" > Maria Martins Costa > 13 de Agosto a 2 de Setembro


Maria Martins Costa nasceu a 27 de janeiro de 1999, em Lisboa. Atualmente, estuda Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Entre as telas e as tintas sempre houve espaço para esta paixão e forma de expressão: a fotografia.
Sempre se interessou por fotografar pessoas, mãos e estranhezas do corpo humano.
Nesta série, a mão humana é representada por um frio molde de silicone, lembrando, de certa forma, outras partes do nosso corpo.

“Ruínas”, tal como o nome indica, remete-nos para o que nos é mais estranho: os restos e as partes abandonadas; algo que ruiu, caiu. De entre os trabalhos expostos, surgem fotografias do interior do molde. Interior este que nos pertence: um braço, uma perna, uma cara até. Olhar para dentro. Introspeção. É este o ponto chave do trabalho da Maria. Não é fácil deixar. Não é fácil mudar. Não é fácil evoluir. Queremos apagar
memórias, corrigir erros e vivências. Queremos abandonar passados – queremos uma nova “pele”.

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Maria Martins Costa was born on January 27th, 1999 in Lisbon. Currently, she is pursuing a bachelor’s degree in Painting at the Fine-Arts University of Lisbon. Between the canvases and the paintings, there was always room for another passion and way of expressing her art: photography. Photographing poeple, hands and the strangeness of the human body has aways been an interest. The sequence depicts the human hand
as a ruthless piece of silicone, somehow recalling other parts of the human body.
“Ruínas”, as the name implies, takes us to what we find most weird: the remains and abandoned parts; something that collapsed and fell. Among the exhibition, one can identify the inside of this human “body”. The inside belongs to us: an arm, a leg, our face. We should look inside. Introspection. This is the key point of Maria's work.
Leaving is not an easy step. Neither is change. Evolution is tough. We aim to erase memories, correct mistakes and relive experiences. We want to let go of our past - we want a new "skin".

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Ar:ris:car | (des)concerto


Concerto > Stav & Dudi > 17 AGO > 21H


Stav and Dudi are a sister-brother duo. Ethereal vocal harmonies intertwined with two guitars, the music is at once daring, soothing and captivating. Born in Israel with Iraqi and Polish heritage, the two grew up in Bellingen, Australia. The songs are inspired by their journey of migration between Israel and Australia and the creative melting pots of Melbourne and Tel Aviv. After a few years of living oceans apart, Stav and Dudi reunite to present their debut European tour and EP release. Stav released her debut album ‘The Horizon Line’ in 2016 celebrating with shows interstate and overseas. Dudi is a graduate of the Victorian College of the Arts (Melbourne) and is currently based in Tel Aviv developing his own unique language for the guitar.

www.dudishaul.com

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Leitura Encenada > As Quatro Mortes de Marie > 06 OUT > 17H00


AS QUATRO MORTES DE MARIE
SINOPSE

Numa manhã, antes de sair para a escola, Marie faz projetos para o futuro: caminhar até à Terra do Fogo, escrever as aventuras de Mary Simpson, ter quatro meninos e quatro meninas.
Entre as escovadelas de cabelo, a mãe, Simone, recorda-lhe os deveres: não chegar atrasada às aulas, conjugar o mais-que-perfeito do conjuntivo do verbo amar, o rol das compras. As ervilhas, as bolachas de chocolate, as
cerejas, os cigarros.
Antes dos beijinhos de despedida, Simone conta a história de um homem que viu qualquer coisa.
A caminho da escola, Pierrot Desautels aparece como o lobo da floresta.
Enquanto descobrem o sabor das gomas de cereja, Pierrot sonha com um oito rodas. A rolar e a ouvir ópera pelo mundo fora... Marie tem uma ideia luminosa: “eu Marie onze anos e meio... eu nunca morrerei”.
Já na escola, entre o ralhete da mademoiselle Gervais, as lições de História e de Geografia, Marie quer descobrir um continente.
Na cozinha, segue a dança triste de Simone: a música na rádio, a nesga de luz no soalho, um espelho, um fio de água a correr e o semblante das
passoas que partem...
De regresso a casa, a carta que Simone deixou é um pedido: “pensa em mim e no teu pai. Amo-te. Amo-te.”
Marie tem vontade de chorar, mas não chora.
Debaixo da mesa, um murmúrio.
O pai, Théo, regressa. Regressa porque perdeu uma coisa. Regressa para sangrar o destino dele, como um rio que corre, que escorre e se esvai.
Agarrada ao pai, Marie descobre o desgosto.

Marie é agora uma jovem ativista. Combinou fazer uma coisa muito importante com o amigo Louis. Mas Pierre salta do camião dele para fazer
ver a Marie que há ainda outras coisas, também importantes.
Marie hesita. Louis pressiona.
Marie inflama-se e grita palavras de ordem. Grita e arde.
Desta vez, Marie descobre a revolta.

Marie é uma mulher já não tão jovem. Os amigos reencontram-se. Os projetos e as realizações acalentadas outrora, menos. É agora uma profissional do sono.
A melhor amiga, Sylvette, traz com ela outra jovem Marie e, atrás de si, outras velhas feridas.
Pierre-Jean faz, agora, relatos de viagens. Ideais para animar serões e festas. A festa de Marie. Louis atarefa-se a satisfazer a coxa de Sylvette e um molar dorido. Ele ainda se recorda dos filósofos que lera outrora e dos gestos arrebatados e proibidos. Agora, fica-se pelo que é permitido.
Thomas chega porque Marie pediu. Porque Marie ainda sonha com alianças e com o que pode ficar depois deles. Mas Thomas veio para cheirá-la, para tocá-la e é tudo. Tudo o resto ele já tem: a tristeza, o tédio, as obrigações. Lá, de onde veio, também não há nada.
Marie engole a ferida da desilusão.

Um pequeno bote é agora o único território que Marie conhece. Não tem rumo certo, nem idade certa. Mas parte porque já não podia ficar.
Aconteceu assim, enquanto via a água pingar. Ainda haverá perguntas por responder? Marie está ofegante... Ainda haverá dragões para vencer? Há continentes para descobrir? Há idades para alguma coisa? Há coisas perdidas a recuperar? Os amigos gritam. Marie está só e ofegante...

Novembro 2016

Apresentação de livro > Pedaços de Espelhos e Anúbis > Carlos Santos > 10 AGO > 19H00


Depois de 20 anos de escrita, Carlos Santos resolve lançar o seu primeiro livro e partilhar os seus primeiros poemas, escritos ainda no século passado.

sábado, 21 de julho de 2018

Exposição > Speed Tribes by Ema Gaspar > 8 AGO - 26 AGO

PT
Sou a Ema Gaspar, uma artista residente em Almada, Portugal.
SPEED TRIBES é uma exposição com o conjunto de trabalhos que criei durante o ano de 2018.
A inspiração inicial vem dos gangues de motos do Japão chamados “Bōsōzoku”, em que uma das traduções do japonês é “speed tribes”.
Ao longo dos meses a ambiência e estilo de vida desta subcultura foram-se misturando com as minhas próprias emoções e vivências.
A exposição tornou-se, no final, na interacção das minhas próprias histórias numa sociedade super acelerada.

EN
I'm Ema Gaspar! I'm an artist based in Almada, Portugal.
SPEED TRIBES is an exhibition that shows a collection of my works made during 2018.
The initial inspiration comes from the Japanese motorcycle gangs called "Bōsōzoku", for which one of the translations is "speed tribes".
Over the months this subculture’s ambience and lifestyle started to mix with my own emotions and experiences.
At the end this exhibition turned out to be the interaction of my own narratives within a super accelerated society. 

Concerto > Hammond Crash > 4AGO > 21H30


sábado, 14 de julho de 2018

Oficina de bonecos e meditação > Dreams and a Heart > 17 JUL > 17H00 — 20H30


Concerto > Gonçalo Pires & André Matos > 21 JUL > 19H00



O duo de guitarras interpreta compositores brasileiros como Pixinguinha, Garoto, Hermeto Pascoal, Toninho Horta e Guinga.

Gonçalo Pires
Nascido em Portugal, onde desde cedo se interessou por música, viola e guitarra, entrou numa escola de jazz em Sintra aos 15 anos de idade.

Migrou para o Brasil, onde morou por 11 anos, logo começou a se interessar pelo universo da música brasileira, particularmente do choro, samba e bossa nova.

Actualmente trabalha como professor de música e músico freelance para concertos, gravações e outros trabalhos.


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Concerto > Flavio Tris > Sol Velho Lua Nova > 31 JUL > 20H00




Flavio Tris é cantor e compositor.

Lançou em 2013 seu disco homônimo de estreia, com produção de Alê Siqueira e participações especiais de Tulipa Ruiz, Filipe Catto, Celso Sim, entre outros. O álbum recebeu críticas elogiosas da imprensa especializada e figurou em diversas listas de melhores discos do ano. Nos anos seguintes, Tris realizou shows em praticamente todas as casas de show do circuito autoral paulistano (Casa de Francisca, Serralheria, Casa do Mancha etc), além de unidades do SESC na capital e no interior. Fez uma turnê por dez cidades do interior do estado (2016) e participou da Virada Cultural de Belo Horizonte. O disco foi trilha sonora da série “Santo Forte”, da AXN Brasil.

Em 2014, Tris foi o convidado da big band Projeto Coisa Fina para a abertura do renomado festival Wassermusik, em Berlim (Alemanha), subindo ao mesmo palco que artistas como Lenine e Mayra Andrade.

Lançou em 2017 seu segundo álbum, “Sol Velho Lua Nova”, pelo selo Circus. O disco traz 9 faixas autorais e representa a guinada do autor a um universo sonoro mais uniforme, de aspecto minimalista e contemplativo, ao contrário da atmosfera multifacetada de seu disco de estreia.

“Sol Velho Lua Nova” foi gravado em uma imersão de 4 dias na Casa Lumieiro, em São Paulo, na companhia dos compositores mineiros Luiz Gabriel Lopes e César Lacerda - que também assinam a direção musical do álbum - do produtor carioca Elisio Freitas - responsável pela captação e mixagem - e do paulista Guiaugusto Pacheco. Todos assinam os arranjos coletivamente criados e executados ao longo do processo de gravação. O destaque à voz e ao violão de Tris, aliado à delicadeza dos elementos que os circundam, dão protagonismo à dimensão lírica das canções e moldam o espírito do disco, que conta com participação especial da cantora Ceumar. O disco recebeu elogios da crítica (Mauro Ferreira, Silvio Essinger) e foi eleito o 40º melhor álbum nacional de 2017 pela conceituada lista do Embrulhador.

Mauro Ferreira, O Globo: http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/album-sol-velho-lua-nova-sereniza-poetica-e-cancoes-brasileiras-de-tris.html


quarta-feira, 4 de julho de 2018

Parfums de Lisbonne > 19 JUL > 19H00



Performances em dois tempos
1 A contre temps / Em contratempo 
« escapar à contenção da aparente evidência »  com  artistas e autores “dissonantes”, que se demarcam do consenso. Performances em movimento, com vozes faladas e cantadas a partir de  “O poema pouco original do medo” de Alexandre O’Neill e de trechos de A Instalação do medo de Rui Zink
2 Todavia a cidade cresce 
Apresentação performativa com poesia falada e cantada
Conversa e leituras à volta da obra de António Carlos Cortez.
O autor e José Manuel Esteves conversam e dialogam com o público.
Com: Vera Fortunato, Mariana Marques, Gonçalo Cordeiro, Daniel Morais, Dinis Gonçalves, Maria Simões, Augusto Vellozo-Pampolha
Acompanhamento ao piano : Luísa Gonçalves
Dança: Adrien Martins
Encenação : Graça Dos Santos

Guarda roupa : Isabel Vieira

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Poetas sem Rede > 5 JUL > 21H00



Julho é também o mês em que se recorda a morte de Sophia de Melo Breyner Andresen (2 de Julho), e por isso é a nossa poeta de homenagem:

           "Apesar das ruínas e da morte,
           Onde sempre acabou cada ilusão,
           A força dos meus sonhos é tão forte,
           Que de tudo renasce a exaltação
           E nunca as minhas mãos ficam vazias" 

  Sophia de Melo  Breyner Andresen 

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Espectáculo Teatral > O Segredo do Chá > 07 e 14 JUL, 11 e 18 AGO >16H00


Espectáculo para todas as idades de Marionetas, que mistura Fios e Sombras e está obra é baseada no livro do 
português Wenceslau de Moraes " O Segredo do Chá" e no livro " Contos populares da Ásia".