sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Concerto > Azuliebe > 16 NOV > 21H



Azuliebe nasceu no coração de Berlim em Janeiro de 2015. Os arranjos das grandes orquestras e compositores de Tango foram adaptados para violino e bandoneon com a suavidade, languidez e intensidade característica de tango. Toda a música de Azuliebe tem uma característica: pode-se dançar. Tango tradicional, fado e outros temas originais, compõem o repertório de Azuliebe. Tato e Maria, bandoneón e violino, instrumentistas e compositores, ambos com formação clássica, têm tido concertos um pouco por todo o mundo, unindo estilos clássico, experimental, fado e tango tradicional.

Entrada: 5€ 


Lançamento > Abril > Amélia Vieira > 12 NOV > 19H30


Apresentado por José Anes e Carlos Morais José


Recital de Piano > Teresa da Palma Pereira > 18 NOV > 18H


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Espaço Manchas de Tinta: Exposição > Tavares Manuell >03 NOV


Concerto > Mbye Ebrima > 25 NOV > 22H


Mbye Ebrima, mandinga, korista, compositor, cantor e diseur de história oral, nasceu em Jarra Soma, na Gâmbia, em 1988, numa famila djéli, os Mbye, tocadores de kora e reputados conhecedores e divulgadores da história oral mandiga-kaabunké há muitas gerações. 

O pai de Ebrima, El – Hadji Alieu Mbye, é korista e um dos grandes conhecedores da história oral da região.
Pelo lado materno, Mbye Ebrima descende de uma outra importante e antiga família djéli de tocadores de kora, os Cissoko da Casamamce. A mãe, Jabou Susso écantora em performances de música tradicional mandinga. 

Mbye Ebrima fez parte do grupo Kora Symphony, criado pelo presidente gambiano no qual foi um dos seis membros fixos e várias vezes solista. 
Em 2013, Mbye Ebraima partiu para o Senegal. Algumas semanas depois, para o Zimbabwe e daqui para Tanzânia. Em 2014 foi para Alemanha a convite do director da companhia de dança Mother Africa. 

Em 2015, fixou residência em Portugal, onde ainda hoje reside e trabalha enquanto músico. Desde então tocou várias vezes em Portugal e em Espanha, tendo tido como alguns palcos o B.Leza, o Auditório J. J. Laginha do ISCTE-IUL, o Auditório de Espinho, o Maus Hábitos no Porto, o Salão Brasil em Coimbra, a Musibéria em Serpa, o Coliseu do Porto (com Kimi Djabaté), entre outros. Participou em vários festivais, como ‘O Mundo Aqui’ em Ponta Delgada, ‘Encontros’ no Barreiro, ‘Música do Mundo’ no Seixal, ‘Encontro de Culturas’ em Serpa, ‘OITO24’ em Espinho, entre outros. 


Gravou um dos concertos no B.Leza e o concerto no ISCTE-IUL, respectivamente para RTP-Africa e RDP-África.

Actualmente desenvolve trabalho a solo, em dueto com Raquel Reis, violoncelista da Orquestra Gulbenkian, e com banda.


quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Concerto > Canalha > 04 NOV > 22h30


II Ciclo de Sociodrama com Arte > Vozes de Mulheres > Ana Luísa Amaral e Mc Soffia > 26 OUT > 19H




Exposição de Pintura > Mundos Alternativos > Anica Govedarica > Inauguração 1 NOV > 18H30 — até 23 NOV


Mundos alternativos
Se todos os mundos criados por nós próprios tivessem a consciência dos outros que coabitam ao lado deles, fariam um único mundo maravilhoso, harmonioso. Até que isso não aconteça, vão continuar a coabitar, inconscientes da existência do próximo, tendo apenas, por breves instantes, consciência da unidade com o outro.


Alternative worlds
If all the worlds created by ourselves had the consciousness of the others who cohabit with them, they would make a single wonderful, harmonious world. Until that happens, they will continue to live together, unaware of the existence of their neighbor, only briefly being aware of their unity with the other.



O trabalho apresentado nesta mostra foi feito durante os últimos quatro anos. Eventualmente cada peça foi criada por um impulso, uma resposta a alguma situação ou estado de espírito da altura. A intenção não foi mostrar a realidade como ela é, ou eu acho que é, mas deitar luz sobre as coisas que geralmente são classificadas como marginais, feias e esquecidas e mostrar a harmonia e beleza nelas escondida. Também por vezes a ideia foi gozar um pouco e trocar as realidades.
O que a maioria dos trabalhos têm em comum é o símbolo da gaivota. Se conseguem observar só, sem aplicar o rótulo conhecido ao pássaro, vão conseguir encontrar um outro sentido. A gaivota vai deixar de ser apenas um pássaro e vai ser tudo o que o observador conseguir imaginar ou sentir.


The work presented in this show has been done during the last four years. Eventually each piece was created by an impulse, an answer to some situation or state of mind of the time. The intention was not to show the reality as it is, or I think it is, but to shed light on things that are generally classified as marginal, ugly and forgotten and show the harmony and beauty hidden in them. Sometimes, too, the idea was to mock a little and change the realities.

What most paintings have in common is the symbol of the seagull. If you can only observe, without applying the common label to the bird, you will be able to find another meaning. The seagull will stop being just a bird and will be all that the observer can imagine or feel.

sábado, 14 de outubro de 2017

Lançamento > OCA > Antologias Poéticas de Afonso Henriques Neto, Roberto Piva e Wilson Alves-Bezerra > 21 OUT > 20H30


Sobre a editora: OCA é uma parceria de Raquel Menezes, editora da Oficina Raquel, e Sergio Cohn, da Azougue Editorial. Uma nova casa editorial em Portugal, voltada para a difusão da cultura e do pensamento brasileiro na Europa. A editora será lançada em outubro, com eventos em Lisboa, na Feira de Óbidos e na Feira de Frankfurt. Entre os primeiros livros da OCA está uma colecção de antologias de poetas brasileiros, com volumes de Roberto Piva (em celebração aos seus 80 anos), Afonso Henriques Neto, Guilherme Zarvos, Alberto Pucheu e Wilson Alves-Bezerra, uma colecção de ensaios brasileiros clássicos e contemporâneos, chamada Cadernos Ultramares, e os primeiros volumes da colecção Tembetá, de pensadores indígenas.

Sinopse: BUSCA DA GEMA NOS DESTROÇOS - Afonso Henriques Neto
 A poesia de Afonso Henriques Neto já foi definida como "uma imagética à beira do abismo". Afonso consegue transfigurar as grandes questões do seu tempo, como a repressão da Ditadura Militar, a contracultura e os movimentos de abertura política, em poemas de grande densidade e beleza, marcados pela profunda erudição do autor. É um dos autores mais originais da poesia brasileira das últimas décadas.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Palestra > Descubra mais sobre os seus relacionamentos amorosos através da Astrologia > 22 OUT > 16H30


A Astrologia é um Saber milenar valioso, que nos permite obter uma grande consciência de nós mesmos e dos outros com quem nos relacionamos, sendo uma preciosa ferramenta de auto-conhecimento e de desenvolvimento interior.

Venha aprender a interpretar o seu mapa astrológico e a descobrir mais sobre o seu relacionamento amoroso, como encara e vivência a relação, o que procura e necessita para se sentir mais realizado, quais as suas linguagens afectivas e como viver o seu relacionamento de forma mais plena e realizada.

Nós oferecemos o seu mapa astrológico para poder por em prática os conhecimentos adquiridos nesta palestra, descobrindo um pouco mais sobre si e os seus relacionamentos amorosos.

Por Isabel Antunes
Centro de Astrologia Tradicional e Moderna

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Lançamento > Uivo > Diogo Sabas Vieira > 12 OUT > 18H30


Workshop e apresentação de marca > FENG SHUI & DESIGN GRÁFICO > com Sandra Columé Pinto > 28 OUT > 17H30

CORPORATIVE FENG SHUI é um dos conceitos desenvolvidos por este projeto.
A aplicação dos princípios e conceitos do Feng Shui à criação de uma imagem corporativa mais atrativa, na elaboração de logotipos, cartões-de-visita, paginas web, e restante estacionário, atraindo assim mais clientes e sua fidelização.
No lançamento de marca do projeto Taoing realizaremos um workshop dirigido para profissionais da comunicação gráfica, parceiros e aberto ao público em geral .

Entrada livre!

Lançamento de Revista > Triciclo, N.º2 > 14 OUT > 16H


No próximo sábado, dia 14 de Outubro, pelas 16h00, realiza-se o lançamento da Triciclo #2, uma revista infantil impressa em risografia e de tiragem limitada. Esta revista é a terceira publicação da micro-editora infantil homónima, recém-fundada pelos ilustradores Ana Braga, Inês Machado e Tiago Guerreiro.

A revista Triciclo é inteiramente composta por passatempos. No entanto, a revista tem a forma de uma narrativa.

"E se um dia acordasses e os círculos se tivessem transformado noutras formas geométricas? Estarias a sonhar? Estarias dentro de um filme de ficção científica? Bom, parece absurdo, mas é verdade! Hoje as pessoas acordaram e, para espanto de todos, já não há mais círculos no mundo inteiro! Em Portugal ou no Chile, na Noruega ou no Japão, em todos os cantos do mundo os círculos transformaram-se noutras formas. 
O que aconteceu às nossas cabeças? Bom, algumas ficaram quadradas e outras triangulares. E às rodas dos carros? Bom, sempre podes andar a pé, até é mais saudável! E a bola para brincar no recreio com os amigos? Que tal jogar às escondidas ou à apanhada para variar?
Neste segundo número da Revista Triciclo, descobrirás como é viver num mundo onde as formas circulares não existem mais. Enfrentarás os problemas causados por esse estranho acontecimento, mas também inventarás soluções para eles. Visitarás outros planetas para descobrir que este acontecimento inexplicável é universal. Apostamos que no final já estarás habituado. No entanto, e como verás, o Universo está sempre pronto para pregar-nos novas partidas."
Do Editorial da Triciclo #2


Dimensões: 24cmx18cm. 
Impressão: risografia a duas cores (laranja e burgundi). 
Tiragem: 250 exemplares.