quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Lisboa Cidade Triste e Alegre
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Google e a Justiça francesa
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Lisboa Cidade Triste e Alegre
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Últimas Novidades...
Art for Obama – Shepard Fairey & Jennifer Gross
Boilerplate – Paul Guinan & Anina Bennett
Collect Raindrops – Nikki McClure
Grunge – Michael Lavine
Kirby – Mark Evanier
Krazy Kat – Patrick McDonnell
M – Jon J Muth
Made you look – Stefan Sagmeister
Manga Kamishibai – Eric P. Nash
My dog’s brain – Stephen Huneck
Secret Identity – Craig Yoe
Things I have learned in my life so far – Stefan Sagmeister
Underground Classics – James Danky & Denis Kitchen
Wordless Books – David A. Beronä
World Changing – Alex Steffen
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Últimas entradas de Livros em francês
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Últimas entradas de Livros em francês
Crise des sciences européennes et la phénoménologie transcendantale - Husserl
Écriture et la Différance – Derrida
Être Crâne – Didi-Huberman
Habits de la Nature, Les – Hans Silvester
Image Ouvert, L’ – Didi-Huberman
Image Survivante, L’ – Didi-Huberman
Images Malgré Tout – Didi-Huberman
Logiques des Mondes – Badiou
Manifeste pour la Philosophie – Alain Badiou
Marx – Michel Henry
Penser la Guerre, Clausewitz vol. I & II – Raymond Aron
Programme, Le / Structure Visible, La – François Jacob
Qu’est-ce que le Libéralisme? – Catherine Audard
Ressemblance par Contact, La – Didi-Huberman
Siècle, Le – Alain Badiou
Temps et Récit vol. 3 – Paul Ricoeur
Théorie Générale de la Connaissance – Moritz Schlink
domingo, 13 de dezembro de 2009
«A Cicatriz do Ar»

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Exposição School Out - Out of School (10 Dez - 19h)

A Galeria Arthobler-Lisboa apresenta a School Out - Out of School, exposição colectiva de alunos da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e do Ar.Co. A exposição tem como objectivo principal mostrar parte do trabalho que está a ser desenvolvido dentro das escolas de artes, pelos alunos que, dentro em breve, se apresentarão na cena artística nacional como a nova geração de artistas plásticos.
Integram esta edição da School Out - Out of School: Eugénia Rufino | Hugo Palma |Isabel Dimas | José Quintanilha | Manuel Diogo | Rui Aleixo | Victor Jorge
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Fernando Tordo apresenta o novo disco «Por este andar»

Fernando Tordo apresenta o novo disco Por este andar e expõe objectos com títulos, colagens feitas de 'tintas, papeis, fotografias, e títulos de temas musicais'.
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Se um disco der pelo nome de "Por este andar", é possível que tenha canções que se chamem "Diz o Obama". Pode ter acontecido que tenha nascido um neto ao compositor e que ele o tenha posto no mesmo tema com o referido Presidente. Quem sabe?
"As pessoas" são como são, já que as banalidades são melhores se forem ditas. Mas estas pessoas são tão especiais para quem as compôs, que ele afirma, apesar de tudo, que "o melhor são as pessoas". E se uma canção se chamar "A minha guitarra" é apenas o autor a denunciar-se em mais um caso amoroso; se a canção se chamar "Assim azul" é um sinal que o amor pode ser um título intrigante, assim azul?
A mãe do neto Matias é aquela Joana “Joaninha voa, voa...” que o pai compositor lançou pelos ares da cidade,"tens o teu filho em Lisboa..."
Mas há mais, se acaso o homem percebeu alguma coisa do que escreveu e tenta expor agora, pela primeira vez. Ainda ensaiará uma palavra amarga e doce muito especial, para surpresa de tanta gente, sobre a Amy Winehouse.
Em desespero, como se espera, falará de notícias tão loucas como são quase todas as notícias, "Neste jornal". À beira da derrocada, balbucia que lá ao longe ouve “Vozes amigas”, mas isso já não passa do alvorecer do fim, que é um tipo ficar “Sem palavras”.
Angustiadamente,
Fernando Tordo
Concerto de apresentação do CD «Dancing Fiddle»

DANÇAS é um projecto que invoca a (con)vivência dos seus autores com a dança, em diversas ocasiões. Seria redundante insistir na privilegiada relação que música e dança vêm mantendo desde a proto-história da arte, chegando, nalgumas culturas, a ser designadas pelo mesmo vocábulo.
Consideremos, por um momento, a plasticidade, a riqueza visual implícita na execução instrumental, da qual, helas!, nem sempre o próprio músico tem consciência. Um concerto ao vivo é, antes de mais, na nossa cultura do olhar (que não da escuta!), um regalo para a vista.
Tome-se o exemplo do violinista: — desde logo, a sua postura, erecta, dominadora, parte inseparável do seu charme; o movimento ondulatório do corpo, a relação cinemática do movimento do arco (amplitude) com o som (dinâmica), a coreografia dos dedos nas cordas. Todos estes e tantos outros elementos insubstituíveis do espectáculo musical o equiparam à dança, à sublimação do corpo e do movimento.
Os exemplos que apresentamos neste espectáculo não pertencem à categoria da música dita funcional. As obras pressupõem uma estilização de danças não sendo, no entanto, escritas com o propósito de serem dançadas. Quando se menciona uma valsa, uma rumba ou uma mazurca, estamos de facto a referir géneros musical-instrumentais que se autonomizaram, se emanciparam da sua função original, destinando-se, essencialmente, a serem ouvidos. Tal propósito determina-lhes uma mais elaborada construção, complexidade formal e harmónica e apuramento estético, pois à música cabe a inteira responsabilidade de monopolizar a atenção do espectador. Estas danças são assim, à sua maneira, uma bem lograda síntese da obra musical com o movimento coreográfico que, remotamente, lhe subjaze, despertando ainda outras referências contextuais complexas, dependentes do nível de (in)formação do ouvinte/ espectador – figurino, envolvimento cénico, contexto histórico/ geográfico/ social, ou mesmo uma história / programa.
Assim possam estas pequenas peças iniciá-lo noutros tantos microcosmos de vivências. Dessa forma o nosso esforço terá sido amplamente recompensado.
LUÍS PACHECO CUNHA - VIOLINO | EURICO ROSADO - PIANO | SOFIA SILVA - DANÇA
BILHETES | Entrada com oferta de CD - 15€ | Entrada com oferta de CD/desconto de Convite - 12€ | Entrada simples - 7€ | Entrada para Estudantes - 3€
RESERVAS | 962 857 089
LOCAL | Galeria - Piso 1
Lançamento do Livro «2780 Taberna - Cozinha Experimental»

LIVRO | As receitas são apetitosas, a ideia inovadora (o conceito de Cozinha Experimental da Taberna 2780 inova fundindo produtos e ingredientes - quase todos portugueses - de diferentes regiões para reinventar receitas antigas e recuperar sabores perdidos), os textos irreverentes, as fotografias divinais, a apresentação original... Sim, a avó tem razão: este é o melhor livro de culinária de sempre! E o melhor de tudo é que o "leitor/cozinheiro" pode fazer parte dele (o livro contém páginas em branco onde cada um pode e deve acrescentar as suas próprias receitas).
AUTORES | Bernardo Mendonça | Nuno Barros (ou Chef Cardoso) | Lúcia Moniz
LOCAL | Máquina - Piso 1 - 2 de Dezembro, pelas 19h.Lançamento do Livro «Grande Feiticeiro Amarelo»

O cavaleiro ostenta um anel mágico que o faz viajar através de um nevoeiro verde e, assim, rapta 1000 goesas que dizem ser as mais fiéis e belas do Mundo (exaltadas por Camões). Rapta-as apenas para lhes oferecer um dos seus valiosos cavalos e para as tratar bem. É que, tradicionalmente, as goesas são obrigadas a queimarem-se por morte do marido. O cavaleiro salva-as!
Mas, nem as 1000 goesas, nem os 1001 cavalos, o fazem sorrir. Falta-lhe mais uma, tantas quantas os cavalos. Regressa a Goa e cruza-se na praia com uma mulher diferente das demais encontradas. Uma mulher que não sabe falar, o faz sentir só e o leva a rir finalmente. É uma sereia que se apaixona pelo riso amarelo do cavaleiro com dentes de ouro. Ambos mergulham no mar de Goa e transformam-se numa espécie de golfinhos sorridentes.
LOCAL | Máquina - Piso 1 - 27 de Novembro, pelas 17h.






