«(...) os livros são caros no acto de compra, não valem nada na revenda, assumem preços incomportáveis depois de esgotarem, são pesados, acumulam pó, sofrem com a humidade e com os ratos, a partir de uma certa quantidade tornam-se quase impossíveis de transportar de uma casa para outra (...)»
Jacques Bonnet, Bibliotecas cheias de fantasmas, trad. José Mário Silva, Quetzal, 2011
