quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Lançamento "Ecos" > 22 NOV > 18H



A abrir com versos de longa data, traçados ainda adolescente num primeiro contacto com a escrita do sentir, seguindo na sua descoberta que se faz todos os dias, como algo novo que se tenta perceber, sentir este por vezes ambíguo, sem grande expressão mas repleto de questões, também acordadas na dor que tantas vezes o acompanha, dor que precisa de ser traduzida, pensada, tornada tolerável e sim, muitas vezes finalmente chorada.
De tantas vicissitudes a procura de calma impõe-se, perdeu-se, desgarrada procura-se em pequenas reflexões dos porquês, a distância como a saudade impõe-se, num acordar para novas realidades mais leves mas igualmente profundas, a todo aquele que as queira olhar.
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Opening with long-term poems drawn as a teenager in a first contact with the writing experience, following in its discovery that is done every day as something new that you try to understand, feelings sometimes ambiguous, without much expression but filled with issues, also awakened in the pain that so often accompanies them, pain that needs to be translated, thought, made tolerable, often and finally wept.

From so many vicissitudes the search of peace imposes itself, lost, stray, it searches itself in small reflections of the whys, some distance as the longing impose themselves, an awakening for new softer but equally profound realities, to anyone willing to consider.