quinta-feira, 31 de março de 2016
segunda-feira, 28 de março de 2016
quinta-feira, 24 de março de 2016
quarta-feira, 23 de março de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
"Anéditura, cantar Pessoa" > Paulo Sanches > 21 Maio > 22h
Paulo
Sanches é natural de Lisboa, autor e produtor do projecto “Aneditura
“Cantar Pessoa.
Grande
admirador do eterno e grande poeta Fernando Pessoa, musicou alguns
dos seus poemas criando canções, através de melodias diversas,
ousando, que as mesmas fiquem no ouvido de quem as ouve, sem
preconceito ou influência musical, permitindo uma abordagem
reinventada à poesia do Poeta, preservando toda a sua enorme
qualidade poética.
Exposição "Caminhos" > Maria Lúcia Veiga > 30 Março a 17 Abril
"...as imagens da guerra actual como presentificação dos terrores e desamparo infantis..."
Maria Lúcia Veiga
marialuciaveiga.wix.com/arte
www.facebook.com/
Exposição de Pintura "Cartografias" > Teresa Ribeiro > 27 Abril a 15 Maio
Cartografias, mesmo!
(…) É que quem tem vindo a acompanhar a obra da artista, é inevitavelmente levado a verificar que, de facto, de cartografias ela é feita. Na realidade, tanto a série "Movimento dos Sons" (1993), como a de "Paisagens Matéricas" (1999) e a de "Espírito da Matéria" (2002) – talvez as mais significativas neste particular cadastral geográfico –, se apresentam (até pelas designações) como registos bem definidos, nas suas latitudes e longitudes mentais de espaços, signos, essência pictórica, geometrias e volumes, ideários e sensações.
Sim, sensações, aquilo que em princípio se procura ao observar uma obra de arte. E que nesta série elaborada desde 2012 até agora nos surgem eivadas de dramatismo – já que, por azar do destino, são mostradas num tempo incompreensível de desprezo pela vida humana, em que rios de sangue escorrem para o nosso quotidiano, pontuando uma cartografia que compreende topónimos como Nova Iorque (…) Paris, Bruxelas…
Enfim, a artista não o terá procurado conscientemente e pode parecer abusivo o palavreado de quem lhe apresenta a mostra. Mas nestes dias é quase inevitável a associação, pela violência das manchas vermelhas que Teresa Ribeiro coloca nos suportes, no entanto em contraste com mares de calmaria azul. Por outro lado, sublinha os seus mapas com o esgrafitado nervoso, que de há muito lhe marca a obra, e imaginárias manchas de névoa. Algumas peças são até rasgadas por meridianos e paralelos que dão enquadramento aos territórios pictóricos que se pretende cartografar, disciplinada ou aleatoriamente….
Digamos que com este conjunto de massas coloridas e caligrafias abstractas, as cartas com que Teresa mapeia o espaço se tornam parte da nossa geografia pessoal e colectiva, do nosso atlas humano de seres complexos e diversos, de inúmeras vivências definidas por múltiplas coordenadas e outros tantos azimutes. Porque não somos de um único ponto, de um único pólo, de um único continente. Por isso, também, esta exposição se torna tão fascinante.
Joaquim Saial, Abril/2016
BIOGRAFIA
Teresa Ribeiro
Naturalidade – Lisboa
▪ Formação académica
Licenciatura em Design pela
Escola Superior de Belas Artes de Lisboa;
Mestrado em História da Arte pela
F.C.S.H. - Universidade Nova de Lisboa.
▪ Associações
Membro de L’ Association des
Artistes de France.
▪ Exposição permanente da sua
obra
Palácio dos Capitães Generais.
Angra do Heroísmo;
Palácio da Madre de Deus, Angra
do Heroísmo;T.A.P. Air Portugal, Lisboa;
Colecção de Arte Contemporânea do
Governo Regional da Madeira, Funchal;
Colecção de Arte Contemporânea do
Museu Regional de Sintra; Vila Franca de Xira; Museu
Mun.do Sabugal; Fund. Bernard Tallés. Marselha, França;
Museu da Cidade de Lisboa; Col.
particulares, Portugal e no estrangeiro.
▪ Prémios
1993 Prémio de Pintura
Abstracta,Medalha da Cidade Gimont, França
1995 Selecção do melhor
artista internacional. Château de Saint-Victor - França;
1995 Prémio do Júri
Visitante
- Grand Prix du Languedoc -
Roussillon;
- Galerie Jules Salles, Nîmes,
França;
1993 Medalha da Cidade de
Saint-Galmier. Salon Européen des Beaux Arts - França;
1993 Prémio de Pintura
Abstracta. Medalha da Cidade Gimont, França
CONTACTOS :
- Contactos – Tel. 963 568
822
- Email – r.teresaribeiro@gmail.com
- Site – www.teresaribeiropintora.com
Concerto Jazz > Arsénio Martins e Ricardo Quintas > 25 Março > 21h
Programa:
1. A Fogueira não queima as lágrimas
2. Filme com imagens de jazz
3. The Crowd
4. Na Margem do Prazer
5. SorrisoS Invisiveis
6. Notas Brancas
7. Papo Furado (Baião) - Hermeto Pascoal
8. Cinema Paraiso - Andrea Morricone
9. Western Tango
10. La Mancha Blues
Arsénio Martins > Piano & Composição
Ricardo Quintas > Clarinete
Arsénio Martins > 20 anos 1996 / 2016
segunda-feira, 21 de março de 2016
quinta-feira, 17 de março de 2016
Concerto Vicente Lua > 16 Abril > 19h
Vicente Lua irá apresentar um conjunto de canções originais que se inspira no trabalho dos grandes cantautores portugueses e brasileiros, onde procura casar a sua poesia pessoalíssima com a pesquisa harmónica e a interpretação dinâmica, criando desta forma, um universo musical único.
quinta-feira, 10 de março de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
Lançamento do Livro de Poesia “Lunaris", de Rosário Ferreira Alves > 20 Março > 16h
“Trata-se, a meu ver, de uma poesia consistente e rítmica, particularmente bela nas imagens que constrói e sugere, e que ora nos serenam, ora nos inquietam e nos envolvem sempre, sílaba a sílaba, na direcção primordial de uma claridade maior.”
Maria João Martins, sobre a obra da mesma autora, “reflexos na desordem das sombras”
“Disposta em poema branco, trata-se de uma escrita incisiva e inquietante, que nos questiona, amiúde, sobre o propósito da viagem; os caminhos e as margens; as esquinas e os contornos; apelando à justiça, à linearidade clarificadora das coisas, à “verdade dos instantes sem sombra”.”
Mel de Carvalho, sobre “reflexos na desordem das sombras”
“A poesia da Rosário contém, noutros versos, uma dose inesperada e subtil de sensualidade, sempre a par com a cumplicidade entre o corpo e a natureza.
Vera de Vilhena, sobre “reflexos na desordem das sombras”
“Rosário Alves, escritora de versos, é dona de um estilo criativo e inteligente, caracterizado por uma equação de olhares. A autora surpreende com o talento que vem da alma para criar emotividade de raiz obscura, reunindo versos que afagamos no íntimo da nossa solidão.”
Luís Galego, sobre “reflexos na desordem das sombras”
Rosário Ferreira Alves nasceu em S. Pedro do Sul, distrito de Viseu, no Verão de 1969. Mudou-se para Lisboa muito jovem para estudar e trabalhar na área do turismo. Os livros e a escrita têm sido um portal de encontro com o que é natural, livre e belo. "reflexos na desordem das sombras" (2013) é o seu primeiro título publicado na Poética, a que se segue este "lunaris". De sensibilidade depurada, tem como sonho ser, como diz o mestre Agostinho, além de poeta também poema.
Para mais informações:
poeticaedicoes@gmail.com | 960039138
http://poeticaedicoes.blogspot.pt/
Livraria de Lisboa em top 10 mundial do 'industrial-chic'
Livraria de Lisboa em top 10 mundial do 'industrial-chic': Jornal Guardian escolheu 'dez dos espaços industriais mais chiques em todo o mundo'. A Ler Devagar, na Lx Factory, em Lisboa, é uma delas. A 'bicicleta voadora' ajuda.
terça-feira, 8 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
Apresentação do Livro "Os Algozes de Nenhures" de Ana Ferreira da Silva > 25 Mar > 18h30
“Nenhures seguia a sua rotina pachorrenta, retardada pelo calor do Verão.
“Uma bela tarde, em pleno dia de feira, o adro da igreja fervilhava de barulho e confusão, quando o povo foi surpreendido pela passagem dos homens de D. Furibundo, que atravessavam a multidão arrastando atrás de si três presos com ar de quem não facilitara a prisão. A fechar o cortejo vinha uma carroça manca puxada por um burro manco. Dentro da carroça, mal encobertos por uma velha manta, uns pés e umas mãos sem vida traíam o crime dos malfeitores.
“ – Abram alas! – bradava o soldado que abria o cortejo. – Abram alas à justiça de Nenhures!”
Sobre a Autora:
Ana Ferreira da Silva nasceu em Lisboa, a 7 de Maio de 1957. A sua infância decorreu entre Madrid, a linha de Cascais e Moçambique. Este contacto precoce com culturas e mentalidades diversas contribuiu para uma salutar abertura de espírito, mas também para o desenvolvimento de um carácter introspectivo, fruto dos frequentes desenraizamentos. Foi deste modo que, ainda em África, começou a voltar-se para a escrita, ensaiando os primeiros passos em poesia e conto.
Aos 14 anos começou a interessar-se pelo romance histórico.
Licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa e actualmente é anestesista do quadro do Hospital das Forças Armadas, mantendo a escrita como actividade paralela.
Não sendo a sua primeira obra, o conto medieval “Os Algozes de Nenhures” surge como a sua estreia perante os leitores.
Apresentação do Livro "Sina Social Cigana", de Manuel Carlos Silva > 15 Mar > 18h30
O Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais, Polo UMinho, as Edições Colibri e a Livraria Ler Devagar convidam V. Ex.ª a estar presente na apresentação do livro “Sina Social Cigana. História, Comunidades, Representações e Instituições”, de Manuel Carlos Silva e colaboradores/as, a qual terá lugar no dia 15 de Março, pelas 18h30, na Livraria Ler Devagar, em Lisboa.
O livro será apresentado pelo Professor Doutor Pedro Bacelar Vasconcelos, Professor Associado da Escola de Direito da Universidade do Minho e pela Professora Doutora Maria Manuela Mendes, Professora Auxiliar da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa.
Sobre o Autor:
Manuel Carlos Silva – Doutorado pela Universidade de Amesterdão em Ciências Sociais, Culturais e Políticas. Professor Catedrático aposentado e Investigador Integrado no Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais, Polo UMinho, foi Diretor do Centro de Investigação em Ciências Sociais entre 2002 e 2014. Distinguido com o Prémio Sedas Nunes pela obra “Resistir e Adaptar-se” (1998, Afrontamento) sobre o campesinato, tem publicado sobre o rural-urbano, desenvolvimento e desigualdades sociais (de classe, étnicas e género). (Co)organizador de Congressos nacionais e internacionais, foi Presidente da Associação Portuguesa de Sociologia entre 2010 e 2012.
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