segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Vª Sessão Movimento e Imagem > "Posto de Trabalho" de Valter Vinagre > 1 Mar > 19h30


POSTO DE TRABALHO – Valter Vinagre é o convidado da quinta sessão do Movimento e Imagem

Valter Vinagre é o fotógrafo em foco na quinta sessão do ciclo “Movimento e Imagem”. A convite do Movimento de Expressão Fotográfica, o fotógrafo vai explorar o seu projecto “Posto de Trabalho”, exposto em 2015 na Fundação EDP, numa conversa com o público no dia 1 de Março (Livraria Ler Devagar, LxFactory, em Lisboa).

“As fotografias que apresento nesta série – «Posto de trabalho» - não mostram gente, mas é de gente que falam. Temos espaços e construções de aspecto efémero que abrigam e ocultam uma actividade laboral subterrânea”. É desta forma que Valter Vinagre fala do projecto que o levou à berma das estradas entre 2010 e 2013. As imagens foram concretizadas pelo fotógrafo com o objectivo de documentar a prostituição numa das suas vertentes, “talvez a mais dura, perigosa e menos digna para as suas trabalhadoras e clientes”.

O projecto foi alvo de uma exposição no Museu da Electricidade, em Lisboa, no final de 2015 (com curadoria de João Pinharanda), e publicado em livro na mesma data. No dia 1 de Março (terça-feira), a partir das 19h30, Valter Vinagre partilhará a sua experiência na construção do projecto, abordando a concepção do mesmo e as vicissitudes do trabalho de campo, bem como a abordagem criativa para a sua concretização na mostra e livro consequentes. A sessão é aberta do público.

O ciclo “Movimento e Imagem” apresenta eventos quinzenais com convidados do campo da Fotografia e do desenvolvimento artístico sobre Imagem. Quinzenalmente, na primeira e terceira semana de cada mês, as tertúlias são abertas ao público em geral, com temas tão diversos como o Documentalismo, Fotografia e Integração Social, Curadoria, ou Identidade e Memória. “Movimento e Imagem” é uma iniciativa do Movimento de Expressão Fotográfica.

Informação adicional sobre o Movimento de Expressão Fotográfica e o ciclo “Movimento e Imagem” está disponível em: http://www.mef.pt/mef/

Conversa entre Garth Risk Hallberg e Richard Zimler, moderados por Helena Vasconcelos, sobre o Livro "Cidade em Chamas"

Garth Risk Hallberg e Richard Zimler, moderados por Helena Vasconcelos, conversam sobre Cidade em Chamas e a Nova Iorque dos anos 70.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Lançamento "Não Há Tantos Homens Ricos Como Mulheres Bonitas Que os Mereçam" de Helena Vasconcelos > 2 Mar > 18h30



"Não Há Tantos Homens Ricos como Mulheres Bonitas Que os Mereçam", de Helena Vasconcelos

Quando uma grande leitora se lança à escrita de um romance, fá-lo pela mão de Jane Austen.

Ema Bovary, Ana Karenina, Maria Luísa (prima de Basílio): mulheres criadas pela literatura que viram nos romances que protagonizam a sua vida corrompida pelo consumo de matéria literária. Também Ana Teresa DeWelt, a mulher do romance de Helena Vasconcelos, mergulha no universo da autora de Orgulho e Preconceito, enquanto em fundo está o retrato dos dias que correm entre Lisboa e Londres e outros lugares de Austen.

«O mundo divide-se entre as pessoas que gostam de Jane Austen e as que não gostam» diz Ana Teresa DeWelt. Ou entre estas e as pessoas que ainda não leram Jane Austen. Helena Vasconcelos conduz os leitores de qualquer dos mundos numa revisitação contemporânea de Jane Austen, através dos olhos de uma leitora, também ela, apaixonada pela escritora e convertida à literatura contra as normas vigentes do seu tempo – apesar de usar o email, o facebook, as mensagens curtas de telemóvel.

Sobre o livro: Helena Vasconcelos é uma profunda conhecedora da obra de Jane Austen e neste seu primeiro romance põe em contraponto o universo da escrita da inglesa de oitocentos e o da heroína contemporânea, Ana Teresa DeWelt, jovem mulher do século XXI, que procura a felicidade, estudando incessantemente os seus indícios e pensamentos, ainda que velados, na prosa austeniana.

O papel das jovens adultas na sociedade do fim do século XVIII e início do século XIX (com os seus ritos, costumes, valores, preconceitos) não é certamente o mesmo nos dias de hoje. Muitas coisas mudaram nas sociedades e na maneira como valorizam, ou não, a mulher, mas nem tudo mudou. Este divertido romance, cujo título foi retirado de Sensibilidade e Bom Senso, é também uma sátira de costumes e cumpre a «agenda» dos livros de Austen: debaixo da aparência de normalidade e conformidade com as regras (também literárias), observa e critica com ironia e subtileza, os meandros da família, da amizade, do interesse material, do desejo e do amor.

Informações adicionais:
Margarida Ferra
margarida.ferra@bertrand.pt | 927520879

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Apresentação do Livro "Subir as notas, mas como?" > 11 Fev > 18h


“ Subir as notas, mas como? “ é um livro que ajudará muito os pais, em tempo real,  a entender, a lidar e a agir com os  filhos que frequentam o ensino básico, apresentando  modos de ajuda  adequados a diferentes necessidades dos estudantes.
É um guia prático com situações reais e respostas objetivas, com um enorme conjunto de exemplos, orientações e estratégias de acompanhamento e de alerta para que o estudante, enquanto “PESSOA  INTEIRA”, possa chegar a um efetivo sucesso.

Teatro-Musical "Letras Perambulantes" > 14 Fev > 16h


Digressão por Portugal do espetáculo Letras Perambulantes, um teatro-musical dedicado às crianças e jovens, que já recebeu diversos prémios no Brasil e retrata uma das maiores expressões artísticas da cultura popular brasileira: a Literatura de Cordel. A montagem é do Núcleo Caboclinhas, um dos mais reconhecidos grupo de teatro infanto-juvenil do Brasil.

O projeto:
A ideia de realizar essas apresentações em Portugal tem um grande motivo. Foi pelas mãos dos portugueses que essa arte chegou ao Brasil ainda no início de sua colonização e influenciou a cultura brasileira com uma obra altamente questionadora, impactante e bela.

Baseada na obra de Patativa do Assaré, um dos seus maiores representantes, o espetáculo propõe uma aproximação com o jogo das palavras, através das rimas dos cordéis, destacando a importância das palavras e aguçando a criatividade de quem as ouve. O público é convidado a partilhar seus poemas, interagir em algumas ações dramáticas da encenação e cantar versos de cantigas populares brasileiras executadas ao vivo pelas quatro atrizes em cena. 

Literatura de Cordel:
A literatura de cordel é assim chamada pela forma como são vendidos os folhetos, dependurados em barbantes (cordão), nas feiras, mercados, praças e bancas de jornal, principalmente das cidades do interior do Brasil. A tradição dessas publicações populares, geralmente em versos, vem da Europa. No século XVIII, já era comum entre os portugueses a expressão literatura de cego, por causa da lei promulgada por Dom João V, em 1789, permitindo à Irmandade dos Homens Cegos de Lisboa negociar com esse tipo de publicação.

Movimento e Imagem #3: Uma Residência Artística > 2 Fev > 19h30



Movimento e Imagem #3: Uma Residência Artística

Em 2016, o Movimento e Imagem leva à Ler Devagar todo o campo da Imagem e da Fotografia. Na terceira sessão, vamos falar com os fotógrafos Rui Dias Monteiro e Catarina Botelho para revelar a sua experiência em Cabo Verde. Em 2015, os dois artistas desenvolveram projecto nos Mindelo (Ilha de São Vicente), que resultaram numa exposição, masterclass e outras iniciativas no campo da Fotografia. A 2 de Fevereiro próximo, ambos vêm ao Movimento e Imagem partilhar a sua visão da residência artística, numa sessão de diálogo com e sobre imagens. A partir das 19h30, na Livraria Ler Devagar (LxFactory, Lisboa).

Movimento e Imagem #4: a Fotografia enquanto Processo > 16 Feb > 19h30


Movimento e Imagem #4: a Fotografia enquanto Processo

Em Fevereiro, o Movimento e Imagem dedica-se à componente processual da Fotografia. Na quarta sessão do ciclo, promovido pelo Movimento de Expressão Fotográfica, há espaço para três convidados particularmente interessados neste campo: José Soudo, Magda Fernandes e José Domingos. Na terceira semana de Fevereiro, a livraria Ler Devagar abre as portas para abordagens estenopeicas e cianotipias, numa conversa tão fotográfica que cheira a nitrato de prata. É no dia 16 de Fevereiro, a partir das 19h30, na Ler Devagar (LxFactory, Lisboa).