domingo, 31 de julho de 2016

"Treze Cordas" > Walter Areia & Rafael Marques > 7 Agosto > 17h


Treze Cordas
Walter Areia & Rafael Marques

APRESENTAÇÃO

A diversidade musical de Pernambuco ultrapassou as fronteiras do Nordeste do Brasil. Seja com a rica percussão, representada por nomes como Naná Vasconcelos, ou pela forte tradição dos instrumentos de cordas dedilhadas, referências nacionais que com as quais se toca do Frevo de Bloco ao Chorinho. Essa qualidade musical é reverenciada por vários instrumentistas como Hermeto Paschoal, Egberto Gismonti e também Hamilton de Holanda, criador e referência mundial no bandolim de 10 cordas, que tem eco em Rafael Marques, único a tocar o instrumento na região Nordeste.
Em contrapartida à escola de cordas dedilhadas, ainda não foi estabelecida uma tradição pernambucana para o contrabaixo na música popular. Tal fato dá grande liberdade a Walter Areia, autodidata reconhecido pelo modo original de tocar um contrabaixo de 3 cordas, criando uma mistura inédita do estilo “gipsy” com o brasileiro.

O SHOW

Contrabaixo e bandolim soando como um só instrumento. Eis o mote do novo projeto dos pernambucanos Walter Areia e Rafael Marques. O dueto, que reúne dois instrumentos aparentemente distantes, estão juntos, criando um repertório de composições próprias, e de grandes mestres da música popular brasileira.
Os arranjos são assinados tanto por Areia, que é ex-integrante da banda Mundo Livre S/A e criador do Areia e Grupo de Música Aberta, quanto pelo bandolinista Rafael Marques, da banda Saracotia. Os dois instrumentistas são versáteis e somam participações em trabalhos que vão da música pop pernambucana (Juliano Holanda, Isadora Melo, Geraldo Maia) até a improvisação, tendo os dois tocado recentemente, com o saxofonista colombiano Antonio Arnedo.

O ÁLBUM

Com o recém-lançado álbum Treze Cordas, ​a dupla pretende dar início a uma turnê desde Lisboa, cidade escolhida pelo contrabaixista de ascendência portuguesa como morada neste segundo semestre do ano.

SOBRE OS MÚSICOS

Walter Areia é contrabaixista, compositor e produtor e, por mais de 13 anos, foi integrante da banda Mundo Livre S/A, precursora do movimento Mangue Beat, com a qual recebeu a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura em 2005 (MinC) e o Prêmio da Música Brasileira de melhor banda de 2012. Areia investe ainda em uma carreira solo, que segue pelo âmbito da música instrumental. Em 25 anos, o artista tocou com nomes internacionais, como o guitarrista norueguês Steinar Aadnekvam; o trompetista grego radicado na França Dominic Ntumous; Arto Lindsay; Naná Vasconcelos e o coinventor do Afrobeat, Tony Allen, os brasileiros Alceu Valença, DJ Dolores; Jacinto Silva; Maciel Salú; Patrícia Polayne; Otto; Paulo Rafael, para citar alguns.

Rafael Marques​, é bandolinista e compositor. Iniciou sua carreira junto ao conjunto de choro Arabiando, que deixou um CD gravado com algumas de suas composições e arranjos. Ao longo de sua carreira contribuiu com seu bandolim e arranjos junto ao trabalho de grandes nomes do estado, tais como Geraldo Maia, Karina Espineli, Xico Bezerra e atualmente compõe o trio de música instrumental brasileira Saracotia.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Exposição "A Subversão Mundial" > Nelson Ricardo > 4 a 22 Janeiro


A Subversão Mundial

A Humanidade, numa reflexão poética, pela expressão artística do Poeta Nelson Ricardo, navega pelas cores e simbologia da pintura, num romance subversivo e vanguardista, após a publicação de Versus e Sangralma, dois livros de poesia.

A simbiose dos elementos semióticos de belas artes, na libertação personificada da visionária perspectiva do Mundo. Uma viagem enraizada no Fado, um convite ao sentimento da voz que embala e fortalece a grandeza do Humanismo na Humanidade.

Nelson Ricardo

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Encontro "Pensar o Século XXI: Eutanásia Eticamente (I)Legítimo?" > 16 Julho > 17h30


Apresentação do Livro "Cancro da Mama: Dores do Sofrimento Feminino na Experiência com a Doença" > 23 Julho > 18h


Só a palavra, assusta. Mesmo que o cancro esteja no vizinho do lado. Mas esse vizinho é sempre um amigo ou um familiar, pois não deve haver no mundo quem não tenha alguém afetado por esta doença.

Ler este livro é, então, como uma peregrinação. Ao encontro desses outros e de nós mesmos, de algumas respostas e conhecimentos que as diversas ciências, e em particular a psicológica, nos dão sobre esta enfermidade que tem uma alta incidência nos tempos que vivemos. O que é o cancro? Como se manifesta? Que dores nos fazem sofrer?

O que contribui para o seu aparecimento? O que facilita a cura?

A Doutora Sónia Remondes Costa escolheu investigar o cancro da mama, e por via disso dá-nos a oportunidade de entrar no Reino do Feminino, e mostra-nos como o órgão que a doença “escolhe” já pode indiciar inúmeros significados, e como são diferentes os sofrimentos consoante a parte do corpo que adoece. Mas como nos seres humanos não há corpo sem mente (ou alma, ou psique, ou como quiserem), a autora defende, e bem, como a psicologia tem, nesta área, inúmeros e promissores caminhos a desbravar: porque o corpo adoece a alma, ou vice-versa; ou, talvez melhor, o corpo e a alma adoecem sempre ao mesmo tempo, porque afinal são uma e só unidade. Sei do enorme empenho, e saber, e motivação da autora por esta temática, porque tenho acompanhado de perto o seu percurso.

Em Portugal estamos a dar os primeiros passos na Psico-Oncologia, e a Sónia Remondes Costa é um dos membros pioneiros, e leciona na sua universidade (a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro), e com muito êxito, uma disciplina com este nome, que é talvez a primeira e a única no sistema de ensino superior público português.

Sobram, enfim, razões para recomendar a leitura desta obra, porque ela contém a sabedoria da autora sobre esta temática, que lhe veio muito da vasta experiência clínica, isto é, do que deu e recebeu das centenas de mulheres com cancro da mama que soube escutar e acolher, em terapia individual ou de grupo. E, ainda, este belo e tocante livro merece o nosso colo porque nos alimenta a esperança de que esta peregrinação nos conduza a um lugar onde o cancro possa ser compreendido e/ou curado.



domingo, 10 de julho de 2016

Concerto "Haikus" > Clara Lai > Piano Solo > 20 Agosto > 21h30


Clara Lai apresenta neste concerto o seu disco "Haikus", editado pela Discordian Records, de Barcelona. É um disco de composições originais para piano solo inspiradas em diferentes haikus, no qual mistura música escrita e improvisada. Será um concerto em pequeno formato, baseado em poesia de pequeno formato.

Concerto para miúdos: A Mala Supresa > 31 Julho > 17h


Show musical infantil "A MALA SURPRESA" - com brinquedos tirados de uma “mala surpresa” os artistas tocam e cantam músicas do universo infantil, contam histórias divertidas e interagem com as crianças ludicamente. A cantora e atriz SANDRA OAKH e o músico RAMIRO MARQUES interpretam e brincam com as crianças utilizando canções consagradas, folclóricas e também de autoria própria.
            
Assista ao Teaser no Youtube: www.youtube.com/watch?v=75ohBy00xOc&feature=youtu.be 

Performance Vocaloide > 16 Julho > 22h30


segunda-feira, 4 de julho de 2016

Conversas com Vasco Jardim > 22 Outubro > 18h30



Vasco Jardim nasceu em Santarém, em 1978, onde reside. Escritor e também músico, iniciou a sua carreira literária em 2012, com a publicação do romance “A Montanha-Russa”. Escreve no blog “Admirável Mundo Escrito”, desde 2014.

Mais informação: vascojardimonline.blogspot.pt/

domingo, 3 de julho de 2016

Apresentação do Livro "Why not Asia?" > Inês Atienza e Joana Lucas > 5 Julho > 15h30


Porquê a Ásia? É a pergunta que todos nos fazem…

Também não sabíamos ao certo, mas através deste livro queremos mostrar-vos como descobrimos a resposta numa aventura de cinco semanas de voluntariado na Malásia, seguidas de quatro semanas de mochila às costas à descoberta do Sudeste Asiático.


JOANA FERREIRA DINIS LUCAS nasceu em 1992 em Lisboa. Toda a vida viveu em Torres Vedras, regressando a Lisboa para se licenciar em Publicidade e Marketing na Escola Superior de Comunicação Social. Voluntária e viajante do mundo vê agora publicada a sua primeira obra.

INÊS ISABEL DO PAÇO ATIENZA nasceu em 1993 em Lisboa. Licenciou-se em Publicidade e Marketing na Escola Superior de Comunicação Social. Teve a sua primeira experiência de voluntariado na Ásia, que fica marcada por este livro.