terça-feira, 30 de agosto de 2016

Concerto Trio Liederbuch > 9 Setembro > 22h00



O  Trio Liederbuch (liederbuch – palavra alemã que corresponde em português a “livro de canções”) inicia a sua actividade no ano de 2014 sob orientação da Pianista e Professora Doutora Ana Telles na Universidade de Évora. Constituído por voz (soprano), clarinete e piano, oferece oportunidade de expressão musical a Lara Rainho, Hélia Varanda e Inês Condeço. Neste recital serão interpretadas obras de Louis Spohr, Franz Schubert, Johannes Brahms, Arnold Cooke, Arthur Bliss and Carlos Marecos.

While studying in the University of Évora under the guidance of Doctorate Ana Telles - Pianist and Teacher, Lara Rainho (soprano), Hélia Varanda (clarinet) and Inês Condeço (piano) created in 2014 a trio called Liederbuch (german word for Songbook).
In this recital they will perform songs composed by Louis Spohr, Franz Schubert, Johannes Brahms, Arnold Cooke, Arthur Bliss and Carlos Marecos.

domingo, 28 de agosto de 2016

Apresentação do Livro "O Rio de Esmeralda" > José Rodrigues e Sara Augusto > 16 Setembro > 18h30


A idade madura traz consigo uma capacidade de arriscar que é vivida de forma consciente cada minuto. A transgressão pode ter sentidos inesperados e o suposto desvio pode ser o caminho certo. Esmeralda experienciou a liberdade para poder escolher e quando escolheu, porque procurou saber a raiz da sua escolha, foi de forma inteira.A ousadia de sair da rotina e procurar conscientemente o caminho em que nos completamos não é para todos. Nada, mesmo nada se pode exigir a quem se ama, muito menos quando quem se
ama já conquistou o mundo.


Mais informação: O Rio de Esmeralda

sábado, 20 de agosto de 2016

Workshop de Iniciação ao Jazz Vocal e Improvisação > com Luis Bragança Gil > 25 Setembro > 15h30 - 18h




DIRECÇÃO E COORDENAÇÃO
Luis Bragança Gil 

CALENDÁRIO E HORÁRIOS 
Domingo, 25 de Setembro das 15h30 às 18h00 

LOCAL 
Livraria Ler Devagar, LX Factory

DESTINATÁRIOS
Este workshop destina-se a todos aqueles que gostam de cantar Jazz, dentro do swing rítmico e harmónico que lhe é característico, e que gostariam de participar numa fusão de várias vozes que canta em vários naipes, construindo um todo sonoro/musical. Haverá também espaço para a imaginação vocal, com espaço para a Improvisação.

CANDIDATOS
Se tens ouvido musical e gostas de cantar (de memória, canções e/ou criar novas vozes e/ou Improvisar por cima do que ouves), e queres ir mais longe, soltar a franga, explorar melhor as tuas qualidades, candidata-te.

CONTEÚDOS
O workshop viverá da dinâmica do grupo, que se espera ousada, criativa, sem receios, desmistificando bloqueios. Temáticas que se irá querer abordar: Experimentação de técnicas específicas da voz para se cantar Jazz, entre as quais o scat-singing; exploração de múltiplos timbres na voz; swingar, criar harmonias, grooves de improvisação; cantar excertos de standards de jazz e recriá-los a várias vozes diferentes.

MATERIAL NECESSÁRIO
Boa disposição, voz sem complexos, energia criativa, roupa e sapatos confortáveis.

BIOGRAFIA DE LUIS BRAGANÇA GIL
Luis Bragança Gil é um músico com várias facetas: Compositor, diretor coral, professor, criador de instalações e de performances, autor de espectáculos de teatro musical, entre outras. Apresentou os seus trabalhos em várias salas de espectáculos como a Gulbenkian, CCB, Casa da Música, Teatro Nacional D. Maria II entre outras. Tem realizado regularmente workshops no âmbito da voz, quer de técnica vocal ou outros temáticos tais como a área da criação/experimentação vocal, improvisação em tempo real com Direcção Criativa, e Jazz Vocal.

INSCRIÇÃO
Para se inscrever envie um mail para workshoplbg@gmail.com. Receberá uma ficha de Inscrição e instruções para o pagamento. A inscrição só será considerada válida após ter fechado a sua contribuição voluntária.

PREÇO
ATÉ 11 DE SETEMBRO: 15 moedas
12 -18 DE SETEMBRO: 20 moedas
18 - 22 DE SETEMBRO: 25 moedas


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Sessão de Apresentação "Viver e Amar Lisboa" > Rijarda Giandini > 18 Agosto > 18h30



Rijarda Giandini é brasileira de Fortaleza, casada com Giovanni e mãe de Artur. Historiadora e Internacionalista, finalizando um doutorado em História Contemporânea. Mora no Restelo, em Lisboa, desde 2014.

A autora é apaixonada por “cidades”. Tendencialmente as pequenas cidades europeias. Os primeiros amores foram as pequenas cidades italianas, as quais percorre, ao menos, uma vez por ano, “catando impressões de almas ancestrais”.


Sobre o Livro:

Cidade de clima agradável, bons programas culturais, muito verde e de custos acessíveis, Lisboa é um dos destinos turísticos mais desejados, atualmente. Este livro é para quem quer visitar Lisboa, fora do turismo tradicional. Fazer um reconhecimento da cidade único, pessoal, adentrando por espaços vividos pelos alfacinhas ou lisboetas. Comer em restaurantes e tascas onde vão os nativos. Conhecer programas culturais, espaços, exposições permanentes, monumentos gratuitos. Esta é a Lisboa para visitar, conhecer e Amar.

A outra face do Livro, é para quem pretende viver em Lisboa. Estudar é o caminho da autora, que veio para um doutorado. Onde morar? Quais os custos imprescindíveis? Onde se pode viver bem? A saúde, a educação escolar dos filhos, os supermercados, quando comprar roupas, os parques, os jardins, as igrejas, enfim, em formato literário, a autora desvenda os mistérios de se viver  bem, em uma Lisboa margeada pelo Rio Tejo.

Contém as receitas dos pratos mais tradicionais de Lisboa.

BOJAGUI > Workshop de Patchwork Coreano > com Kyeong Hwa Choi > 8, 15, 22 e 29 de Setembro > 19h


Bojagui: Patchwork Coreano
Kyeong Hwa Choi

8, 15, 22 e 29 de Setembro 2016 (4 semanas)
Quinta-feira > 19.00-21.00
100 euros (materiais incluídos)

Inscrições
ines0629@hotmail.com
924159907
Facebook: Bojagui: Patchwork coreano


Bojagui é o patchwork tradicional da Coreia. Empregando diferentes tecidos e técnicas e com múltiplas utilizações no quotidiano dos coreanos, servia para guardar, transportar, cobrir e decorar.

Neste curso vamos fazer 4 peças de vários materiais : 1 almofada para agulhas, 1 Bojagui em forma de folha de lótus, 1 Bojagui para embrulhar presente e 1 bolsa redonda de cinco cores principais.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

MADAME MONSANTA > Em Defesa da Santa Corporação da Fé Correctora dos Erros Divinos > Terças às 18h30



COMO UM NEONATURALISMO DA SURREALIDADE EM CENA

O texto em cena trata de coisas dos grandes trusts da indústria alimentar, e de outros com estes irmanados: na farmacêutica, na guerra, na construção civil ou nos mercados financeiros. O que é dito parece um delírio. Mas não é. Não trata de teorias da conspiração, mas de factos comprovados e, por vezes, mesmo judicialmente julgados. De certa forma é mesmo uma espécie de neonaturalismo, que está contido na margem da surrealidade, em que todos mergulhamos adormecidos.

Todos nós, sem disso nos apercebermos, com mais ou com menos frequência e intensidade, reproduzimos comportamentos macro-sociais nosso micro-cosmos profissional, social, afectivo. Estamos todos, de facto, envenenados com glifosato dos produtos. Mas também com dioxetrinas da ética, benzodiazepinas no comportamento, poliueretanos ideológicos. Porém, constatando-o, não se trata de apontar caminhos. O teatro, a arte, melhor dito, não se fez para dar respostas. Nem ser instrumento de, seja o que for.

De resto, só uma autoconsciência emancipada poderá fazer emergir um real diferente. Senão, por mais bem-intencionadas que comecem quaisquer transformações (sociais ou mesmo de índole pessoal), cedo se reagrupam vícios do momento anterior e tudo volta a formas de enganos, exploração e miséria. Mudam protagonistas e fórmulas, mas o Mal tudo reabsorve.

Tal como no divã terapêutico da psicanálise é preciso descer aos quintos do inferno para deles nos libertarmos. Ou, ao menos, melhor conviver e controlar os demónios que nos perseguem e com que perseguimos os outros. Aqui, em cena, o mesmo se propõe a cada espectador: que se coloque frente a frente com o seu espelho próprio. Talvez, também, em termos de Humanidade tenhamos ainda que cair abismo abaixo para procurar outro Vale. Mas isso e disso não sabemos nós, e ninguém, como é ou vai ser.

À arte compete a inquietação, mais ou para além da crítica.

Castro Guedes
Junho de 2016