quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Lançamento > Voltar a ti > José Rodriques > 27 JAN > 16H00


Exposição de Pintura Stencil > Rostos Intemporais > Sérgio Clemente > 10 — 29 JAN


Concerto com Bay's Leap > Carlos Zingaro > 2 FEV > 21H30



São poucas as pessoas que tocam musica de improviso e que são considerados 'maestro' mas, em Lisboa, há uma destas raridades: o violinista Carlos 'Zingaro' Alves. Técnica, criatividade e musicalidade são os atributos que justificam este titulo.
Ler Devagar tem o orgulho de receber o encontro musical do nosso 'Zingaro' e o trio Londrino, Bay's Leap. Sobre o álbum 'Swans over Dorking', a seguinte critica por Adam Barusch:
“The beauty of this music is, among other things, its accessibility to a relatively wide audience, without any compromise as to its aesthetic and artistic valour. It is good to see that the British tradition of Improvised Music is alive and kicking in spite of the harsh conditions surrounding creativity and individualism.
I can only recommend this wonderful album to all true music connoisseurs, regardless of their default musical inclinations. This music is able to penetrate the barriers of unfamiliarity and outlandishness by sheer power of its beauty and unadulterated ingenuity.”
Alguns ouvintes comparam Bay's Leap com o trabalho de Gunther Schuller e a sua noção de 'Third Stream', uma fusão de Jazz e musica Clássica Contemporânea, uma ligação escondida que está por de trás da maioria da musica improvisada - possivelmente até música que se mova na direção oposta. Os Bay's Leap não se consideram parte deste 'Third Stream' mas conseguem explorar esta mesma síntese musical. Veteranos do mundo de musica improvisada no Reino Unido ainda se surpreendem pelo facto de Bay's Leap tocarem musica improvisada e não composições previamente arranjadas. 
O encontro com 'Zingaro' traz violino ao já experiente trio de violoncelo, clarinete e piano fazendo com que haja grande potencial para chegar ao luxuoso mundo sonoro de 'chamber group sound'. Como em todas as colaborações há um certo elemento de risco mas é isto que faz com que este evento seja único e significante. Este encontro também reúne o clarinetista Noel Taylor, agora residente em Lisboa, com 'Zingaro' tal como no MIA Festival em Atouguia da Baleia. O ultimo encontro foi memorável tanto para os músicos como para o publico e o reencontro destes músicos e a junção dos restantes membros de Londres em Lisboa pela primeira vez torna este concerto numa ocasião imperdível para os amantes de musica improvisada.



sábado, 2 de dezembro de 2017

Concerto > Chico Salem > 09 DEZ > 17H30


Chico Salem – "Voz e Violetas”

Actuando na banda de Arnaldo Antunes (Tribalistas) há 18 anos, Chico Salem traz a Portugal o show de seu segundo disco solo “Maior ou igual a Dois”, um álbum repleto de parcerias com amigos (como Zeca Baleiro e Arnaldo Antunes) e de participações especiais (como Manuela Azevedo – “Clã).
Após duas apresentações em Lisboa e Porto em 2016, Chico Salem volta a Portugal com esse show intimista num formato voz e violão, onde apresenta, de uma maneira nua e crua, canções de seus dois álbuns e algumas versões de canções que fazem parte de seu “baú de referências”. Roupagem esta que permite um mergulho na intimidade do artista e na proximidade de Salem com o público.
O mote do CD e dos shows são os encontros musicais que aconteceram ao longo da extensa carreira do artista e os frutos gerados por esses encontros.
Nos show em Portugal o cantor convidará artistas locais promovendo a intersecção dessas duas carreiras e obras. (dependendo de disponibilidade do convidado).
Chico Salem é multi-instrumentista, cantor, compositor e produtor musical. A parceria de longa data com Arnaldo Antunes rendeu várias composições e shows pelo Brasil e pelo mundo. O músico não só toca guitarra na banda do ex-Titãs, mas também produziu o disco Ao Vivo no Estúdio, que recebeu o Prêmio TIM 2008 de melhor álbum de pop/rock.
Durante os seus 22 anos de carreira, Chico Salem já teve a oportunidade de subir ao palco ao lado de artistas como Luiz Melodia, Marina Lima, Marisa Monte, Carlinhos Brown, Elza Soares, Zeca Baleiro, Emicida, Adriana Calcanhoto, Nando Reis, Branco Mello e Erasmo Carlos, entre outros. Em 2002, ele lançou o primeiro disco-solo. Intitulado 01, o álbum teve produção de Alê Siqueira (Tribalistas).

www.chicosalem.com.br
www.facebook.com/chicosalembr
https://www.youtube.com/watch?v=9n3u5ifRDkA
https://www.youtube.com/watch?v=9MVZC7q16xQ
https://www.youtube.com/watch?v=y055OJzsvIk

Workshop > Brincadeiras de Natal > WonderScience > 08 DEZ > 16H00


Concerto de Ano Novo > Arts2Science > 07 JAN > 16H30


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Performance Transe > 29 NOV > 18H00



Instalação / Performance
TRANSE

A palavra transe vem do verbo “entrega de si”. O artista imerso em suas próprias águas, trazendo de lá a cena do seu corpo, as imagens impressas na tela. Nesse sentido, é uma epifania que dá vazão ao inconsciente sendo assim, mais do que um processo de criação.
Volume e percepções alcançados voluntariamente pelo artista
Resposta fisiológica e focada em situações em que o artista se submete pelo próprio desejo, no mimetismo das cores. 
Viscosidade
Os processos mentais fazendo “loops” na interface entre o sonho e a vigília
Pode ser alcançado com psicotomiméticos
Experiência de uma primavera do inconsciente 
Tempestade
Shakeaspeare: “ Somos feitos da mesma substância de que são feitos os sonhos”. 
Continua: “ Nossa curta existência está contida no período de um sono”.
Nitidez sob regência de uma mente que rompe com a lógica e com a razão
Não se pode reproduzir em um procedimento operacional científico, se tratando de uma experiência intransferível.
A palavra “transe” vem da constelação “Ação de inspirar” 
14.0. Disciplinas e correntes místicas: yoga, asanas,mudra, pranayama, sufismo, meditação, oração, hipnose, shamanismo, umbanda, biodança, caminhada, coito, sexo
15.0. Do latín “transire”: transitar, transportar-se, cruzar, passar por cima.
16.0. Chegar ao ilimitado e inominável “Qi”

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O artista Rafael Cabral em suas múltiplas facetas, ao construir sua obra absorve e é absorvido por ela, e pelo que o cerca. Expurgando para fora o que não lhe cabe mais. Uma transmutação, bem conduzida pela cor, que o leva ao seu interior mais profundo. O processo é: o movimento de manipular as matérias, de confundir a mente, de trazer à luz para o lado sombrio. Interior e exterior. O brilho é apenas um reflexo momentâneo da cristalização de uma vida...
Nesta aparição em Lisboa, Cabral inicia seu processo com uma performance onde ele próprio em uma ação de 4 horas seguidas em Transe, constrói  uma obra.

Apresentação de Livro > A Confissão — Fátima ou a Desfaçatez > Henrique Rodrigues > 2 DEZ > 16H00



Sinopse
O livrinho ora dado à estampa pretende resumir de forma impecável e epigramática o estrépito em redor do vulto mariano. Como cáustico e episódico memento do culto, o autor não desejou ir muito além do tragicómico.
Avesso ao estupor iconólatra, a mesquinhas vindictas iconoclastas, pugna pela razoabilidade.
Com a justificação de que se deve manter o crente sob “a loucura da cruz” (talvez indefinidamente, pois tarda a vir o “Reino” anunciado há dois mil anos) uma colorida e variegada sinfonia taumatúrgica acabou por se desenvolver nas suas barbas.
Sob a copa virginal, dir-se-ia, o leitor saberá que também nasceu, em lide de combate, a razoabilidade do crente expectante, vazo de manhas, manco de passos miríficos para a beatitude.
É o combate a instar, não poucas vezes, ao uso do cinismo, da mofa, do humor negro vertido de irisada bílis. 

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Concerto > Azuliebe > 16 NOV > 21H



Azuliebe nasceu no coração de Berlim em Janeiro de 2015. Os arranjos das grandes orquestras e compositores de Tango foram adaptados para violino e bandoneon com a suavidade, languidez e intensidade característica de tango. Toda a música de Azuliebe tem uma característica: pode-se dançar. Tango tradicional, fado e outros temas originais, compõem o repertório de Azuliebe. Tato e Maria, bandoneón e violino, instrumentistas e compositores, ambos com formação clássica, têm tido concertos um pouco por todo o mundo, unindo estilos clássico, experimental, fado e tango tradicional.

Entrada: 5€ 


Lançamento > Abril > Amélia Vieira > 12 NOV > 19H30


Apresentado por José Anes e Carlos Morais José


Recital de Piano > Teresa da Palma Pereira > 18 NOV > 18H


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Espaço Manchas de Tinta: Exposição > Tavares Manuell >03 NOV


Concerto > Mbye Ebrima > 25 NOV > 22H


Mbye Ebrima, mandinga, korista, compositor, cantor e diseur de história oral, nasceu em Jarra Soma, na Gâmbia, em 1988, numa famila djéli, os Mbye, tocadores de kora e reputados conhecedores e divulgadores da história oral mandiga-kaabunké há muitas gerações. 

O pai de Ebrima, El – Hadji Alieu Mbye, é korista e um dos grandes conhecedores da história oral da região.
Pelo lado materno, Mbye Ebrima descende de uma outra importante e antiga família djéli de tocadores de kora, os Cissoko da Casamamce. A mãe, Jabou Susso écantora em performances de música tradicional mandinga. 

Mbye Ebrima fez parte do grupo Kora Symphony, criado pelo presidente gambiano no qual foi um dos seis membros fixos e várias vezes solista. 
Em 2013, Mbye Ebraima partiu para o Senegal. Algumas semanas depois, para o Zimbabwe e daqui para Tanzânia. Em 2014 foi para Alemanha a convite do director da companhia de dança Mother Africa. 

Em 2015, fixou residência em Portugal, onde ainda hoje reside e trabalha enquanto músico. Desde então tocou várias vezes em Portugal e em Espanha, tendo tido como alguns palcos o B.Leza, o Auditório J. J. Laginha do ISCTE-IUL, o Auditório de Espinho, o Maus Hábitos no Porto, o Salão Brasil em Coimbra, a Musibéria em Serpa, o Coliseu do Porto (com Kimi Djabaté), entre outros. Participou em vários festivais, como ‘O Mundo Aqui’ em Ponta Delgada, ‘Encontros’ no Barreiro, ‘Música do Mundo’ no Seixal, ‘Encontro de Culturas’ em Serpa, ‘OITO24’ em Espinho, entre outros. 


Gravou um dos concertos no B.Leza e o concerto no ISCTE-IUL, respectivamente para RTP-Africa e RDP-África.

Actualmente desenvolve trabalho a solo, em dueto com Raquel Reis, violoncelista da Orquestra Gulbenkian, e com banda.


quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Concerto > Canalha > 04 NOV > 22h30


II Ciclo de Sociodrama com Arte > Vozes de Mulheres > Ana Luísa Amaral e Mc Soffia > 26 OUT > 19H




Exposição de Pintura > Mundos Alternativos > Anica Govedarica > Inauguração 1 NOV > 18H30 — até 23 NOV


Mundos alternativos
Se todos os mundos criados por nós próprios tivessem a consciência dos outros que coabitam ao lado deles, fariam um único mundo maravilhoso, harmonioso. Até que isso não aconteça, vão continuar a coabitar, inconscientes da existência do próximo, tendo apenas, por breves instantes, consciência da unidade com o outro.


Alternative worlds
If all the worlds created by ourselves had the consciousness of the others who cohabit with them, they would make a single wonderful, harmonious world. Until that happens, they will continue to live together, unaware of the existence of their neighbor, only briefly being aware of their unity with the other.



O trabalho apresentado nesta mostra foi feito durante os últimos quatro anos. Eventualmente cada peça foi criada por um impulso, uma resposta a alguma situação ou estado de espírito da altura. A intenção não foi mostrar a realidade como ela é, ou eu acho que é, mas deitar luz sobre as coisas que geralmente são classificadas como marginais, feias e esquecidas e mostrar a harmonia e beleza nelas escondida. Também por vezes a ideia foi gozar um pouco e trocar as realidades.
O que a maioria dos trabalhos têm em comum é o símbolo da gaivota. Se conseguem observar só, sem aplicar o rótulo conhecido ao pássaro, vão conseguir encontrar um outro sentido. A gaivota vai deixar de ser apenas um pássaro e vai ser tudo o que o observador conseguir imaginar ou sentir.


The work presented in this show has been done during the last four years. Eventually each piece was created by an impulse, an answer to some situation or state of mind of the time. The intention was not to show the reality as it is, or I think it is, but to shed light on things that are generally classified as marginal, ugly and forgotten and show the harmony and beauty hidden in them. Sometimes, too, the idea was to mock a little and change the realities.

What most paintings have in common is the symbol of the seagull. If you can only observe, without applying the common label to the bird, you will be able to find another meaning. The seagull will stop being just a bird and will be all that the observer can imagine or feel.

sábado, 14 de outubro de 2017

Lançamento > OCA > Antologias Poéticas de Afonso Henriques Neto, Roberto Piva e Wilson Alves-Bezerra > 21 OUT > 20H30


Sobre a editora: OCA é uma parceria de Raquel Menezes, editora da Oficina Raquel, e Sergio Cohn, da Azougue Editorial. Uma nova casa editorial em Portugal, voltada para a difusão da cultura e do pensamento brasileiro na Europa. A editora será lançada em outubro, com eventos em Lisboa, na Feira de Óbidos e na Feira de Frankfurt. Entre os primeiros livros da OCA está uma colecção de antologias de poetas brasileiros, com volumes de Roberto Piva (em celebração aos seus 80 anos), Afonso Henriques Neto, Guilherme Zarvos, Alberto Pucheu e Wilson Alves-Bezerra, uma colecção de ensaios brasileiros clássicos e contemporâneos, chamada Cadernos Ultramares, e os primeiros volumes da colecção Tembetá, de pensadores indígenas.

Sinopse: BUSCA DA GEMA NOS DESTROÇOS - Afonso Henriques Neto
 A poesia de Afonso Henriques Neto já foi definida como "uma imagética à beira do abismo". Afonso consegue transfigurar as grandes questões do seu tempo, como a repressão da Ditadura Militar, a contracultura e os movimentos de abertura política, em poemas de grande densidade e beleza, marcados pela profunda erudição do autor. É um dos autores mais originais da poesia brasileira das últimas décadas.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Palestra > Descubra mais sobre os seus relacionamentos amorosos através da Astrologia > 22 OUT > 16H30


A Astrologia é um Saber milenar valioso, que nos permite obter uma grande consciência de nós mesmos e dos outros com quem nos relacionamos, sendo uma preciosa ferramenta de auto-conhecimento e de desenvolvimento interior.

Venha aprender a interpretar o seu mapa astrológico e a descobrir mais sobre o seu relacionamento amoroso, como encara e vivência a relação, o que procura e necessita para se sentir mais realizado, quais as suas linguagens afectivas e como viver o seu relacionamento de forma mais plena e realizada.

Nós oferecemos o seu mapa astrológico para poder por em prática os conhecimentos adquiridos nesta palestra, descobrindo um pouco mais sobre si e os seus relacionamentos amorosos.

Por Isabel Antunes
Centro de Astrologia Tradicional e Moderna

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Lançamento > Uivo > Diogo Sabas Vieira > 12 OUT > 18H30


Workshop e apresentação de marca > FENG SHUI & DESIGN GRÁFICO > com Sandra Columé Pinto > 28 OUT > 17H30

CORPORATIVE FENG SHUI é um dos conceitos desenvolvidos por este projeto.
A aplicação dos princípios e conceitos do Feng Shui à criação de uma imagem corporativa mais atrativa, na elaboração de logotipos, cartões-de-visita, paginas web, e restante estacionário, atraindo assim mais clientes e sua fidelização.
No lançamento de marca do projeto Taoing realizaremos um workshop dirigido para profissionais da comunicação gráfica, parceiros e aberto ao público em geral .

Entrada livre!

Lançamento de Revista > Triciclo, N.º2 > 14 OUT > 16H


No próximo sábado, dia 14 de Outubro, pelas 16h00, realiza-se o lançamento da Triciclo #2, uma revista infantil impressa em risografia e de tiragem limitada. Esta revista é a terceira publicação da micro-editora infantil homónima, recém-fundada pelos ilustradores Ana Braga, Inês Machado e Tiago Guerreiro.

A revista Triciclo é inteiramente composta por passatempos. No entanto, a revista tem a forma de uma narrativa.

"E se um dia acordasses e os círculos se tivessem transformado noutras formas geométricas? Estarias a sonhar? Estarias dentro de um filme de ficção científica? Bom, parece absurdo, mas é verdade! Hoje as pessoas acordaram e, para espanto de todos, já não há mais círculos no mundo inteiro! Em Portugal ou no Chile, na Noruega ou no Japão, em todos os cantos do mundo os círculos transformaram-se noutras formas. 
O que aconteceu às nossas cabeças? Bom, algumas ficaram quadradas e outras triangulares. E às rodas dos carros? Bom, sempre podes andar a pé, até é mais saudável! E a bola para brincar no recreio com os amigos? Que tal jogar às escondidas ou à apanhada para variar?
Neste segundo número da Revista Triciclo, descobrirás como é viver num mundo onde as formas circulares não existem mais. Enfrentarás os problemas causados por esse estranho acontecimento, mas também inventarás soluções para eles. Visitarás outros planetas para descobrir que este acontecimento inexplicável é universal. Apostamos que no final já estarás habituado. No entanto, e como verás, o Universo está sempre pronto para pregar-nos novas partidas."
Do Editorial da Triciclo #2


Dimensões: 24cmx18cm. 
Impressão: risografia a duas cores (laranja e burgundi). 
Tiragem: 250 exemplares.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Exposição > Mundos Alternativos > Anica Govedarica > 8 NOV > 18H30



Mundos alternativos 

Se todos os mundos criados por nós próprios tivessem a consciência dos outros que coabitam ao lado deles, fariam um único mundo maravilhoso, harmonioso. Até que isso não aconteça, vão continuar a coabitar, inconscientes da existência do próximo, tendo apenas, por breves instantes, consciência da unidade com o outro.

Alternative worlds

If all the worlds created by ourselves had the consciousness of the others who cohabit with them, they would make a single wonderful, harmonious world. Until that happens, they will continue to live together, unaware of the existence of their neighbor, only briefly being aware of their unity with the other.




O trabalho apresentado nesta mostra foi feito durante os últimos quatro anos. Eventualmente cada peça foi criada por um impulso, uma resposta a alguma situação ou estado de espirito da altura. A intenção não foi mostrar a realidade como ela é, ou eu acho que é, mas deitar luz sobre as coisas que geralmente são clasificadas como marginais, feias e esquecidas e mostrar a harmonia e beleza nelas escondida. Também por vezes a ideia foi gozar um pouco e trocar as realidades.
O que a maioria dos trabalhos têm em comum é o simbolo da gaivota. Se conseguem observar só, sem aplicar o rótulo conhecido ao pássaro, vão conseguir encontrar um outro sentido. A gaivota vai deixar de ser apenas um pássaro e vai ser tudo o que o observador conseguir imaginar ou sentir.

The work presented in this show has been done during the last four years. Eventually each piece was created by an impulse, an answer to some situation or state of mind of the time. The intention was not to show the reality as it is, or I think it is, but to shed light on things that are generally classified as marginal, ugly and forgotten and show the harmony and beauty hidden in them. Sometimes, too, the idea was to mock a little and change the realities.
What most paintings have in common is the symbol of the seagull. If you can only observe, without applying the common label to the bird, you will be able to find another meaning. The seagull will stop being just a bird and will be all that the observer can imagine or feel.