domingo, 16 de julho de 2017

Apresentação de Livro > Maçã com Bicho > Josefa de Maltezinho > 28 JUL 18H30


Sinopse
Numa época em que no país se atravessa uma tremenda crise económica, António, um homem de cinquenta anos, habituado à abastança da sua classe média, vê-se de repente a braços com uma situação de desemprego permanente, que o arrasta para um buraco do qual não consegue sair. Sozinho e desiludido, com a vida a andar-lhe constantemente de flanco, ele sonha com um novo começo longe daquele sítio, que o viu nascer. Parte, então, entregue apenas aos resmungos da sorte e imbuído de uma única certeza, levar o mar por companhia. Porém, uma vez mais, o destino não o irá poupar e encarregar-se-á de lhe pregar muitas partidas, de o vergastar com imensos dissabores, que António se verá obrigado a enfrentar sem lhes vislumbrar um fim no horizonte. É que uma história como a de António, ou as de outros tantos Antónios por esse mundo fora, jamais se fez num ápice.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Lançamento > Caixa Negra > de Diogo Cavaleiro > apresentado por Paulo Ferreira > 12 JUL > 21H30



Sinopse
Os negócios polémicos. As várias crises. As ligações políticas. Como a Caixa Geral de Depósitos deixou de ser um império.

A empresária Isabel dos Santos desce, sorridente, as escadas. Vem com um bloco nas mãos. Está lá inscrita a insígnia Zon Optimus. Uma realidade só possível porque a Caixa Geral de Depósitos deu um contributo decisivo para a operação que lhe deu origem.  
A Zon Optimus, antiga PT Multimédia e actualmente denominada Nos, é apenas um dos exemplos do peso do banco público na vida empresarial nacional. A Caixa teve uma palavra a dizer, muitas vezes determinante, nas vidas da PT, da Galp e da Cimpor e também de outras empresas mais pequenas, como a Compal e a Inapa. 
A Caixa também teve um papel preponderante na banca: foi chamada a gerir o Banco Português de Negócios, mas também teve de auxiliar outras instituições financeiras. Esteve, quase, para ajudar o Banif e recusou auxiliar o Grupo Espírito Santo. Pelo contrário, no passado, foi um elemento estabilizador quando o Grupo Champalimaud e o BCP venderam as suas participações no sector segurador. 
Este livro tenta fazer um percurso dos últimos anos de vida da Caixa e da influência que teve no país. Como foi sendo feito esse caminho, como vive um banco muitas vezes transformado em arma de arremesso política e como sobrevive com a espada da privatização sempre pronta a cair são aspectos que palmilham estas páginas.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Lançamento > A Minha Pátria é Moçambique > Tânia Reis Alves > 19H


Sinopse
25 de Junho de 1975. Moçambique deixa de ser uma colónia e transforma-se num jovem país. Para trás ficam 11 anos de guerra e cinco séculos de domi­nação colonial, que o século xx tornara mais opressiva. A data é de euforia para quase todos os moçambica­nos. Mas será a independência capaz de concretizar todos os sonhos?


Pouco mais de um ano volvido, Moçambique vê­-se mergulhado num novo conflito, que anos mais tar­de se transforma numa autêntica guerra civil. O regime de cariz socialista instaurado pelo Governo de Samora Machel diminui o analfabetismo e expande o acesso à saúde, mas aniquila direitos e liberdades individuais. Em 1986, o país chora o seu líder, que perde a vida em cir­cunstâncias misteriosas. Como se constrói um país nestas circunstâncias? Que Pátria é hoje Moçambique?

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Festival Música na Fábrica > 30 JUN — 2 JUL



A Opera Lab Europe (OLÉ!) junta-se à Lx Factory para criar um festival de música inovador  – Música na Fábrica.

Num programa que mistura o acordeão de José Valente, o violino barroco e a música eletrónica de Maria da Rocha e a panóplia de peças clássicas aos improvisos do jazz do percussionista Pedro Segundo, a OLÉ! irá apresentar nos três dias do festival a sua primeira produção – Café Carnage. Este conjunto de três óperas a capella, onde o ensemble de cantores solistas é a única força motora da ação, traz a Lisboa a estreia nacional destas peças inusitadas. Um evento único a nível nacional a não perder!

www.musicanafabrica.com

A Fabulosa Máquina de fazer parar o Tempo > Fotografia à lá Minute > JUL — SET


Concerto > António Novaes & Além Mar Band > 21H00



domingo, 11 de junho de 2017

Performances à volta da obra de Mário de Carvalho > Parfums de Lisbonne > 18 JUL > 19H


Parfums de Lisbonne — Festival de Urbanidades entre Paris e Lisboa.
Performances à volta da obra de Mário de Carvalho e conversa com o autor.


Sessão em dois tempos

1. Performances em movimento, com vozes faladas e cantadas
A partir de trechos de textos do autor português (novelas, romances, peças de teatro) que mesclam fantástico, ironia e humor, teremos a ocasião de ver e rever o nosso presente em jogo e em jogos. Partimos das traduções de Marie-Hélène Piwnik e entoamos as línguas francesa e portuguesa.
Com Nuno Campos, Vera Fortunato, Mariana Marques, Rama Lira, Léa Barreau, José Manuel Esteves, Augusto Vellozo-Pampolha
Acompanhamento ao piano : Luísa GonçalvesEncenação : Graça Dos SantosGuarda roupa : Isabel Vieira

2. E se trocássemos umas ideias sobre o assunto ? 
Conversa e leituras à volta da obra de Mário de Carvalho. O autor e Teresa Almeida conversam e dialogam com o público.
Leituras por José Manuel Esteves
Diálogo com o público

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Informática Futura e Inteligência Artificial > Rui Barbosa > 30 SET > 18H00





Informática Futura, de Rui Barbosa, doutorado num dos melhores centros informáticos da Europa, visita as perspetivas futuras da Informática, ouvindo o grande Divulgador Científico Mundial, Michio Kaku, que entrevistou 15 Nobel dentre 135 Cientistas de topo; e “ouvindo” muitos dos grandes projetos ainda a correr nos maiores laboratórios do Mundo.  
Computadores, smartphones, Internet, Google, Facebook, Twitter...  como escolher o mais adequado…?  
Jovens em Idade Escolar, Adultos, Terceira Idade Reformados.  
Face à máquina trituradora de emprego que é a Informática: que fazer para se manter empregado?  
Quer comprar material informático para si? Para seus Filhos ou Netos?
Quer perceber para onde vai a Informática?
Ouça os meus 50 anos de experiência. Siga-me na visita a grandes Cientistas, no meu Doutoramento com nota máxima por uma Faculdade presidida por um Prémio Nobel; a ouvir o grande Divulgador Científico Mundial, Michio Kaku, que entrevistou 15 Nobel dentre 135 Cientistas de topo, sobre Inteligência Artificial, os Robôs Campeões do Mundo de Futebol 2050, os Humanoides “vivos”, etc.

Dou-lhe algumas pistas para perceber.
Rui Barbosa

Workshop > As Causas do Fracasso > 27JUN > 20H30 / 06JUL > 17H00


Siga os eventos no facebook: 27JUN e 6JUL

Concerto de Verão > Arts2Science > 24 JUN > 17H30

Siga o evento no Facebook.

Concerto > Diogo Picão > Pedro Carneiro Silva > 9 JUN > 21H00



Entrada: 5€

domingo, 4 de junho de 2017

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Lançamento > RAPublicar > Soraia Simões > 6 JUN > 21H00




Soraia Simões
Nasceu em Coimbra, em 1976. Radicou-se em Lisboa em 2008. É Pós-Graduada em Estudos de Música Popular e Mestranda em História Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, encontrando-se a desenvolver a sua tese sobre o impacto social e cultural estabelecido pela prática do «rap» e pela «cultura hip-hop» entre os anos de 1986 e 1996 no país.

Investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea (IHC-FCSH/UNL), é autora do Projecto de Arquivo e Documentação «Mural Sonoro». Escreveu, em vários órgãos e edições, textos diversos na área musical, sendo autora do livro Passado—Presente. Uma Viagem ao Universo de Paulo de Carvalho (Lisboa: Chiado Editora, 2012) e RAPublicar – a «micro – história» que fez história numa Lisboa adiada: 1986 – 1996 (Lisboa: Caleidoscópio, 2017). Recebeu o Prémio Megafone da Sociedade Portuguesa de Autores, em 2014 na Categoria Missão, coordenando, actualmente, o projecto «RAPortugal 1986 - 1999».
O seu estudo e trabalhos incidem na cultura popular e movimentos transnacionais, nas práticas musicais em contextos migratórios e de revolução política ou ideológica e nos arquivos digitais sonoros. É a consultora musical do projecto que faz parte dos conteúdos especiais da RTP Extrema-Esquerda: Porque não Fizemos a Revolução? e Coordenadora geral e de investigação no projecto RAPortugal: 1986 – 1999 (projecto financiado em 2015 pela Direcção Geral das Artes).
É autora do programa Conversa ao Correr das Músicas, programa de História da Música, que conta também com a sua apresentação e estreia em Maio de 2017 numa primeira série de 13 episódios.

Acerca do livro:
Trata-se de um trabalho que incide no primeiro momento do RAP e da "cultura hip-hop" em Portugal. O livro procura cruzar as principais alíneas dos Estudos sobre Música Popular com a História Contemporânea, privilegiando como ferramenta de trabalho a história oral e cruzando-a com fontes escritas. Composto por ensaios, fruto da interpretação dessas fontes orais e escritas reunidas pela investigadora e autora durante a sua pesquisa, bem como fotografias inéditas e por um QR-Code que dá acesso a cerca de 25 recolhas de entrevistas que a autora realizou durante o seu trabalho de campo. Esses testemunhos/memórias cruzados com fontes escritas, procuram uma leitura renovada sobre o primeiro período do RAP em Portugal e a importância verificada na sociedade e na cultura portuguesas da segunda metade do século XX.



terça-feira, 23 de maio de 2017

Teatro > Uma Compota de Poesia > por Língua de Trapo > 16 e 17 JUN > 21H30



"Compota de Poesia"

em cada espectáculo, dois actores dramatizam as várias pessoas de Pessoa.


em cena

dias 16 e 17 de junho
SEXTA e SÁB às 21h30

(no final do espetáculo, haverá uma tertúlia, na qual todos poderão participar)


Sinopse
Devido ao elevado teor emocional, aconselha-se uma compota de poesia 3 a 4 vezes por semana, 2 atores por dia. Um consumidor assíduo descobrirá o sentido oculto das palavras e perceberá que a poesia pode tomar a forma de teatro e de canto. Não tem efeitos secundários perniciosos, mas atenção: causa habituação.

Synopsis
Come and discover Fernando Pessoa's poetry like never before. In this poetry jam, 2 actors will show you in each performance the many faces and characters that the famous poet embodied, giving voice and gesture to a selection of some of his finest verses. Are you prepared to taste poetry?


Ficha Técnica

Texto: Poesia de Fernando Pessoa e heterónimos
Encenação: Paula Antunes
Elenco: Ana Videira, Francisco Gomes, Hugo Baptista,
Natacha de Noronha e Pedro A. Rodrigues
(cada sessão de 45 minutos terá 2 actores em cena)
Direcção Musical e Sonoplastia: Hugo Baptista
Fotografia: Joana Jesus
Cartaz: Pedro Miguel Sousa
Produção e Comunicação: Bruna Pereira
Direção Artística: Teatro Língua de Trapo

Duração: 45 minutos

Classificação Etária: M12


3€* 
*preço único

Reservas e informações: linguadetrapo.teatro@gmail.com 
96 431 80 35

Exposição de Stencil > As telas que o mar me dá > Dino Luz / Stencil Fartz > 7 a 25 Junho


domingo, 14 de maio de 2017

Performance Teatral > Urro > 3 JUN > 22H30



Performance teatral em 50 minutos.

Texto de Júlio do Carmo Gomes.
Coprodução de Apuro e Dogma12.
Direcção de Rui Spranger.
Interpretação de Castro Guedes.

“O teu sonho é vires a ser a sínteses perfeita entre operário e capitalista, de derrota em derrota, até à mobilização final!” IMPIEDOSO, CRUEL,

“Tentas convencer-te que hoje já não há ideais, que vives numa época sem soluções globais, sem alvoradas, nem amanhãs, não há barreiras ideológicas nem diferenças de classe.” SARCÁSTICO, INQUIETANTE.

“Tu só te indignas incidentalmente com a caniche da vizinh de baixo quando sais do tu quarto (ou será um ‘loft’?).” ASSERTIVO, INDEPENDENTE.


Não aconselhável a menores de 14 Anos.
Marcações para cg.dogma12@gmail.com