sexta-feira, 31 de março de 2017

Printemps Littéraire Brésilien > 1 ABR > 15H30


Leitura e formação do escritor. 

Com Andrea Nunes, Marcos Peres, Rafael Gallo, Marcelo Moutinho, Henrique Rodrigues e Julia Wähmann
Moderação : Prof. Dr. Leonardo Tonus (Université Paris-Sorbonne)

A Primavera Literária Brasileira (Printemps Littéraire Brésilien)  inscreve-se numa perspectiva pedagógica e se estende aos campos da promoção e divulgação da cultura e da literatura lusófonas. Trata-se de um encontro anual europeu inicialmente idealizado para promover e ampliar a formação de estudantes em letras inscritos nos cursos de português em instituições europeias. Desde a sua criação em 2014  pelo professor Leonardo Tonus (Université Paris-Sorbonne) o evento já se consolidou como um importante espaço de discussão literária, potencializando leituras e enriquecedoras experiências culturais em torno da língua portuguesa.
Mais de 30 romancistas, contistas, dramaturgos, poetas e ilustradores participarão da quarta edição da Primavera Literária Brasileira  que acontecerá entre os dias 20 de março e 5 de abril de 2017, em quatro países europeus (França, Bélgica, Portugal e Espanha). Debates, leituras, saraus literários, lançamentos de livros e ateliês de escrita criativa serão organizados em livrarias, centros culturais, espaços institucionais ou voltados ao ensino, em Paris, Bruxelas, Lisboa, Óbidos, Évora, Sintra e Barcelona.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Concerto > Band'Olim > 21 ABR > 21H30


Da junção de dois mundos musicais diferentes com percursos, histórias, influências e vivências próprias, nasce em 2013 um novo som: os Band’Olim, um projecto de originais com raízes na tradição musical portuguesa, folk e clássica e que, no fundo, está a procura da sua própria voz.

Pedro David (Flauta Transversal, Guitarra, Violino e Voz) e 
Helena Reis (Piano, Bandolim, Adufe e Voz)

Video Band'Olim - "Pirata"

quarta-feira, 29 de março de 2017

Exposição > Jacek A. Ulinski > Kasia Wrona > Inauguração 8 MAI > 18H30 — até 28 MAI




Jacek A. Ulinski
Nascido no início da década de 60, na Polónia, Jacek A. Ulinski é um artista de fotografia  freelancer há mais de 35 anos.
A sua paixão pela fotografia de Natureza nasceu enquanto prestava serviço militar em muitos locais estranhos pelo mundo fora. Começou pelo preto e branco clássico, vivendo milhares de horas no quarto escuro (nunca são demais), passando a coleccionador de câmaras há mais de 10 anos, além de investigador na área da história da fotografia.

Passou pela fotografia de viagens, retratos e casamentos, vida selvagem e paisagens (viver em Portugal faz com que as aventuras sejam diárias) mas a sua paixão de longa data é a fotografia de flores.
Apaixonado pela sua mulher e pela verdadeiramente única luz de Portugal.
"Através da minha paixão pela fotografia vejo a real beleza da nossa existência”

Kasia Wrona
Em 1991, Kasia graduou-se com mérito na Academia de Belas Artes de Cracóvia, Polónia.
Durante a sua carreira artística, Kasia recebeu reconhecimento profissional e inúmeros prémios tanto na Polónia como no Japão.
Kasia utiliza o desenho, pintura, design gráfico e instalações vídeo para exibir o seu talento. Através destas técnicas diversas os elementos naturais da terra, ar, fogo, água e espaço são revelados como a sua principal inspiração.
Em complemento, Kasia tem desenvolvido a sua paixão pela técnica de pintura icónica.
É uma cofundadora, da Academia de Arte da Marina de Lagos desde 2011 onde ela da aulas de desenho.

Os trabalhos de Kasia são expostos regularmente e foram adquiridos para colecções públicas e privadas em todo o mundo.

Recital Solidário de Piano > Bernardo e Tomás > 6 MAI > 17H




Exposição de Pintura "Coetâneo" > Ildebranda Martins > 7 de Abril > 19h00


terça-feira, 28 de março de 2017

O espectro dos populismos: História e Política > CULTRA > 1 ABR > 11H


PROGRAMA

local: Galeria da Ler Devagar

11h – Abertura 
11h15 - Mesa 1: Populismos, fascismos e nacionalismos 

Cecília Honório: “Populismo - esquerda, direita e demoliberalismo”
Fernando Rosas: “Fascismo, ontem e hoje”
José Manuel Sobral: “Identidades nacionais e processos de globalização”

13h: Almoço

local: 1º piso

14h30 - Mesa 2 : Poder e populismos

José Manuel Pureza: “As migrações como ameaça: populismo, neoculturalismo e políticas de interculturalidade”
João Mineiro: “Política e poder na era da ‘pós-verdade´”
Isabel Estrada Carvalhais: “A falácia do anti-intelectualismo como resposta política”

16h30 – Mesa 3 - Populismo, ideologia e culturas políticas

Luís Trindade: “Populismo entre a ideologia e as culturas políticas”
Francisco Louçã: “Terrorismo e populismo: conceitos, linguagem e uso social”

terça-feira, 21 de março de 2017

Exposição Pintura > 180º > Daniel Xavier > Inauguração > 5 Abril > 18h30 — até 23 ABR


Nas suas obras, Daniel Xavier propõe reflexões pessoais e interpessoais sobre o corpo, valorizado, único, como símbolo de existência; e, simultaneamente, como expressão de mudança de tempos e de costumes, afirmando uma assumida oposição relativamente a estereótipos modernos da sociedade e dos media.

Na sua linha de trabalho, e nas obras aqui integradas, em termos formais, desenvolve uma desconstrução pessoal: através de dois tipos de confrontos: o da quebra das barreiras interpessoais e o antagonismo existente, a mesmo tempo, com a construção permanente do conhecimento e intelecto, bem como do carácter e presença da consciência, dado pela textura da matéria que procura adquirir uma conotação escultórica, onde nos transporta para um mapa de texturas sensoriais em estado de pureza absoluta no que é o espelho do artista, a tela.

Daniel Xavier, artista português, atualmente vive e trabalha em Almada, Portugal. Conta com exposições em Portugal, França e Brasil. 

Eu exploro as minhas ideologias, os meus pensamentos acerca da intimidade humana, criando uma visão de realidade aumentada, transpondo um interior, no exterior em estado de pureza absoluta.

Somos todo um esboço efémero ambulante.

Daniel Xavier

Escrita criativa para crianças > Construção de um Herói > Joaquim Semeano > 23 ABR > 11H30



Quem não conhece Harry Potter, o jovem feiticeiro criado por J.K. Rawling? E quantos já ouviram falar de Frodo, o extraordinário hobbit da saga "O senhor dos anéis"? O que se passa com o Incrível Hulk? Em que mundos anda Peter Pan? E como é Alice, antes e depois de cair pelo buraco? Todos eles, e muitos outros, como Huckleberry Finn, Gulliver ou Oliver Twist, são bem conhecidos heróis da literatura infanto-juvenil.

Nesta sessão vamos conhecer melhor alguns destes personagens inesquecíveis, discutindo as suas características, as suas ideias e as suas ações, e de seguida criaremos os nossos próprios heróis, que talvez um dia possam ser tão famosos quanto Harry Potter ou o Incrível Hulk...

Objectivos
perder o medo da escrita, aprender que escrever pode ser uma atividade divertida e aliciante; ganhar noções sobre a construção de personagens, transmitindo-lhes algo tão importante como o caráter heróico; imaginar uma história, um episódeo, um acontecimento, e transpô-lo para o papel, ganhando, assim, mais à vontade na escrita.

O formador:
Joaquim Semeano tem 51 anos, é jornalista e escritor. Licenciado em Comunicação Social, fez praticamente todo o seu percurso profissional no jornalismo: 25 anos no jornal Record e, desde 2012, na revista Super Interessante. Em 2011, o seu livro "Era Uma Vez Um Nariz" venceu o prémio Maria Rosa Colaço, de literatura infantil, tendo sido publicado em 2013 pelas Edições Vieira da Silva; em 2015, foi publicado, pela Capital Books, o livro "Todas as Caras de um Gato", de micro-contos surrealistas. Foi também em 2015 que Joaquim Semeano iniciou um projeto pessoal de escrita criativa para crianças, na sequência das muitas sessões de leitura dos contos de "Era Uma Vez Um Nariz": o objetivo é proporcionar aos mais novos um conjunto de ferramentas e conhecimentos que lhes permita conviver diariamente, sem medo e sem constrangimentos, com a escrita e a leitura.

Público-alvo: jovens entre os 6 e os 15 anos, que já saibam ler e escrever

Preço: 10 euros por criança (pais podem assistir sem pagar)

Mínimo de inscrições: 6

Contactos para inscrição e pagamento: joakimsemeano@hotmail.com; 91 5050204

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sábado, 18 de março de 2017

Sessão Especial > A Criada > 25 MAR > 21h30



Sessão Especial do filme A CRIADA de PARK Chan-wook na Livraria Ler Devagar. (Entrada livre no limite dos lugares disponíveis)

Em complemento, a Ler Devagar preparou ainda uma Selecção de Literatura Erótica que estará em destaque no dia da sessão e durante esse fim-de-semana.

*entrada restrita a maiores de 18 anos

sexta-feira, 17 de março de 2017

NA LIVRARIA FERIN: lançamento do livro "The book of Cesário Verde"



A Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70), novo projecto da Ler Devagar, recebe o lançamento do livro "The book of Cesário Verde" na próxima quinta-feira, dia 23 de Março.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Concerto > Carmina Reyes & Amanda Naugaton > 7 ABR > 21H

Carmina Reyes:
Barely the fist note is sung with Carmina’s smooth voice and the universe decreases and music fills every pore of our folk loving soul. (Der Hollabusch 09/13) Grown up in a little village near Augsburg, Germany, Carmina works and lives since the age of 17 in Munich, where she learned to be a Goldsmith. Inspired of the culture and music scene there she began to write her own songs on her guitar. After a few months at the drawing table and in the studio Carmina Reyes published an album that was released 2014, called Moonflowers.
Her quiet, dreamy and storytelling songs that she sings with her smooth and angel-like voice could soon be heard on many stages in Munich, London and other citys. 
In 2015 she luckily played support for Damien Rice.



Sessão de Contos A PAR > 1, 2, 3 Era Uma Vez > 19 MAR > 16H


quinta-feira, 9 de março de 2017

Life Figure Drawing > Fisionomia & Mímica Facial > 23 e 30 de Março > 18h30 — 21h30



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AVISO


Por ocasião do LISBOA DANCE FESTIVAL, nos dias 10 e 11 de Março, a partir das 19h, a entrada na Livraria Ler Devagar estará reservada aos portadores de bilhetes do festival.

Apresentação do Livro "A Bíblia não é um livro sagrado" > Mauro Biglino > 22 Março > 18h30


Acabado de editar, em Portugal, o livro que abalou os alicerces do Cristianismo e gerou enorme controvérsia em Itália. 
Profundo conhecedor do hebraico antigo, Mauro Biglino traduziu a Bíblia para o Vaticano, durante muitos anos, até que a verdade das Escrituras se lhe foi revelando, progressivamente, e a sua partilha com o público se tornou um inadiável imperativo de consciência. 
Mauro Biglino não discute a existência de Deus, apenas diz que Ele deve ser procurado algures porque na Bíblia não está nem jamais ali vem referido!

E aqui ficam, desde já, alguns tópicos de um livro que, em Itália, está a fazer estremecer todo o edifício da crença religiosa cristã. Por uma razão simples:
A divindade, entendida na sua acepção espiritual, não está presente no Antigo Testamento. Concretamente, na Bíblia não está Deus nem qualquer culto que Lhe seja dedicado. É por essa razão que o título afirma que a Bíblia não é um Livro Sagrado.

• Quem interveio, ao longo dos séculos, para modificar a Bíblia?
• Seremos vítimas de um grande engano?
• Leia este livro e descubra muito do que está contido na Bíblia:
• Temos apenas uma das muitas bíblias possíveis
• Não sabemos nada sobre quem e quando foi escrita
• A verdadeira natureza da Árvore da Vida tem-nos sido escondida
• Nós somos OGM (Organismos Geneticamente Modificados)
• Deus cansa-se, suja-se e tem fome
• Há 11 livros bíblicos que estão oficialmente desaparecidos
• A criação do homem, entendida como acto divino, é falsa
• O Pecado Original é apenas uma fábula…
• O Deus bíblico não era o pai de Jesus
• Como se constrói uma religião

“Ler Mauro Biglino significa uma vertigem constante. Significa aceitar discutir todas as nossas certezas, influenciadas por séculos de doutrina, de catequese, de tradições populares construídas sobre as fundações do Antigo Testamento como texto revelado, a partir do qual Deus falou à Humanidade.”
Sabrina Pieragostini (Jornalista da Mediaset)

quinta-feira, 2 de março de 2017

Concerto > Helix Trio > 14 ABR > 22H


Sinopse:

Em apresentação da 1ª demo "Helix Trio"

Helix Trio é um projecto de música instrumental composto por dois guitarristas - André Pedroso Rocha e Rafael Osório de Castro - e as várias percussões de Tiago Moura. As músicas variam entre Blues, Jazz & Funk numa mistura experimental entre Rock & Roll. 
Estão em apresentação da sua primeira demo lançada no início de 2017 "Helix Trio". 


Sobre:
A meio do ano de 2016, os Helix Trio gravam e publicam online uma amostra chamada 'Troubadours', que lhes permite começar a primeira vaga de concertos na área do centro de Lisboa. No Verão conseguem a oportunidade de tocar num bar e num hotel no Funchal. Quando voltam, continuam em apresentação do projecto em bares e associações em Lisboa até Novembro, dando aí o início da pre-produção e gravação da 1ª demo. Esta é um cartão de visita do projecto para que possam começar a espalhar as suas ideias por todos os cantos do país.

"Em matemática a hélice ou helix é descrita como uma curva no espaço tridimensional que combina um movimento de rotação em torno de um ponto com um movimento de translação deste ponto..."


Apresentação do Livro "Fear, Space and Urban Planning: A Critical Perspective from Southern Europe" > Simone Tulumello > 9 Março > 18h30


Apresentação do Livro "FearSpace and Urban Planning: A Critical Perspective from Southern Europe"(Springer, 2017) de Simone Tulumello (Instituto de CIências Sociais, ULisboa).

5ª feira dia 9 de Março 2017, às 18.30 na livraria Ler Devagar (na LX Factory)


Oradores:

- João Ferrão (Instituto de Ciências Sociais, ULisboa);
- João Seixas (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, UNL; Ler Devagar);
- Susana Araújo (Centro de Estudos Comparatistas, ULisboa);
- e o autor.

Sinopse:

Os cidadãos dos países ocidentais gozam das sociedades mais seguras de sempre, porém são os que se preocuparam mais com o crime e a violência. Quais relações existem entre os fenómenos socio-espaciais recentes e a crescente relevância dos discursos em torno da segurança? Será que o medo nas cidades seja uma consequência inevitável da vida urbana contemporânea? O talvez existe algum uso político desse medo? Será que os discursos sobre a segurança possam ser utilizados como instrumentos de poder nas políticas urbanas? E será que a prática do planeamento urbano possa contribuir para enfrentar o medo?
Para responder a essas perguntas, FearSpace and Urban Planning as relações entre o medo urbano, os discursos retóricos sobre o crime e a violência, o espaço urbano e a prática do planeamento – e usa dados empíricos recolhidos em Palermo e Lisboa para focar-se nas cidades do Sul da Europa. O livro tem dois objetivos: construir uma teoria crítica, exploratória e compreensiva das relações entre medo, espaço e planeamento; e enriquecer os estudos recentes sobre as geopolíticas urbanas, que são principalmente focados nas cidades globais, através duma perspetiva de cidades “comuns”. Em suma, o livro questiona se, e até que ponto, a produção das paisagens contemporâneas do medo esteja emergindo como uma política económica urbana.

Mais informação: