quinta-feira, 30 de novembro de 2017
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Performance Transe > 29 NOV > 18H00
TRANSE
A palavra transe vem do verbo “entrega de si”. O artista imerso em suas próprias águas, trazendo de lá a cena do seu corpo, as imagens impressas na tela. Nesse sentido, é uma epifania que dá vazão ao inconsciente sendo assim, mais do que um processo de criação.
Volume e percepções alcançados voluntariamente pelo artista
Resposta fisiológica e focada em situações em que o artista se submete pelo próprio desejo, no mimetismo das cores.
Viscosidade
Os processos mentais fazendo “loops” na interface entre o sonho e a vigília
Pode ser alcançado com psicotomiméticos
Experiência de uma primavera do inconsciente
Tempestade
Shakeaspeare: “ Somos feitos da mesma substância de que são feitos os sonhos”.
Continua: “ Nossa curta existência está contida no período de um sono”.
Nitidez sob regência de uma mente que rompe com a lógica e com a razão
Não se pode reproduzir em um procedimento operacional científico, se tratando de uma experiência intransferível.
A palavra “transe” vem da constelação “Ação de inspirar”
14.0. Disciplinas e correntes místicas: yoga, asanas,mudra, pranayama, sufismo, meditação, oração, hipnose, shamanismo, umbanda, biodança, caminhada, coito, sexo
15.0. Do latín “transire”: transitar, transportar-se, cruzar, passar por cima.
16.0. Chegar ao ilimitado e inominável “Qi”
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O artista Rafael Cabral em suas múltiplas facetas, ao construir sua obra absorve e é absorvido por ela, e pelo que o cerca. Expurgando para fora o que não lhe cabe mais. Uma transmutação, bem conduzida pela cor, que o leva ao seu interior mais profundo. O processo é: o movimento de manipular as matérias, de confundir a mente, de trazer à luz para o lado sombrio. Interior e exterior. O brilho é apenas um reflexo momentâneo da cristalização de uma vida...
Nesta aparição em Lisboa, Cabral inicia seu processo com uma performance onde ele próprio em uma ação de 4 horas seguidas em Transe, constrói uma obra.
Apresentação de Livro > A Confissão — Fátima ou a Desfaçatez > Henrique Rodrigues > 2 DEZ > 16H00
Sinopse
O livrinho ora dado à estampa pretende resumir de forma impecável e epigramática o estrépito em redor do vulto mariano. Como cáustico e episódico memento do culto, o autor não desejou ir muito além do tragicómico.
Avesso ao estupor iconólatra, a mesquinhas vindictas iconoclastas, pugna pela razoabilidade.
Com a justificação de que se deve manter o crente sob “a loucura da cruz” (talvez indefinidamente, pois tarda a vir o “Reino” anunciado há dois mil anos) uma colorida e variegada sinfonia taumatúrgica acabou por se desenvolver nas suas barbas.
Sob a copa virginal, dir-se-ia, o leitor saberá que também nasceu, em lide de combate, a razoabilidade do crente expectante, vazo de manhas, manco de passos miríficos para a beatitude.
É o combate a instar, não poucas vezes, ao uso do cinismo, da mofa, do humor negro vertido de irisada bílis.
sábado, 25 de novembro de 2017
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
domingo, 19 de novembro de 2017
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
sábado, 11 de novembro de 2017
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Concerto > Azuliebe > 16 NOV > 21H
Azuliebe nasceu no coração de Berlim em Janeiro de 2015. Os arranjos das grandes orquestras e compositores de Tango foram adaptados para violino e bandoneon com a suavidade, languidez e intensidade característica de tango. Toda a música de Azuliebe tem uma característica: pode-se dançar. Tango tradicional, fado e outros temas originais, compõem o repertório de Azuliebe. Tato e Maria, bandoneón e violino, instrumentistas e compositores, ambos com formação clássica, têm tido concertos um pouco por todo o mundo, unindo estilos clássico, experimental, fado e tango tradicional.
Entrada: 5€
sábado, 4 de novembro de 2017
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Concerto > Mbye Ebrima > 25 NOV > 22H
Mbye Ebrima, mandinga, korista, compositor, cantor e diseur de história oral, nasceu em Jarra Soma, na Gâmbia, em 1988, numa famila djéli, os Mbye, tocadores de kora e reputados conhecedores e divulgadores da história oral mandiga-kaabunké há muitas gerações.
O pai de Ebrima, El – Hadji Alieu Mbye, é korista e um dos grandes conhecedores da história oral da região.
Pelo lado materno, Mbye Ebrima descende de uma outra importante e antiga família djéli de tocadores de kora, os Cissoko da Casamamce. A mãe, Jabou Susso écantora em performances de música tradicional mandinga.
Mbye Ebrima fez parte do grupo Kora Symphony, criado pelo presidente gambiano no qual foi um dos seis membros fixos e várias vezes solista.
Em 2013, Mbye Ebraima partiu para o Senegal. Algumas semanas depois, para o Zimbabwe e daqui para Tanzânia. Em 2014 foi para Alemanha a convite do director da companhia de dança Mother Africa.
Em 2015, fixou residência em Portugal, onde ainda hoje reside e trabalha enquanto músico. Desde então tocou várias vezes em Portugal e em Espanha, tendo tido como alguns palcos o B.Leza, o Auditório J. J. Laginha do ISCTE-IUL, o Auditório de Espinho, o Maus Hábitos no Porto, o Salão Brasil em Coimbra, a Musibéria em Serpa, o Coliseu do Porto (com Kimi Djabaté), entre outros. Participou em vários festivais, como ‘O Mundo Aqui’ em Ponta Delgada, ‘Encontros’ no Barreiro, ‘Música do Mundo’ no Seixal, ‘Encontro de Culturas’ em Serpa, ‘OITO24’ em Espinho, entre outros.
Gravou um dos concertos no B.Leza e o concerto no ISCTE-IUL, respectivamente para RTP-Africa e RDP-África.
Actualmente desenvolve trabalho a solo, em dueto com Raquel Reis, violoncelista da Orquestra Gulbenkian, e com banda.
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