Os livros (da) umBU são experiências vivas. Experiências únicas, humanas e respiráveis.
Rasgando brechas por onde o estranho e o incomum penetram, os olhos-objectos umBU revelam-se, descobrem-se em sensações, multiplicam-se em sons, imagens, toques e espantos.
Projectos plurais numa sala escura, reinventando-se em contínuo movimento. Uma projeção de camadas, o pó, os papeis, as ideias que se vão sobrepondo e misturando fora de formato.
Livros-vivos, objectos múltiplos, inquietos, saídos das nossas mãos.
Rasgando brechas por onde o estranho e o incomum penetram, os olhos-objectos umBU revelam-se, descobrem-se em sensações, multiplicam-se em sons, imagens, toques e espantos.
Projectos plurais numa sala escura, reinventando-se em contínuo movimento. Uma projeção de camadas, o pó, os papeis, as ideias que se vão sobrepondo e misturando fora de formato.
Livros-vivos, objectos múltiplos, inquietos, saídos das nossas mãos.
umBU
Editora de não livros.
Editora de experiências.
Experiências de uma não-editora.
O colectivoBU encontrou na umBU um ponto de fuga, uma tentativa de materialização de projectos existentes e por existir. Assim, a umBU apresenta-se como um projecto plural onde coexistem papéis armazenados com reivindicações frescas; ideias recicladas, interpretadas, continuadas através dos objectos, objectos-livros, objectos possibilidades explodindo em experiências já vividas, que ainda vivem, encerrando uma infinitude de sentidos.
Cada objecto é uma experiência formada por camadas. Um objecto vivo, constituído por ritmos e significações que não existem só como tais, mas num movimento sujeito a múltiplas e divergentes hipóteses de deslocação. Objectos-coisa, coisas humanas, complexas, respiráveis, caprichosas. Livros fora de formato, manuais, conjunto de restos, escombros entulhados, pedaços de puzzle. Através deles sentir-se-á o sabor da sinestesia, o texto-experiência, a vivência do projecto, numa espécie de leitor-salteador, ávido de mais, em formas sem medida.
Objectos-livros.
Objectos-possibilidades.
umBU – editora de livros vivos.
Editora de experiências.
Experiências de uma não-editora.
O colectivoBU encontrou na umBU um ponto de fuga, uma tentativa de materialização de projectos existentes e por existir. Assim, a umBU apresenta-se como um projecto plural onde coexistem papéis armazenados com reivindicações frescas; ideias recicladas, interpretadas, continuadas através dos objectos, objectos-livros, objectos possibilidades explodindo em experiências já vividas, que ainda vivem, encerrando uma infinitude de sentidos.
Cada objecto é uma experiência formada por camadas. Um objecto vivo, constituído por ritmos e significações que não existem só como tais, mas num movimento sujeito a múltiplas e divergentes hipóteses de deslocação. Objectos-coisa, coisas humanas, complexas, respiráveis, caprichosas. Livros fora de formato, manuais, conjunto de restos, escombros entulhados, pedaços de puzzle. Através deles sentir-se-á o sabor da sinestesia, o texto-experiência, a vivência do projecto, numa espécie de leitor-salteador, ávido de mais, em formas sem medida.
Objectos-livros.
Objectos-possibilidades.
umBU – editora de livros vivos.

