sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A LER DEVAGAR sugere...

A Sonata de Kreutzer, Lev Tostói, Ed. Editores Indepedentes

«A perversão não consiste em nada de físico porque nenhuma porcaria física é perversa; a perversão, a verdadeira, consiste precisamente no facto de o homem se libertar da atitude moral respectivamente à mulher com quem entra em relações físicas.», p. 24

domingo, 1 de agosto de 2010

TOP 5 - MÊS DE JULHO

LITERATURA

. A Praça, Mário Cordeiro (Arcádia)
. Mizé - antes galdéria do que normal e remediada, Ricardo Adolfo (Alfaguara)
. Na Síria, Agatha Christie (Tinta da China)
. Melhores contos espirituais do Oriente, AAVV, (Esfera dos Livros)
. Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas, Ricardo Adolfo (Alfaguara)

LITERATURA INFANTIL

. Primeiro Gomo da Tangerina, Sérgio Godinho (Planeta Tangerina)
. A Manta, Isabel Minhós Martins (Planeta Tangerina)
. Animalário Universal do Professor Revillod (Orfeu Negro)
. Incrível Rapaz que comia livros, Oliver Jeffers (Orfeu Negro)
. Arca de não-é, Miguel Neto (Chimpanzé Intelectual)

NÃO-FICÇÃO

. Uma pequena história do Mundo, E. H. Gombrich (Tinta da China)
. Comunismo e Nacionalismo em Portugal, José Neves (Tinta da China)
. Nudez, Giorgio Agamben (Relógio d'Água)
. Como triumphou a Republica, Hermano Neves (Letra Livre)
. A Primavera do Rei Cosroe, Pietro Citati (Assírio & Alvim)

sábado, 17 de julho de 2010

A LER DEVAGAR sugere...


Renascer. Diários e Apontamentos 1947-1963, Susan Sontag, trad. Nuno Guerreiro Josué, Ed. Quetzal - 18,13€

«As ideias perturbam o equilíbrio da vida.», p. 17

(...)

«Allen Ginsberg - Hotel na rue Git-le-Coeur - namorado, Peter [Orlovsky] com cabelo comprido + cara bicuda.

H. Fina flor da boémia americana. Nova Iorque. Família com apartamento entre as avenidas 70 e 80. Pai homem de negócios da classe média (sem colarinho branco). Tias comunistas. Criada negra. Escola secundária Nova Iorque, NYU, faculdade experimental pretensamente artística, São Francisco (onde ela e a Susan Sontag se encontraram pela primeira vez), apartamento em Greenwich Village. Experiências sexuais precoces incluindo negros. Homossexualidade. Escreve contos. Promiscuidade bissexual. Paris. Vive com um pintor. Pai muda-se para Miami. Viagens de volta à América. Emprego nocturno ao estilo do expatriados. A escrita desvanece-se.», p. 190

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A LER DEVAGAR sugere...


O Fim dos Livros, Octave Uzane, trad. Jacinta Gomes, Ed. Palimpsesto - 8.85€

«Baseio-me na constantação inegável de que o homem ocioso rejeita cada vez mais a fadiga e procura avidamente aquilo a que ele chama o conforto, isto é, todas as ocasiões de poupar tanto quanto possível o dispêndio e o funcionamente dos seus orgãos. Não deixarão de concordar comigo que a leitura, tal como a praticamos hoje, provoca rapidamente uma grande lassitude, pois não só exige do nosso cérebro uma atenção constante que consome uma grande parte dos nossos fosfatos cerebrais, como também obriga o nosso corpo a diversas atitudes cansativas. Força-nos, se estivermos a ler um dos vossos grandes jornais no formato do Times, a exibir uma certa habilidade na arte de virar e dobrar as folhas; fatiga os nossos músculos tensores, se as mantivermos completamente abertas; enfim, se é ao livro que nos referimos, a necessidade de cortar as folhas, de as correr à vez uma depois da outra, produz por miúdas fricções sucessivas, um enervamento muito perturbador a longo prazo.», pp. 34-35

(...)

«Creio, portanto, no sucesso de tudo aquilo que lisonjeie e alimente a preguiça e o egoísmo do homem; o elevador pôs fim às escadas dentro de casa; o fonógrafo destruirá provavelmente a tipografia. Os nossos olhos são feitos para ver e reflectir as belezas da natureza e não para serem usados na leitura de textos; há demasido tempo que deles abusamos, e não é preciso ser um douto oftalmologista para conhecer a série de doenças que afligem a nossa visão e nos obrigam a servirmo-nos dos artifícios da ciência óptica.», p. 36-37

sexta-feira, 2 de julho de 2010

TOP 5 - Mês de Junho

LITERATURA

. Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas, Ricardo Adolfo (Alfaguara)
. Máquina de fazer espanhóis, Valter Hugo Mãe (Alfaguara)
. Alexandre O'Neill dito por Sinde Filipe (Dinalivro)
. Mizé - antes galdéria do que normal e remediada, Ricardo Adolfo (Afaguara)
. Livros e Cigarros, George Orwell (Antígona)

LITERATURA INFANTIL

. Animalário Universal do Professor Revillod (Orfeu Mini)
. Eu Espero, Davide Cali & Serge Bloch (Bruaá)
. Coração e a Garrafa, Oliver Jeffers (Orfeu Negro)
. Não é uma caixa!, Antoinette Portis (Presença)

NÃO-FICÇÃO

. Homicídio Conjugal em Portugal, Elza Pais (INCM)
. Alimentos e Mitos que nos engordam, Isabel do Carmo (Livros d'Hoje)
. Portugal Povo de Suicidas, Miguel Unamuno (Abismo)
. Inteligência Emocional, Daniel Goleman (Temas & Debates)
. 2780 Taberna - Cozinha Experimental (Bertrand)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Horário de Verão

HORÁRIO DE VERÃO
(De 13 de Julho a 29 de Agosto)
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Quarta & Quinta - 15h - 24h
Sexta & Sábado - 15h - 2h
Domingo - 15h - 22h
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segunda-feira, 21 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Últimas novidades - HISTÓRIA

Naissance de l'idéologie fasciste, Z. Sternhell, M. Sznajder, M. Ashéri, Ed. Folio/Gallimad

L'identité nationale, une énigme, Marcel Detienne, Ed. Folio/Gallimard

L'optimisme de la volunté, E. Hobsbawm & Antoine Spire, Ed. Le bord de l'eau

La Bible et l'invention de l'histoire, Mario Liverani, Ed. Folio/Gallimard

La Route de la Soie, Jacqueline Dauxois, Ed. Rocher

Alexandrie et la Méditerranée, (dir.) Louis Blin & Caroline Gaultier-Kurhan, Ed. Maissoneuve

Alexandre, le Grand, Charles Personnaz, Ed. Bernard Giovanangeli

Últimas novidades - FILOSOFIA

Inventer le commum des hommes, Antonio Negri, Ed. Bayard

Séminaires de Zurich, Martin Heidegger, Ed. Gallimard

Qu'est-ce que le pragmatisme?, Jean-Pierre Cometti, Ed. Folio/Gallimard

L'art comme expérience, John Dewey, Ed. Folio/Gallimard

Le public et ses problèmes, John Dewey, Ed. Folio/Gallimard

sábado, 5 de junho de 2010

Os alimentos e mitos que nos engordam (7 de Junho - 21.30)

LIVRO | Com a epidemia da obesidade, chegou também a epidemia dos mitos alimentares ligados ao excesso de peso e às tentativas de emagrecimento. Passou-se assim do «quanto mais melhor», de «o que não mata engorda» e de «a gordura é formosura», para os preceitos que estabelecem regras para emagrecer sem esforço. Geralmente há alimentos «amaldiçoados», (por exemplo, a banana) e outros «abençoados» (o sumo de fruta), e existem também «regras» que não estão provadas (por exemplo, não beber água à refeição). E raramente se fala que para emagrecer é necessário comer menos quilocalorias do que aquelas que se gastam.

Com a ajuda deste livro vai ficar a saber quais os alimentos e mitos que o engordam. As verdades, os erros e os preconceitos que reinam no universo do excesso de peso.

AUTORA | Doutorada pela Faculdade de Medicina de Lisboa, a prof.ª Isabel do Carmo é médica endocrinologista e uma das maiores especialistas portuguesas em obesidade e comportamento alimentar.Fui fundadora da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade e da Sociedade Científica, Núcleo de Doenças do Comportamento Alimentar. É directora do Serviço de Endocrinologia do Hospital de Santa Maria, responsável pelo primeiro Estudo de Prevalência da Obesidade em Portugal e dos último estudo nacional no âmbito dos projectos da Fundação para a Ciência e Tecnologia.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

A LER DEVAGAR sugere...

O Diabo no Corpo, Raymond Radiguet, trad. Maria da Piedade Santos, Ed. Palimpsesto - 15.75€
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«Depois da rudez dos meus primeiros desejos, era a doçura de um sentimento mais profundo que me enganava. Já não me sentia capaz de empreender coisa alguma do que havia prometido a mim mesmo. Começava a respeitar Marthe, porque começava a amá-la.», p.50

domingo, 30 de maio de 2010

TOP 5 - Mês de Maio

LITERATURA
. Mizé - antes galdéria do que normal e remediada, Ricardo Adolfo (Alfaguara)
. A Máquina de fazer espanhóis, valter hugo mãe (Alfaguara)
. Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas, Ricardo Adolfo (Alfaguara)
. Os Íntimos, Inês Pedrosa (Dom Quixote)
. Os Melhores contos espirituais do Oriente, AAVV (Esfera dos Livros)

LITERATURA INFANTIL

. Animalário Universal do Professor Revillod (Orfeu Negro)
. Histórias em verso para meninos perversos, Roald Dahl (Teorema)
. O Incrível rapaz que comia livros, Oliver Jeffers (Orfeu Negro)
. O Segredo da Esfinge (Planeta)
. Migrando, Mariana Chiesa Mateos (Orfeu Negro)

NÃO-FICÇÃO

. Problemas de Portugal, Vitorino Magalhães Godinho (Colibri)
. 2780 Taberna - Cozinha Experimental (Bertrand)
. As Notícias nos Telejornais, Nuno Goulart Brandão (Guerra & Paz)
. Como tornar-se doente mental, J.L. Pio Abreu (Dom Quixote)
. Teoria da Viagem, Michel Onfray (Quetzal)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

OITO (18 & 19 de Junho - 21.30h)

SINOPSE | A partir da peça O AMANTE (THE LOVER) de Harold Pinter propomos um exercício que cruza o espírito performativo com o texto dramático. Os oito actores/intérpretes multiplicam o casal original da peça - Sarah e Richard – sobre um dispositivo cínico que estabelece quatro áreas distintas representativas das quatro salas interiores onde decorre a acção. Quatro sofás, quatro portas, quatro mesas de bebidas, quatro cadeiras compõem, assim, o quadro total onde os casais jogam, com as palavras de Pinter, o jogo quotidiano de Richard e Sarah onde a fronteira entre a verdade e a mentira é esbatida pelo que cada um diz. A natureza rítmica desta peça, em que forma e conteúdo se misturam, pareceu-nos ideal para este exercício que, sendo um exercício final, será, para todos os efeitos, um espectáculo de teatro. Nesse sentido todo o nosso trabalho decorre desse princípio e procura oferecer ao público uma abordagem à obra de Pinter que não se confunda com um mero exercício escolar mas que não deixe de reflectir o trabalho do intérprete como um trabalho individual dentro de um colectivo.

FICHA TÉCNICA | Direcção: Bruno Bravo | Interpretação: Andreia Silva, André Cortina, Isa Melo, Jan Gomes, Jorge Vara, Madalena Caixeiro, Ruben Guerreiro, Stephanie Fonseca | Cenografia e figurinos: Performáticos07 | Produção: NPE – Núcleo de Produção da ESTAL | Desenho de Luz e Sonoplastia: João Paiva | Design Gráfico: Alunos do 3¼ Ano de Design Gráfico da ESTAL| Duração: aprox. 60 min | Público-alvo: público com idade superior a 12 anos

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RESERVAS: Stephanie Fonseca - 938 470 260 - stetita@hotmail.com - Entrada 5€

quinta-feira, 27 de maio de 2010

em nenhum lugar (2 de Junho - 19h)

Inauguração da exposição de André Silva «em nenhum lugar», na Galeria Arthobler

Sabemos que as coisas nem sempre são o que parecem ser. Somos observadores racionais capazes de perceber a diferença entre realidade e ficção, realidade e ilusão. Apesar disto, por vezes seduz-nos o prazer de suspendermos voluntariamente a incredulidade como se quiséssemos chegar a um acordo entre o que sabemos que é verdade e o que desejaríamos que fosse real.

A criação da paisagem como conceito artístico é, sem dúvida alguma, responsabilidade da pintura. Ela fez da Natureza um tema e da paisagem um género. Um género que atravessa a história da cultura. A paisagem criou-se e reproduziu-se. Inventou-se e modificou-se desde as oficinas de pintura mais célebres de cada período histórico. A natureza reflectia aspectos dramáticos, mágicos, religiosos, mas raras eram as vezes em que se pintava uma paisagem como realmente era; mais, a grande maioria das paisagens da história da pintura nunca existiram assim. Primeiro pintava-se de memória, depois a partir de uns esboços, finalmente os plen airs instalaram-se no campo para pintar diante do “cenário”. A pintura inventou uma paisagem ideal, falsa, cheia de lugares que nunca existiram, misturando numa superfície elementos da memória e desejo, dos sonhos e das necessidades sociais.

Na presente exposição apresento uma disposição de meios ─ instalação, desenho, pintura ─ onde se entrecruzam, uma combinação de “arte” feita a mão com a presença de suportes que têm um aspecto de acabamento mais industrial como é o caso de algumas peças escultóricas apresentadas. As obras são uma reflexão sobre o decorrer do tempo, uma metáfora sobre a vida e a morte, sobre o crescimento e a degradação.

O trabalho apresentado estabelece uma relação com a História da Arte, não pode dizer-se que se trata de imagens “realistas” mas também seria erróneo aproximar a obra de imagens abstractas. A abstracção é uma tradição que se entende a si mesma, é uma relação de evolução com o conjunto da história da pintura. Está encaminhada até à total autonomia da obra, trata de alcançar o que se supõe, o ponto álgido do meio, depurando ao máximo o seu vocabulário: cor, forma, relação. O ponto de partida deste trabalho é diferente. A pintura não busca a sua total autonomia senão uma fusão com a realidade que só pode dar-se convertendo-a num híbrido, numa amálgama que busca referências dentro e sobretudo fora do meio pintura.

Ao proporem percursos físicos e mentais, espaciais, sensoriais e psicológicos, as obras reconduzem-se a outros lugares, actuando sobre o tempo e a memória, através de um mecanismo de repetição dos motivos que se podem observar numa variação de escalas.

A representação da paisagem, sempre foi uma forma de conhecer o que nos rodeia e medir ou evidenciar os nossos parâmetros científicos, estéticos e morais. Quando se “faz” paisagem também se faz política, já que o olho está guiado pela formação e sensibilidade de cada um e a vontade de onde se quer colocá-lo. Apresentando ou omitindo, critica-se o entorno e o contexto; agudizando o olhar provocam-se leituras; utilizando estratégias ou fórmulas estéticas, distanciam-se ou aproximam-se determinadas problemáticas.

Diria que toda a paisagem está em lugar nenhum. Está mise en scène transforma e mais − transtorna as imagens representadas até as converter em perguntas. Onde se encontram exactamente estas paisagens? Qual é a sua geografia?

André Silva, Abril 2010

Homicídio Conjugal em Portugal (2 de Junho - 19h)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Golden Fur (29 de Maio - 22h)


O trio australiano Golden Fur é constituído por Samuel Dunscombe (clarinete e "laptop"), Judith Hamann (violoncelo) e James Rushford (teclados e viola de arco), movendo-se nas áreas da música contemporânea e improvisada, com uma particular atracção pelos cruzamentos multimédia e pela componente dramatúrgica da "performance" musical.

Para além de interpretarem as suas próprias composições, apresentam em palco obras de compositores seminais do século XX, como Olivier Messiaen, Giacinto Scelsi e Alvin Lucier, bem como dos maiores nomes da nova música electroacústica australiana, como Anthony Pateras, Robin Fox e Marco Fusinato.

Mais info: aqui.

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Entrada 5€

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Filipe Raposo - Piano Solo (21 de Maio - 22h)

Concerto de Filipe Raposo, no dia 21 de Maio, pelas 22h.

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PROJECTO | Parto para este trabalho com um grande respeito por tudo o que tenho ouvido e com uma enorme vontade de criar um percurso de escuta e interacção com esta música (universal) que dentro de mim se move – é de facto uma arquitectura universal. E, ainda, com a expectativa de continuar a encontrar no passado um dos elos criadores da raiz do meu futuro como ser humano e como músico. Desta forma os temas escolhidos tanto podem surgir a partir de uma perspectiva global, ou apenas dentro de uma perspectiva residual ou meramente evocativa. Podem servir de base a contrapontos originais ou ainda cruzar-se com outras temáticas. Podem ser reinventados harmonicamente, assumirem novas variações melódicas ou até novas falas e novas formas rítmicas.

Filipe Raposo

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FILIPE RAPOSO | Pianista e compositor nascido em Lisboa (1979), estudou piano na Escola de Música do Conservatório Nacional, com Anna Tomasik e José Bon de Sousa, Eurico Carrapatoso (composição). Além da formação erudita estudou também música improvisada, com João Paulo Esteves da Silva, Jans Thomas, George Cables... Licenciado em composição pela Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), estudou com Luís Tinoco, João Madureira, Sérgio Azevedo, Carlos Caires.

Pianista acompanhador da Cinemateca Portuguesa.

Mais informações: aqui.

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Entrada 5€

sábado, 8 de maio de 2010

Prémio de Literatura Casa da América Latina / Banif 2010

Somos o esquecimento que seremos, Héctor Abad Faciolince, trad. Margarida Amado Acosta , Ed. Quetzal - 19.95€

A Ler Devagar sugere...

Vous avez dit toutalitarisme?, Slavoj Zizek, trad. Delphine Moreau & Jérôme Vidal, Ed. Amsterdam

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Sur l'emballage du thé vert Celestial Seasonigs, on peut lire une courte description de ses bienfaits: «Le thé vert est une source naturelle d'antioxydants que neutralisent les molécules toxiques du corps appelées radicaux libres. Par la neutralisation des radicaux libres, les antioxydants aident les corps à entretenir sa bonne santé naturelle.» La notion de totalitarisme n'est-elle pas, mutatis mutandis, l'un des principaux antioxydants idéologiques, dont la fonction est depuis l'origine de neutraliser les radicaux libres, et d'aider ainsi le corps social à entretenir sa bonne santé politique-idéologique?, p. 11

OPEN DAY IV

Maio de 2010 será marcado pela 4.ª edição do Open Day, já no próximo dia 14 na Lx Factory, a maior edição de sempre. Com uma adesão massiva das empresas residentes e a abertura dos espaços com actividades individuais e colectivas, desta vez abrangendo todos os pisos do Edifício Principal, todos os espaços nocturnos e também actividades que se estendem ao exterior. Muito mais poderá ser descoberto ao longo dos vários espaços, à medida que se percorrem os caminhos dentro da Lx Factory, que convida a passar um dia e uma noite em cheio.

Mais informações: aqui & aqui.