sábado, 18 de fevereiro de 2012

Colectivo Poético Peixe Graúdo


O novo Colectivo Poético-Musical PEIXE GRAÚDO assume-se como um projecto inovador e audaz. Propõe uma abordagem multidisciplinar à palavra, conciliando a poesia e a prosa poética com a música. Formado por um trio de jovens performers - Ana Celeste Ferreira, Marta Bernardes e Teresa Coutinho, aposta, também em termos de repertório poético, em autores da novíssima poesia portuguesa sem esquecer os grandes mestres, como Mário Cesariny ou Herberto Hélder. Em termos musicais, o grupo de performers, acompanhadas ao piano por Ricardo Caló, atravessa fronteiras geracionais e de género: dá novas roupagens a grandes clássicos internacionais, como “Dancing Queen” dos ABBA ou “Natural Woman” de Aretha Franklin; abraça temas inesquecíveis da pop nacional, como “Las Vagas” dos GNR ou "Por quem não esqueci" dos Sétima Legião; emociona plateias com “Estranha Forma de Vida” de Amália Rodrigues e “Hallelujah” de Leonard Cohen. Talentosas tanto na palavra dita como na palavra cantada, belas e charmosas em permanente interação performática, provocam com humor, seduzem com inteligência e conduzem o público, de verso em verso, numa viagem única pela poesia e pela música.

25 de Fevereiro, pelas 22h.

ENTRADA LIVRE

sábado, 7 de janeiro de 2012

TOP 5 - Ano 2011

LITERATURA

Filho de Mil Homens, Valter Hugo Mãe (Alfaguara)
Casa Ancestral de L., José Gonçalves Gomes (Eucleia)
Espuma dos Dias, Boris Vian (Frenesi)
. Máquina de fazer espanhóis, Valter Hugo Mãe (Alfaguara)
. Morte melancólica do rapaz ostra & outras histórias, Tim Burtin (Antígona)

LITERATURA INFANTIL

Histórias do tamanho da minha altura, Joana Caldeira (Cão que Lê)
. Animalário Universal do Professor Revillod, - (Orfeu Mini)
Um, Dois, Três Maltês, Nadia Bude (A Cobra Laranja)
Caderno de pintura para aprender as cores, Pascale Estellon (Orfeu Mini)
E tu, rabiscas?, Nikalas Catlow (Gailivro)

NÃO-FICÇÃO

. Lisboa à Mesa, Miguel Pires (Planeta)
Arte de dar peidos, Pierre-Thomas-Nicolas Hurtaut (Orfeu Negro)
Guerreiro Verde, Filipe Garcia (Livros d’Hoje)
Feminismos - Percursos e Desafios, Manuela Tavares (Texto Editora)
Portugal, Povo de Suicidas, Miguel de Unamuno (Abismo)

domingo, 1 de janeiro de 2012

Comunicado

A LER DEVAGAR informa todos os clientes e amigos/as que se encontrá encerrada para inventário entre os dias 2 e 4 de Janeiro (inclusive).

LER DEVAGAR

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O Menino Triste - Punk Redux - 22 de Dezembro - 21h30

(clique na imagem para ampliar)

ENTRADA LIVRE

Punk Redux é uma home­nagem à cultura punk, um tributo às suas conquistas no domínio da criatividade e da liberdade de expressão, é uma ânsia de mudança ex­pressa através de uma valen­te biqueirada no piegas e no convencional, cujas repercus­sões se sentem ainda hoje.

Dois anos passados após a publicação de A Essência, essa viagem dividida entre Coim­bra e Veneza em busca do segredo da Arte, o Menino Triste volta para nos falar, e como de costume fazer reflectir, sobre os inícios do movimento Punk em Inglaterra. O prefácio do livro é da autoria de Soo Catwoman, um dos ícones mais marcantes de todo o movi­mento.

A história do livro parte de um pedaço de vida do seu autor que esteve em Ingla­terra em 1976 e que por acaso conheceu um punk, que viria a ser o “Punk”, ícone do movimento e amigo de Sid Vicious. Depois vêm Soo Catwoman, Susie e tantos outros que estiveram nas origens da cena punk. É com eles que o Menino Triste anda por Kin­gs Road, vai à “Sex” comprar roupas e até chega a ser convidado para tocar no “100 Club”. E assim, o livro leva-nos bem para o meio da cultura punk e fala-nos dos valores e das ideias por detrás deste movimento de contestação urbana. O punk foi muito mais do que os clichês dos cabelos em crista, das pulseiras de picos e da obscenidade. Há uma essência criadora e uma energia vital que foram esquecidos e que este livro tenta recuperar, como são o seu grito inconfor­mista, a sua luta contra o convencional e a ousadia de afirmar.

Mais uma vez, João Mascarenhas construiu uma história subtil que mistura o auto­biográfico, o factual e a ficção, fazendo do Menino Triste um dos verdadeiros prota­gonistas da história da música e da cultura punk.

Mas há mais, porque entrelaçando-se neste fio da narrativa principal, há uma reflexão sobre o Portugal de então, acabado de sair de uma ditadura que nem permitia conce­ber na imaginação, quanto mais na acção, algo próximo da contestação punk. É no cruzamento destes dois fios que surgem as reflexões e os acontecimentos mais origi­nais e provocatórios da obra e que podem ajudar a compreender o significado do 25 de Abril para as camadas mais jovens. Para os olhos mais atentos aos desenhos e à história, será possível descobrir José Mário Branco, Zeca e outros tantos como ele que fize­ram da liberdade de expressão a sua causa.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Don't ask why - João Francisco Vilhena

INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO 6 DE DEZEMBRO - 19H

Trata-se de seres humanos, desprovidos de temperatura erótica, que apelam ao nosso olhar. Figuras saídas de um teatro de sombras. Criaturas vulneráveis que transmitem uma sensação de melancolia. Não perguntem porquê.

Lurdes Faria (Comissária)

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ENTRADA LIVRE

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O que vês dessa janela?

O que vês dessa janela? - 25 de Novembro - 18h30

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No mês em que se completam 9 anos sobre a mudança dos habitantes da aldeia da Luz, a EDIA (Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, S.A.), através do Museu da Luz, lança um livro para os mais novos contando a história deste processo. 

A vida na antiga aldeia, os primeiros rumores sobre a construção do Alqueva, os avanços e recuos da obra, a chegada das máquinas, a demolição das antigas casas ou a subida das águas são alguns dos momentos contados nas páginas deste livro, com textos de Isabel Minhós Martins e ilustrações de Madalena Matoso. 

O livro resulta de uma encomenda do Museu da Luz à editora Planeta Tangerina e procura descrever a aventura vivida por toda a comunidade —  os medos, as incertezas, a dificuldade em abandonar a aldeia antiga e também a esperança trazida pela água da barragem — antes, durante e depois do fecho das comportas. 

O livro será oferecido às crianças da aldeia da Luz  (grande parte delas já nascidas após a mudança para a nova aldeia), mas a ideia é que chegue também a todas as outras crianças. Passados quase 10 anos desde a submersão da antiga Luz é muito provável que grande parte delas nunca tenha ouvido falar desta história que emocionou o país e levou muitos turistas à região, para ver a aldeia que seria engolida pelas águas.

ENTRADA LIVRE

sábado, 12 de novembro de 2011

Estórias de amor para meninos de cor - 17 de Novembro - 21h30


Apresentação do livro Estórias de amor para meninos de cor, de Kalaf Angelo, ed. Caminho

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Gosto do risco que correm os que acreditam na construções das coisas belas. Gosto do tempo que dedicam À procura da subtileza e da melodia das palavras simples, palavras que estão na boca de todos mas que, quando reveladas pelas suas, parecem afectar-nos mais gravemente. Gosto do gosto luso das palavras, suas histórias sobre o amor, a perda e saudade. Gosto de verbos redondos; gosto de formas, estilos. Sotaques, erros e hesitações. Gosto da certeza frágil e da certeza exacta.

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ENTRADA LIVRE

Lisboa à Mesa - 16 de Novembro - 18h30


Apresentação do livro Lisboa à Mesa, de Miguel Pires, ed. Planeta

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Um guia para quem gosta de comer, foodies e aspirantes a tal, dirigido a um público abrangente, que se interessa por restaurantes mas que gosta também de cozinhar e de saber onde se pode comprar ingredientes e descobrir gourmandises.

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ENTRADA LIVRE

terça-feira, 1 de novembro de 2011

TOP 5 - Mês de Outubro

LITERATURA

Gabriel, Amélia Vieira (Cavalo de Ferro)
O Retorno, Dulce Maria Cardoso (Tinta da China)
Um enlace feliz, Alberto Pimenta (Destinos)
. Filho de mil homens, Valter Hugo Mãe (Alfaguara)
Comissão de Lágrimas, António Lobo Antunes (Dom Quixote)

LITERATURA INFANTIL

Animalário Universal do Professor Revillod, - (Orfeu Mini)
Um, Dois, Três Maltês, Nadia Bude (A Cobra Laranja)
Esta é a tua história, Annelore Parot (Presença)
Caderno de pintura para aprender as cores, Pascale Estellon (Orfeu Mini)
E tu, rabiscas?, Nikalas Catlow (Gailivro)

NÃO-FICÇÃO

Guerreiro Verde, Filipe Garcia (Livros d’Hoje)
Portugal, Povo de Suicidas, Miguel de Unamuno (Abismo)
Loucos pela Índia, Régis Airault (Via Óptima)
2780 - Taberna, AAVV (Bertrand)
Caminhar Caminhando, Lao Tse (Relógio d’Água)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Meu Tio o Jaguar

21 OUTUBRO - 18 DEZEMBRO
SEXTAS & SÁBADOS - 21H30 - DOMINGOS - 19H30
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Meu Tio o Jaguar

Guimarães Rosa (autoria) | Jorge Listopad (encenação) | José Artur Pestana(interpretação)

DURAÇÃO APROX. 1H45 - MAIORES 12 ANOS

RESERVAS 213 259 992
BILHETES NORMAL 12€* | ESTUDANTE, +65, -30 - 6€*

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Pela primeira vez em Portugal na cena teatral, um texto completamente fora dos códigos estabelecidos – Meu Tio o Iauaretê / Meu Tio o Jaguar – de umdos maiores escritores brasileiros do século XX, João Guimarães Rosa.

Mas também fora de Portugal, excepto no Brasil, esta prosa, este conto dramático, nunca foi realizado como peça teatral mas, apenas radiofonicamente. Assim, de certo modo, trata-se de uma estreia mundial.

Constituído por um monólogo a duas vozes, com muitos presentes e ausentes, de um caçador de onças-jaguar que, numa metamorfose quase feita diante dos olhos dos espectadores, se transforma, pela solidão, melancolia aguda e alegria quase grotesca, em jaguar, o seu bicho mais amado antes de ser caçado.

Estamos perto de uma emoção algures em zonas obscuras, entre animalidade e humanidade, o nascimento de um novo sentimento; mas também não estamos longe das grandes obras épicas do autor de Grande Sertão, Veredas, aqui ainda mais fascinante pela utilização de uma nova linguagem, uma osmose do português do Brasil e de tupi, de neologismos, de gritos e de sons. Um encantamento lúcido.

Será e é um teatro diferente e raramente visto! Um mysterium!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ciclo de Conferências Olh'a Revolução


3.11 - A Revolução o que é? - Jorge Costa & José Soeiro

10.11 - ...e quem a há-de fazer? Que sujeito para a Revolução? - Bruno Peixe & Andrea Peniche

17.11 - Que partidos e/ou que momentos para a luta emancipatória? - Ana Drago & Joana  Mortágoa

24.11 - O Estado e a Revolução. Como é que isto se (des)combina? - Carlos Carujo & Miguel Cardina

Grotescos e Paisesgens


GROTESCOS E PAISAGENS 
de
 Manuel Vieira

26 de Outubro - 20 de Novembro

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

PROGRAMA 2.ª QUINZENA DE OUTUBRO
 &
 1.º QUINZENA DE NOVEMBRO

PEÇA DE TEATRO

MEU TIO O JAGUAR

21 Outubro - 18 Dezembro

Sextas & Sábados - 21h30 - Domingos - 19h30

João Guimarães Rosa (autoria) | Jorge Listopad (encenação)

José Artur Pestana (interpretação)

duração aprox. 1h45 - maiores 12 anos

Reservas 213 259 992 | bilhetes normal 12€ | estudante, +65, -30 -6€

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Cadernos de Viagem – Michel

Todos os Domingos às 17h

ENTRADA LIVRE

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23 de Outubro – Domingo – 17h
Concerto de Guitarra por Cipriano Mesquita + Laia - Cipriano Mesquita parte de exercícios de guitarra portuguesa para descobrir abordagens novas às capacidades do instrumento tradicional. Alguém escrevia que os instrumentos tradicionais servem para o que se quiser que sirvam. Cipriano Mesquita levou à letra.

26 de Outubro – Quarta-Feira 
21h30 - Inauguração da Exposição de Desenho Grotesco e Paisagens, de Manuel Vieira


28 de Outubro – Sexta-Feira
19h – Curso Pensamento Crítico Contemporâneo, por Vítor Oliveira Jorge – Pós-estruturalismo: Michel Foucault

29 de Outubro – Sábado 
23h30 – Concerto de Thollem McDonnas (piano), João Pedro Viegas (clarinetes baixo e soprano), Ulrich Mitzlaff (violoncelo), Paulo Curado (flauta e saxofones soprano e alto) e Carlos Zíngaro (violino).

3 de Novembro – Terça-Feira
21h30 - Tertúlias de Outono Portugal, o Euro e a Europa , por Paulo Trigo Pereira

4 de Novembro – Sexta-Feira  – 19h
Curso Pensamento Crítico Contemporâneo, por Vítor Oliveira Jorge – Pós-estruturalismo: Jacques Derrida

8 de Novembro – Terça-Feira - 21h30
Tertúlia Cultural Politeia - "Os Templários: das origens à queda", com Felício Correia

9 de Novembro  – Quarta-Feira
19h – Apresentação do livro Três Anos em Nodar - Práticas Artísticas em Contexto Específico no Portugal Rural, edição Nodar.

10 de Novembro – Quinta-Feira 
18h30 –  Lançamento do livro Brasiliana Tangencial, de Henrique Garcia Pereira, ed. IST Press, apresentado por Nicolau Santos.

11 de Novembro – OPEN DAY (em actualização)

18h - Programa Engraxadores Tradição, org. SCML
18h30 - Inauguração Exposição Esculturas Suspensas de Miguel Figueiredo

19h – Curso Pensamento Crítico Contemporâneo, por Vítor Oliveira Jorge – Feminismo: Judith Butler

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Guerreiro Verde - 20 de Outubro - 18h30


(clique na imagem para ampliar)

Lançamento do livro Guerreiro Verde - Manuel Pinto um português ao serviço da Greenpeace, de Filipe Garcia.

Manuel Pinto nasceu no Porto, cresceu no Luxemburgo e cedo descobriu o gosto pelas viagens. Tornou-se punk, trabalhou em fábricas e em armazéns de armamento, mas foi quando entrou na Greenpeace que a vida mudou. Começou por ajudar na manutenção dos barcos da organização e chegou a responsável internacional pela coordenação da frota. Foi agredido e preso, esteve nos protestos contra os ensaios nucleares em Muroroa, combateu os alimentos transgénicos em Lisboa e passou três anos entre índios e perigosos madeireiros na selva amazónica. Hoje, da sede em Amesterdão, acompanha à distância todos os protestos da maior organização ecologista do mundo. Uma vida em português na defesa da terra.

ENTRADA LIVRE

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

PrivateZ(oo)m - Tempo de Bichos - 14 de Out. - 22h


Este projecto surgiu da necessidade de documentar a poluição urbana e dar um seguimento estético e contextualizado em paralelo com os bichos na poesia de Arménio Vieira – poeta Caboverdiano, que foi distinguido com o prémio Camões em 2009.

Esta sessão denominada pelo autor de videophonémica por combinar o vídeo, as sonoridades e a palavra, terá cerca de 30 m de duração. Será composta por 15 poemas da autoria do poeta Arménio Vieira, 8 mantras sonoros e 450 imagens de um zoo imaginário.

ENTRADA LIVRE

Cipriano Mesquita - 24 de Outubro - 17h


São sons de guitarra portuguesa. São pedaços de Paredes. São tons de praias cor de barro. São as outras vozes de Marceneiros. São as músicas que provavelmente ouviu naquele dia. São Alfama em 2011.

Cipriano Mesquita parte de exercícios de guitarra portuguesa para descobrir abordagens novas às capacidades do instrumento tradicional. Alguém escrevia que os instrumentos tradicionais servem para o que se quiser que sirvam. Cipriano Mesquita levou à letra. Ouvidos mais atentos escutaram e o resultado apareceu no NOVOS TALENTOS FNAC 2011 (com a música Vertigem).

ENTRADA LIVRE