quarta-feira, 6 de junho de 2012

José Peixoto - 15 de Junho - 22h


Concerto de apresentação do novo disco de José Peixoto & António Quintino - Volta - que contará com o convidado José Salgueiro  - entrada 5€.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Programação - Julho 2012

Quinta - 1 de Junho
21h - Apresentação do livro A Obra Religiosa de Marcos António Portugal, de António Jorge Marques, ed. BN


Domingo - 3 de Junho
12h-20h - Feira na Fábrica
17h - Cadernos de Viagens (Michel + Convidado) - entrada livre

Quarta - 13 de Junho
17h - Apresentação do EP Passeio pelo trilho, dos FLUME - entrada 8€ - oferta do EP

Sexta - 15 de Junho
22h - Apresentação do disco Volta, de José Peixoto e Mário Quintino - entrada 5€

Sábado - 16 de Junho

Aniversário da LER DEVAGAR
22h - Concerto de Zé Ernesto (viola) & Ricardo Guerreiro (computador) - entrada 3€

Terça - 19 de Junho
22h - Tertúlia Cultural Parodiana (tema a confirmar) - entrada livre

Quinta - 21 de Junho
19h - Lançamento do livro Filhos sem pais sem filhos, de Rui Filipe Torres, ed. Chiado Editora
21h - Conferência Como podemos chegar a uma Europa Federal?, por Viriato Soromenho Marques & Rui Tavares

Quinta - 28 de Junho
21h30 - Peça de Teatro - Os Bolsos Vazios de Deus

sábado, 26 de maio de 2012

A LER DEVAGAR no NY Times

«(...) Myfriend wants to show me a bookstore: a waste of time, I figure, given that most of the books aren’t in a language I read. But this store, Ler Devagar, doesn’t look like any other. It’s in an enormous, multistoried space once devoted to a printing press that’s still there. A series of staircases andramps and catwalks have been created to lead you to and through shelves and more shelves of titles popular and obscure. It’s a library cum Escher print, with a few bars tucked in. A browser needs coffee, and maybe even some wine. (...)»

New York Times: aqui

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Maltês - 27 de Maio - 17h

(clique na imagem para ampliar)

Uma sonoridade acústica que transporta ao universo do folk / rock é projectada das colunas quando se ouve Maltês, um projecto que renasceu em 2011 e que, nesta fase da sua existência, apresenta nos versos simples e concisos das suas letras cantadas em português a verdade sobre o reino animal.

Os Maltês são João Neto (oioai), Ricardo Frutuoso (ex-Toranja, Rádio Macau), Jonny Dinamite (Murdering Tripping Blues) e Tiago Chefe.

O preço do bilhete será de 7€ e inclui a oferta de uma cópia do EP (edição física limitada).

A primeira parte do concerto estará a cargo de F l u m e, novo projecto musical da Joana Barra Vaz.
Para mais informações, por favor consultar: aqui e aqui

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Sobre a balsa de Medusa - Anselm Jappe

"(...) Com efeito, derivamos para uma situação em que os humanos não são mais que «resíduos» (Zygmunt Bauman). As inúmeras pessoas que sobrevivem a vasculhar no lixo - e não só no «terceiro mundo» - mostram onde vai finalmente uma humanidade que estabeleceu como exigência suprema o processo de valorização mercantil: é a própria humanidade que se torna supérflua quando já não é necessária para a reprodução do capital-fetiche. Há uma quantidade cada vez maior de pessoas que já não «servem», nem mesmo para ser exploradas, ao mesmo tempo que lhes foram retirados todos os recursos para viver. E os que dispõem de recursos fazem frequentemente um muito mau uso deles.(...)" pp. 10-11

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Ouvir Devagar - apresentação do espaço

Uma nova Discoteca (Loja de Discos) vai abrir em Lisboa. Um espaço que pretende tornar-se no local de referência da Música Portuguesa, ou mais precisamente, da Música feita por Portugueses.

Chama-se Ouvir Devagar e vai ser apresentada no dia 28 deste mês, às 19H00 – na Ler Devagar - LX-Factory, aos Artistas e à Comunicação Social. 

Na Ouvir Devagar vai encontrar uma grande variedade de géneros, da música Popular à Erudita, antiga ou actual, incluindo Lusofonia e Proximidades.   

A sua dinâmica não tem que ver com a de uma loja convencional.

Assim, no que toca ao desenho do espaço foram convidados um arquitecto e um designer que concretizaram o conceito: um espaço expositivo onde as pessoas podem não só manusear a capa e os elementos do CD como ter a possibilidade de - sentados - a ouvir tranquilamente. Cada um dos expositores tem uma mesa de apoio com livros de referência sobre a respectiva matéria.

Dado que o espaço dispõe de uma ampla Galeria – pretende-se que nesta sejam realizados Workshops, Show cases, Lançamentos de discos e Concertos no sentido de dar a conhecer ao público e à comunicação social a discografia dos Artistas.

E conta já com uma grande adesão por parte destes!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Ninguém me há-de ver chorar - 19 de Abril - 19h

(clique na imagem para ampliar)

* * *
«Joaquín já não se pergunta o que procura em Matilda Burgos. Agora a única coisa que lhe interessa saber com certeza é o que encontrou nela. As suas escassas horas de sono são leves, gastas rapidamente, como se temesse estar a perder o tempo. Há presteza nos movimentos do seu corpo, reflexos. Mal acorda, Joaquín estica o braço para baixo do seu catre para pegar no caderno de grossas capas negras onde noite após noite transcreve algumas sombras da vida de Matilda. A sua afeção mental. A sua condição. São apontamentos escritos a toda a velocidade. Gatafunhos sem pontuação, frases entrecortadas e fragmentos organizados sem método algum que só ele será capaz de entender depois. Taquigrafia sentimental. As notas devolvem-lhe a vida de manhã, certo sobressalto que julgava totalmente perdido. Em 1908, quando Joaquín fotografou Matilda pela primeira vez, nunca imaginou que algum dia a voltaria a ver; nunca imaginou que a vida de Matilda chegaria a ser a chave da sua própria vida. (…) «O que nos aconteceu, Matilda?» O manicómio está saturado de gritos e nenhum deles é a resposta desejada.» (página 101)

* * *

Cristina Rivera Garza nasceu em Matamoros, no México, em 1964. Doutorada em História, foi professora em várias universidades norte-americanas e, desde 1997, ensina História do México na San Diego State University. É autora de dois livros de relatos: La guerra non importa (Prémio Nacional 1987) e Ningún reloj cuenta esto, do livro de poesia La más mía e dos romances Desconocer (finalista do Premio Juan Rulfo 1994) e La cresta de Ilión. Ninguém me há de ver chorar, o seu segundo romance, mereceu os mais rasgados elogios por parte de escritores como Carlos Fuentes e prémios como o Premio Nacional de Novela, o IMPAC-Conarte-ITESM 1999 e o Sor Juana Inés de la Cruz 2001. Neste romance confluem as duas grandes paixões da autora, a literatura e a história.

sábado, 17 de março de 2012

Leitura de Poemas e Textos de Liu Xiaobo - Prémio Nobel da Paz de 2010


20 DE MARÇO (3.ª FEIRA), ÀS 21H

Esta é uma iniciativa do Festival Internacional de Literatura de Berlim, à qual se associou a Amnistia Internacional. Nela participam 145 instituições de 40países, em 105 cidades.

Estas leituras públicas têm como objetivo sensibilizar as pessoas para a situação de Liu Xiaobo, prémio Nobel da Paz de 2010, e ativista de direitos humanos, condenado a 11 anos de prisão e de Liu Xia, poetisa, sua mulher, que está em regime de prisão domiciliária desde que visitou o marido na prisão, em 8de Outubro de 2010, para lhe comunicar a atribuição do Prémio Nobel da Paz.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Mikis Theodorakis - 3 de Março


Projecção dos documentários

17h-19h - The Composer of Poets and Visions

19h - Debate

20h - Jantar *

21h-23h - The Color of Freedom

(com a presença do realizador)

ENTRADA LIVRE

(os filmes foram gentilmente cedidos pelo realizador à LER DEVAGAR)



* mediante inscrição até às 24h do dia 2 de Março para o e-mail
(entrada + prato + sobremesa + bebida - 22€) 

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Colectivo Poético Peixe Graúdo


O novo Colectivo Poético-Musical PEIXE GRAÚDO assume-se como um projecto inovador e audaz. Propõe uma abordagem multidisciplinar à palavra, conciliando a poesia e a prosa poética com a música. Formado por um trio de jovens performers - Ana Celeste Ferreira, Marta Bernardes e Teresa Coutinho, aposta, também em termos de repertório poético, em autores da novíssima poesia portuguesa sem esquecer os grandes mestres, como Mário Cesariny ou Herberto Hélder. Em termos musicais, o grupo de performers, acompanhadas ao piano por Ricardo Caló, atravessa fronteiras geracionais e de género: dá novas roupagens a grandes clássicos internacionais, como “Dancing Queen” dos ABBA ou “Natural Woman” de Aretha Franklin; abraça temas inesquecíveis da pop nacional, como “Las Vagas” dos GNR ou "Por quem não esqueci" dos Sétima Legião; emociona plateias com “Estranha Forma de Vida” de Amália Rodrigues e “Hallelujah” de Leonard Cohen. Talentosas tanto na palavra dita como na palavra cantada, belas e charmosas em permanente interação performática, provocam com humor, seduzem com inteligência e conduzem o público, de verso em verso, numa viagem única pela poesia e pela música.

25 de Fevereiro, pelas 22h.

ENTRADA LIVRE

sábado, 7 de janeiro de 2012

TOP 5 - Ano 2011

LITERATURA

Filho de Mil Homens, Valter Hugo Mãe (Alfaguara)
Casa Ancestral de L., José Gonçalves Gomes (Eucleia)
Espuma dos Dias, Boris Vian (Frenesi)
. Máquina de fazer espanhóis, Valter Hugo Mãe (Alfaguara)
. Morte melancólica do rapaz ostra & outras histórias, Tim Burtin (Antígona)

LITERATURA INFANTIL

Histórias do tamanho da minha altura, Joana Caldeira (Cão que Lê)
. Animalário Universal do Professor Revillod, - (Orfeu Mini)
Um, Dois, Três Maltês, Nadia Bude (A Cobra Laranja)
Caderno de pintura para aprender as cores, Pascale Estellon (Orfeu Mini)
E tu, rabiscas?, Nikalas Catlow (Gailivro)

NÃO-FICÇÃO

. Lisboa à Mesa, Miguel Pires (Planeta)
Arte de dar peidos, Pierre-Thomas-Nicolas Hurtaut (Orfeu Negro)
Guerreiro Verde, Filipe Garcia (Livros d’Hoje)
Feminismos - Percursos e Desafios, Manuela Tavares (Texto Editora)
Portugal, Povo de Suicidas, Miguel de Unamuno (Abismo)

domingo, 1 de janeiro de 2012

Comunicado

A LER DEVAGAR informa todos os clientes e amigos/as que se encontrá encerrada para inventário entre os dias 2 e 4 de Janeiro (inclusive).

LER DEVAGAR

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O Menino Triste - Punk Redux - 22 de Dezembro - 21h30

(clique na imagem para ampliar)

ENTRADA LIVRE

Punk Redux é uma home­nagem à cultura punk, um tributo às suas conquistas no domínio da criatividade e da liberdade de expressão, é uma ânsia de mudança ex­pressa através de uma valen­te biqueirada no piegas e no convencional, cujas repercus­sões se sentem ainda hoje.

Dois anos passados após a publicação de A Essência, essa viagem dividida entre Coim­bra e Veneza em busca do segredo da Arte, o Menino Triste volta para nos falar, e como de costume fazer reflectir, sobre os inícios do movimento Punk em Inglaterra. O prefácio do livro é da autoria de Soo Catwoman, um dos ícones mais marcantes de todo o movi­mento.

A história do livro parte de um pedaço de vida do seu autor que esteve em Ingla­terra em 1976 e que por acaso conheceu um punk, que viria a ser o “Punk”, ícone do movimento e amigo de Sid Vicious. Depois vêm Soo Catwoman, Susie e tantos outros que estiveram nas origens da cena punk. É com eles que o Menino Triste anda por Kin­gs Road, vai à “Sex” comprar roupas e até chega a ser convidado para tocar no “100 Club”. E assim, o livro leva-nos bem para o meio da cultura punk e fala-nos dos valores e das ideias por detrás deste movimento de contestação urbana. O punk foi muito mais do que os clichês dos cabelos em crista, das pulseiras de picos e da obscenidade. Há uma essência criadora e uma energia vital que foram esquecidos e que este livro tenta recuperar, como são o seu grito inconfor­mista, a sua luta contra o convencional e a ousadia de afirmar.

Mais uma vez, João Mascarenhas construiu uma história subtil que mistura o auto­biográfico, o factual e a ficção, fazendo do Menino Triste um dos verdadeiros prota­gonistas da história da música e da cultura punk.

Mas há mais, porque entrelaçando-se neste fio da narrativa principal, há uma reflexão sobre o Portugal de então, acabado de sair de uma ditadura que nem permitia conce­ber na imaginação, quanto mais na acção, algo próximo da contestação punk. É no cruzamento destes dois fios que surgem as reflexões e os acontecimentos mais origi­nais e provocatórios da obra e que podem ajudar a compreender o significado do 25 de Abril para as camadas mais jovens. Para os olhos mais atentos aos desenhos e à história, será possível descobrir José Mário Branco, Zeca e outros tantos como ele que fize­ram da liberdade de expressão a sua causa.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Don't ask why - João Francisco Vilhena

INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO 6 DE DEZEMBRO - 19H

Trata-se de seres humanos, desprovidos de temperatura erótica, que apelam ao nosso olhar. Figuras saídas de um teatro de sombras. Criaturas vulneráveis que transmitem uma sensação de melancolia. Não perguntem porquê.

Lurdes Faria (Comissária)

* * *
ENTRADA LIVRE